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Alckmin promete reformas no início do mandato e critica política de combustíveis

(Foto: Arquivo)

O candidato do PSDB à Presidência da República nas eleições 2018, Geraldo Alckmin, promete zerar o déficit primário do País em até dois anos e aprovar reformas já no seu primeiro ano de governo, caso seja eleito.

Alckmin critica a política de preço de combustível, que resultou na greve dos caminhoneiros deste ano,  e o tabelamento do frete rodoviário – demanda da categoria acordada com o governo que enfrenta resistência dos produtores.

“Estou trabalhando com Ana Amélia (vice na sua chapa) para, em janeiro, apresentar e aprovar reformas”, disse. “Meta é zerar déficit primário em até dois anos; permitir mais queda dos juros.”

Com acenos às demandas do setor, o candidato afirmou que não há hipóteses de voltar imposto sobre exportação e que isso significaria tirar competitividade de produtos. O tucano teceu elogios ao agronegócio: é um “grande polo dinâmico da economia”, “campeão de emprego” e que “melhora a qualidade de vida da população”.

Alckmin voltou a defender a criação de um tributo para amenizar a variação de preços dos combustíveis conforme o mercado internacional. “A Petrobrás não pode fazer ajustes diários. Faz uma média a cada 30 dias, se subir muito o barril do petróleo, faz um imposto regulatório, para se ter um colchão de natureza tributária. Se subir muito (o preço do) barril, você baixa o imposto regulatório”, afirmou. “O resultado (da greve) foi subsídio para combustível fóssil e esse retrocesso do tabelamento de frete. Não tem o menor cabimento”, disse.

“Ainda teve candidato incentivando greve de caminhoneiro”, disse o tucano, sem citar diretamente o nome de Jair Bolsonaro (PSL) que, na época da greve, chegou a apoiar a categoria. “Petrobrás não tem dinheiro para tudo; defendo trazer empresas privadas para o pós-sal e para o refino no Brasil”.

Fonte: O Estado de S.Paulo

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