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Movimentos sociais encabeçam manifestação contra Reforma da Previdência e cortes na educação em Petrolina

Grupo se reuniu no Bambuzinho (Foto: Blog Waldiney Passos)

A manhã dessa sexta-feira (14) é marcada por atos em diversas cidades do país. Em Petrolina, como de costume, a Praça do Bambuzinho foi escolhida como ponto de encontro de sindicalistas e estudantes que encabeçam a mobilização contra a Reforma da Previdência e os cortes na educação anunciados pelo Governo Federal.

Entre as entidades presentes etão a Fetaepe, Fetape, Sindsemp, CTB, Frente Brasil Popular, STTAR, Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), CUT, SindFisco, Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Afrânio (Sintea), Sinpaf, Sintelag, além de movimentos de estudantes e professores da Univasf, UPE e IF-Sertão.

Bancários querem fim dos privilégios dos mais ricos

Representando o Sindicato dos Bancários de Petrolina e Região (Seeb), o diretor Augusto Ribeiro fez um discurso contrário à proposta do Governo de Jair Bolsonaro (PSL). “Qual foi o privilégio que foi tirado até agora nessa elaboração da Reforma da Previdência? É uma falácia. Tem que cobrar a grande dívida aos grandes devedores“, disse.

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Sindicato dos bancários  de Juazeiro adere à greve geral nesta sexta-feira 

(Foto: Internet)

O Sindicato dos Bancários de Juazeiro e Região aderiu à greve geral convocada por centrais sindicais. Diversos serviços podem ser afetados pela paralisação que acontecerá em todo o país nesta sexta-feira (14), já que professores, bancários e servidores públicos confirmaram que vão aderir ao ato. Amanhã, o horário das agências bancárias de Juazeiro será alterado, os bancos abrirão mais tarde, após a realização da manifestação.

Em Juazeiro (BA), o ato público terá concentração em frente ao INSS de Juazeiro, a partir das 8h30. A principal pauta dos manifestantes é contra a reforma da Previdência, a favor da aposentadoria, da educação e da geração de empregos.

O Presidente do Sindicato dos Bancários de Juazeiro e Região, Maribaldes da Purificação, afirma que a adesão da categoria à greve geral é também contrária à privatização dos bancos públicos e à proposta de capitalização do governo Bolsonaro. “Na nossa região, a maioria dos bancários são contra a reforma da Previdência. Vamos a luta em busca do nosso direito. Não podemos aceitar esse regresso nos direitos trabalhistas”, disse.

Greve das universidades estaduais na Bahia chega ao fim após dois meses

(Foto: ASCOM)

Depois meses após a aprovação em assembleia geral realizada em Salvador, a greve das universidades estaduais chegou ao fim na tarde de ontem (12). Docentes da Universidade Estadual da Bahia (Uneb) decidiram encerrá-la após uma nova reunião.

197 professores votaram a favor do fim, enquanto 73 foram contra e 11 se abstiveram. Entre as propostas aprovadas pelos ex-grevistas, estava a de manter a mesa de negociação permanente em até 72 horas e o estado de mobilização ficará mantido.

O retorno das aulas, no entanto, será definido “após a discussão e construção do novo calendário acadêmico junto à Reitoria”. Segundo o jornal A Tarde, a categoria aprovou como indicativo de início das aulas a próxima segunda-feira (17).

Universidade estaduais da Bahia assinam termo de compromisso com governo para o fim da greve

(Foto: Suâmi Dias)

Na noite da última segunda-feira (10), representantes do Fórum da Associação dos Docentes das Universidades Estaduais (Fórum das AD’s – UNEB, UESC, UEFS e UESB) se reuniram com o Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Relações Institucionais e da Secretaria da Educação do estado para assinar o termo de compromisso para finalizar a greve.

No documento de negociação, ficou acordado que o Governo do Estado irá enviar o Projeto de lei para a Assembleia Legislativa da Bahia, após o fim da greve, com proposta de reestruturação do quadro de vagas para professor, com a permissão de até 900 promoções. Há também a garantia de recursos da ordem de R$ 36 milhões para que a UNEB, UESC, UEFS e UESB invistam.

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Centrais sindicais alinham pautas da greve geral do dia 14

(Foto: Internet)

A greve geral convocada pelas centrais sindicais para o dia 14 de junho toma força nos bastidores, com a mobilização dos grupos contrários às reformas do presidente Jair Bolsonaro (PSL). De acordo com o Jornal do Commercio, o movimento quer “derrubar” a reforma da Previdência, principal demanda de Bolsonaro.

O movimento sindicalista realizará até o dia da greve uma a agenda dos sindicalistas inclui plenárias estaduais para mobilização e também o apoio à segunda manifestação da União Nacional dos Estudantes (UNE) em resposta às medidas de contingência no Ministério da Educação, marcada para o dia 30.

Hoje (22) dirigentes dos principais sindicatos do país estão reunidos no Rio de Janeiro, para fortalecer a mobilização. Nos estados os representantes também alinham as demandas e um dos itens que ganha força na pauta de reivindicações é o viés ideológico do governo.

Governo da Bahia cortará salários de professores em greve

Professores da UNEB de Juazeiro apoiam movimento grevista (Foto: Arquivo)

Os professores das universidades estaduais da Bahia terão seus salários cortados. A informação foi repassada pelo sirte Bahia Notícias nessa sexta-feira (26) e foi confirmada pela assessoria de comunicação do governador Rui Costa (PT).

Os docentes da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) estão em greve há 18 dias, cobrando entre outros pontos, melhor remuneração salarial e mais recursos para as instituições de ensino.

O Governo da Bahia criticou a paralisação – que tem apoio dos discentes e servidores – afirmando que há “tom político” na manifestação deflagrada no começo do mês. Em Juazeiro, alunos dos seis cursos de graduação estão sem aula e se mobilizam em prol dos professores.

Caminhoneiro sinalizam paralisação no dia 29 de abril

(Foto: Internet)

O reajuste no preço do diesel deixou os caminhoneiros descontentes e a categoria já estuda uma paralisação ainda em abril. Segundo o representante da categoria, Wanderlei Alves, mais conhecido como Dedéco, a manifestação da classe teria início na madrugada o dia 29.

A maioria dos grupos de caminhoneiros já decidiu pelo dia 29 de abril, tem uns ou outros que acham que é pouco tempo, que devemos esperar ainda, mas a maioria concorda sobre o dia 29 porque chegamos num ponto que não tem mais condições de trabalhar”, disse ao Broadcast Agro, do Estadão.

Em grupos de WhatsApp os caminhoneiros insatisfeitos com pacote de Jair Bolsonaro (PSL) já articularam uma greve. “Os caminhoneiros estão cientes de que, dentro de 14, 15 ou 16 dias vai ter outro aumento do diesel, e esse aumento de R$ 0,10/litro já afetou em R$ 1 mil o lucro mensal, e o frete continua o mesmo”, destacou Dedéco.

Na quarta-feira (17) a Petrobras elevou o preço do diesel em R$ 0,10/litro, o que implica uma variação mínima de 4,518% e máxima de 5,147%, nos seus 35 pontos de venda no Brasil. O aumento começou a vigorar na quinta, véspera de feriado. (Com informações do JC Online).

Rui Costa e reitores de universidade estaduais terão reunião nesta segunda-feira para discutir demandas dos grevistas

(Foto: Internet)

O governador Rui Costa anunciou nesse final de semana que marcou uma reunião com reitores de universidades estaduais para discutir a greve de professores, prevista para inciar nesta segunda-feira (8). No entanto, Costa já anunciou que não vai comprometer as finanças do estado para atender às demandas da categoria.

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“Eu já marquei, segunda-feira à tarde, uma reunião com os reitores, para alinhar a questão do orçamento”, disse Rui durante o evento de inauguração da nova etapa da avenida 29 de Março, em Salvador no sábado (6). Ele ressaltou que não quer repetir a situação de estados que entraram em grave crise econômica recentemente.

“Não vou permitir em hipótese nenhuma, por mais pobre que seja em arrecadação, e é pobre em arrecadação, fique igual ao Rio de Janeiro, que arrecada o dobro da Bahia, fique igual a Santa Catarina, que arrecada quase o dobro da Bahia, fique igual a Minas Gerais, que arrecada mais do dobro da Bahia”, explicou. (Com informações do Bahia Notícias).

Professores da Uneb decretam greve, paralisação começa na segunda-feira

(Foto: Internet)

Em assembleia realizada em Salvador (BA) na tarde de ontem (3), os professores da Universidade Estadual da Bahia (Uneb) e da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.

Foram contabilizados 141 votos a favor da greve na Uneb, que tem caráter imediato. A categoria ainda vai deliberar os próximos rumos da greve. A decisão começa a valer na segunda-feira (8). Os docentes estavam no campus do bairro Cabula desde quarta-feira (3), com apoio dos estudantes.

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Segundo a Associação dos Docentes da Universidade do Estado da Bahia (Aduneb), mesmo após uma reunião com o governo na quarta, quando foi apresentada uma proposta como parte das reivindicações, a avaliação da categoria é de que nenhuma proposta concreta foi apresentada.

A greve afetará todos os 24 campi da instituição, inclusive o de Juazeiro. Nós estamos estamos tentando contato com a coordenação dos departamentos do Campus III para saber como será a programação dos docentes durante a greve e as demandas da categoria.

Ocupação em reitoria da UNEB pode terminar com paralisação em todos os campi

Caso seja decretada greve, campus de Juazeiro será afetado (Foto: Internet)

Desde a quarta-feira (3) o campus da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) no bairro do Cabula, em Salvador está ocupado por professores e estudantes da instituição. A ocupação deve ser encerrada às 14h de hoje (4), quando será realizada uma assembleia.

A depender do resultado da votação pode-se decretar estado de greve, que pode se estender aos 23 campi do estado. O estado de greve dos alunos e docentes teve início no dia 28 de março. Uma das reivindicações está relacionado aos direitos trabalhistas dos professores.

Mais de 400 professores possuem seus direitos à promoção negados pelo estado, que tentam negociar desde 2016. (Com informações de A Tarde).

Trabalhadores rurais de Petrolina ameaçam paralisar atividades

(Foto: Arquivo ANPr)

Em negociação com o sindicato patronal desde o mês passado os trabalhadores rurais de Petrolina podem paralisar suas atividades, caso não haja avanço no diálogo entre as partes. O corte em 50% dos direitos garantidos na convenção trabalhista proposto pelos patrões é a principal queixa dos empregados.

Até o momento, segundo o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Petrolina (STTAR), já foram realizadas oito rodadas de negociação sobre a convenção que engloba também a Bahia. “Estamos na mesa, queremos negociar. Infelizmente a classe patronal nos deixem preocupados. A gente não tem notícias, isso nos deixa cada vez mais apreensivo”, disse Lucilene Lima, a Leninha, presidente do STTAR.

Avanço

A ameaça de paralisar as atividades, iniciada nessa semana, o sindicato patronal demonstrou interesse em negociar. Segundo o STTAR, os patrões sinalizaram aceitar as demandas da convenção trabalhista e está pendente um posicionamento a respeito do salário 2019.

Hoje (15) o patronal fez uma proposta de reajustar o salário em R$ 1.041, ainda abaixo do proposto pelos trabalhadores rurais que é de R$ 1.076. Até o momento não há informações se o STTAR aceitará a sugestão.

Trabalhadores dos Correios descartam greve em Pernambuco

Uma assembleia geral realizada na noite de terça-feira (14), os trabalhadores dos Correios aceitaram a proposta da empresa e não deflagarão greve em Pernambuco. A negociação foi mediada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

Funcionários de Recife, Caruaru e Petrolina aceitaram a proposta. O sindicato dos trabalhadores dos Correios afirmou que serão repostas as perdas inflacionárias nos salários e demais benefícios em 3,68%, uma das reivindicações da categoria.

“É necessário que se diga que a categoria tem os salários mais baixos do funcionalismo público federal e as novas medidas com relação ao Postal Saúde não apenas inviabilizam o custeio por parte dos funcionários como retira a cobertura os genitores, pais e mães, que tinham o direito assegurado até então, e perderão o plano a partir de 1° de agosto de 2019”, destaca a nota.

O estado de greve foi anunciado na semana passada, em todo o estado, caso a empresa não aceitasse as reivindicações da categoria.

No Dia do Basta, bancários de Petrolina denunciam retirada de direitos e cobram reajuste salarial

Presidente do Sindicato falou sobre manifestação (Foto: Blog Waldiney Passos)

A manhã dessa sexta-feira (10) é marcada pela manifestação dos bancários em Petrolina. O movimento foi aprovado em assembleia geral realizada no meio da semana e é repetido em todo o estado. Aqui na cidade, o atendimento nas agências bancárias não interrompido, mas os bancários estão mobilizados para apresentar a pauta de reivindicações.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Petrolina e Região (SEEB), Augusto Ribeiro conversou com o Blog Waldiney Passos e falou sobre o ato realizado pela categoria no dia de hoje, que não descarta uma possível greve.

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“É uma forma de representar a nossa insatisfação com o que está sendo negociado em mesa com os banqueiros, com relação aos bancos privados e públicos. Temos tido retirada de direitos, a própria reforma trabalhista produziu isso, tem nos prejudicado de sobremaneira”, disse Augusto.

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Bancários de Pernambuco param nesta sexta

(Foto: Ilustração)

Após assembleia geral extraordinária, os bancários de Pernambuco rejeitaram, por unanimidade, a proposta da Federação Nacional dos Brancos (Fenaban) que tratava do aumento pelo índice de inflação. A categoria decretou estado de greve a partir desta quinta-feira (09).

No próximo dia 17 de agosto, os bancos devem  apresentar uma revisão do documento. Caso a resposta não esteja de acordo com o que os bancários pedem, os trabalhadores entrarão em greve.

Trabalhadores dos Correios em Pernambuco aprovam estado de greve, Petrolina também pode paralisar atividades

(Foto: Arquivo)

Uma nova greve dos funcionários dos Correios pode acontecer em Pernambuco. Na noite da terça-feira (7) os trabalhadores decidiram manter o estado de greve. Uma nova reunião está marcada para o dia 14, próxima semana e terá em pauta a possibilidade de paralisação.

Funcionários de Caruaru, Petrolina e Recife aderiram à orientação passada pela Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) e da Federação Interestadual dos Empregados da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Findect).

A categoria se manifestou através de nota sobre as pautas e reivindicações, entre elas a posição contrária à privatização dos Correios e sucateamento das unidades em todo país.

Confira a íntegra da nota:

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