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Incêndio florestal no Agreste Pernambucano atinge área de caatinga preservada

(Foto: Arnaldo Vitorino/Projeto Bichos da Caatinga)

Um incêndio florestal de grandes proporções atingiu uma área da caatinga no final da tarde de quinta-feira (15) em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco. De acordo com informações do Projeto Bichos da Caatinga, uma grande área de preservação entre o município pernambucano e a cidade paraibana de Barra de São Miguel foi atingida pelas chamas ainda durante a tarde.

Segundo Bruno Bezerra, coordenador do projeto, o fogo se alastrou por volta das 15h, atingindo uma grande proporção da região que é de mata nativa e preservada. “Assim que a gente soube, corrermos para lá e começou uma grande mobilização para que o fogo não aumentasse ainda mais”, explicou.

No início da noite, o Corpo de Bombeiros de Toritama (PE), bombeiros civis de Santa Cruz do Capibaribe, técnicos da Defesa Civil da Barra de São Miguel, juntamente com a mobilização de pessoas dos municípios vizinhos e do projeto, começaram os trabalhos para apagar o fogo. “Além dos bombeiros, uns três carros-pipas também auxiliaram no combate às chamas”, afirmou Bruno.

Após várias horas de trabalho, o incêndio foi controlado durante a madrugada desta sexta-feira (16). Ainda não se tem informações sobre o número de hectares destruídos pelo fogo na região.

Espécies atingidas

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Prefeitura de Petrolina amplia o plantio de mudas da Caatinga na Avenida Cardoso de Sá

(Foto: Divulgação/AMMA)

Através de uma ação do Projeto ‘Nossa Árvore’ desenvolvido pela Prefeitura de Petrolina (PE), a Avenida Cardoso de Sá, no trecho da Ciclovia da Orla, recebeu 30 novas mudas típicas do bioma Caatinga. O trabalho de arborização está sendo executado pelas equipes da Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA).

As mudas de Caatingueira; Ipê-branco e Ipê-roxo logo transformarão a paisagem da Ciclovia da Cardoso de Sá com o colorido de suas flores. Para garantir um desenvolvimento saudável dessas plantas, a AMMA está trabalhando com material orgânico e três vezes por semana irrigando as plantas por meio de carros-pipa.

O diretor de projetos ambientais da prefeitura, Victor Flores, fala sobre a ampliação do trabalho de arborização no município. “Estamos intensificando o plantio de árvores e a manutenção das mesmas, sobretudo, optando pela variabilidade de espécies e nativas com adubação orgânica. Em breve, o projeto chegará até a comunidade do bairro Caminho do Sol”, salienta.

Nossa Árvore

O projeto tem a proposta de tornar Petrolina uma cidade mais verde com o plantio de mudas típicas do bioma Caatinga, transformando praças e espaços de lazer. Locais como a Avenida da Integração; Parque Municipal; Residenciais Nova Vida I e II; bairro Quati, entre outros, já receberam as ações do projeto.

Prefeitura de Juazeiro é única na Bahia classificada por projeto do Ministério do Meio Ambiente

(Foto: ASCOM)

O projeto ‘Fortalecendo o Semiárido’, da Prefeitura de Juazeiro (BA), realizado através da Agência de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária  (ADEAP), foi um dos 29 classificados pela Chamada Pública 01/2018 do Ministério do Meio Ambiente. Na Bahia, somente Juazeiro foi contemplada.

Foram recebidas 56 inscrições, das quais 29 atenderam aos critérios de seleção e vão compor a base de dados de boas práticas no combate ao desperdício de alimentos do Ministério do Meio Ambiente, recebendo o certificado de reconhecimento.

“Das 29 classificadas apenas 15 irão apresentar o projeto em Brasília, sendo que dessas, somente duas prefeituras municipais, das mais de 5.570 no país, atenderam aos pré-requisitos exigidos – Juazeiro e Tijucas”, explicou o titular da ADEAP Tiano Felix, informando que a apresentação acontecerá no dia 09 de novembro, no auditório do Ministério do Meio Ambiente em Brasília.

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Alunos da rede municipal de Juazeiro recebem oficina de educação ambiental do Parque Fluvial

(Foto: ASCOM)

Em continuidade ao cronograma de ações da Meta 1 – Educação Ambiental da obra de construção do Parque Fluvial os alunos de 6º e 7º ano do Colégio Municipal Paulo VI participaram nesta quinta-feira (1º) no auditório da escola, da oficina ‘Rio São Francisco, resíduos sólidos, saneamento, cidade educadora’.

A oficina realizada pela empresa Progesol, contratada pela Prefeitura de Juazeiro através de processo licitatório para desenvolver as atividades da Meta 1, contou com a participação do secretário de Obras e Desenvolvimento Urbano (SEDUR) Hemerson Guimarães, do engenheiro civil responsável pela obra Lucas Souza, que apresentou para os alunos todo o projeto e da equipe de educação ambiental da Secretaria de Ordenamento Urbano e Meio Ambiente (SEMAURB), que esteve representada pelo pedagogo Ademir Fernandes e a gerente de licenciamento ambiental Josefa Galdino que abordou temas voltados sobre a visão da bacia do São Francisco e seu afluentes.

Para a gestora do Colégio, Francisca Oliveira, a oficina chega à unidade escolar em boa hora. “Já desenvolvemos projetos voltados para as questões ambientais com os alunos, inclusive com algumas parcerias externas e a conscientização quando trabalhada desde a idade mínima ela surte maior efeito. Sabemos da necessidade e importância de desenvolver em nossas crianças o sentimento de pertencimento com o rio, com a nossa cidade e agora com esse belo equipamento que está sendo construído que é o Parque Fluvial. Estamos aqui para somar e ser parceiros no que for melhor para Juazeiro e para a educação”, destaca a gestora.

O estudante Cauã Gomes, considerou a iniciativa da educação ambiental muito positiva e esclarecedora. “Gostei muito da oficina e conheci muitas coisas sobre o Parque que não sabia. Acredito que todas as escolas deveriam receber a oficina para que todos tenham conhecimento desse importante equipamento que nossa cidade está recebendo e nós precisamos cuidar dele”, relatou o aluno.

O gestor da SEDUR Hemerson Guimarães observa que neste dia 1º de novembro faz exatamente um ano que as obras do Parque foram iniciadas. “Um ano de obras em andamento, 48% da estrutura concluída, tudo dentro do cronograma programado, e com o andamento da educação ambiental em paralelo que é o mais importante. Estamos trabalhando para cumprir o prazo da obra e entregar mais uma grande obra para a população juazeirense”, destacou.

Parque Fluvial 

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Período de Defeso começa nesta quinta-feira (01) e a pesca fica restrita no Rio São Francisco

(Foto: Internet)

A partir desta quinta-feira (01) começa o período de Defeso – meses em que a pesca para fins comerciais é proibida devido à Piracema: época de reprodução dos peixes. Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), até 28 de fevereiro de 2019, fica proibida a pesca com todo tipo de malhas e outros equipamentos nas águas do Rio São Francisco.

De acordo com o engenheiro de pesca e analista ambiental do Ibama, Vanderlei Pinheiro, a proibição se estende até o dia 30 de abril nas lagoas marginais. “Sempre na época de trovoadas e chuvas, o peixe se prepara para migrar, subir o rio. O que a gente não quer é que antes do período de migração para a desova, esses peixes sejam capturados”, explica.

No período do defeso, os pescadores podem realizar a pesca de anzol, mas com restrições. “Eles podem pescar com anzol 5 quilos de peixes de espécies nativas e mais um exemplar de outras espécies, desde que não estejam na lista de extinção, porque esse tipo de pesca não é predatória”, esclarece Pinheiro.

Embora sejam realizadas fiscalizações durante todo o ano, no período de Defeso, o Ibama, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e outras instituições intensificam a vigilância. O pescador que for flagrado pescando irregularmente no Rio São Francisco terá o barco apreendido, bem como o motor, as redes e o peixe capturado. A multa vai de R$700 a R$100 mil e mais R$20 por cada quilo de peixe capturado. Se tiver no defeso, o pescador terá o seguro-defeso suspenso e vai ter que devolver o dinheiro que já recebeu e ainda ficará sem receber o benefício por dois anos.

Quem tem direito ao Seguro-defeso

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Especialista anuncia fim da estiagem prolongada no Nordeste durante palestra realizada em Petrolina 

(Foto: ASCOM)

Ao contrário do que diz a mídia sobre o aquecimento global produzido pelo homem, os controladores do clima (o sol e os oceanos) apontam para um resfriamento que deve durar até cerca de 2030, o que significa, entre outros fatores, o fim do ciclo da estiagem prolongada com a chegada de chuvas regulares no Nordeste.

Esta foi uma das boas novas anunciadas pelo professor e pesquisador da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Luiz Carlos Molion, durante palestra realizada na noite desta quarta-feira (24), em Petrolina (PE). Convidado pelo Sindicato dos Produtores Rurais do município, o PhD em Meteorologia e pós-doutor em Hidrologia de Florestas fez um diagnóstico dos últimos 180 dias com relação a produção agrícola regional e apresentou as perspectivas para o inverno 2018/2019.

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Embrapa traz para Petrolina o debate da pesquisa para o desenvolvimento sustentável

(Foto: Arquivo)

O debate sobre a contribuição da ciência no contexto socioambiental está cada vez mais presente no ambiente educacional, visando sensibilizar os estudantes, considerando o ser humano como parte integrante do meio ambiente. Nessa perspectiva, a Embrapa Semiárido participa, na cidade de Petrolina (PE), das atividades locais da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), promovidas pelo Sesc. O evento acontece no período de 16 a 19 de outubro e tem como tema a “Ciência para a Redução das Desigualdades”.

A programação é voltada para o público infanto-juvenil, e conta com palestras, oficinas e exposições que buscam tratar destas questões, que estão inseridas no cenário das pesquisas. As atividades ficam concentradas no Teatro Dona Amélia, em salas de aulas, espaços diversos e no ginásio do Sesc. Os interessados em participar podem se inscrever gratuitamente no site do evento.

A Embrapa contribui com a Semana mostrando o papel da pesquisa científica para o desenvolvimento sustentável. Para tanto, serão apresentados conteúdos educativos no estande do programa Embrapa & Escola, que ficará disponível durante todos os dias do evento no ginásio do Sesc, com recursos audiovisuais, exposição, distribuição de folders e amostras de trabalhos da empresa especialmente voltados para o tema. Clique aqui, e confira a programação completa.

Ministério do Meio Ambiente libera mais de R$ 200 mil para projeto de recuperação da Caatinga e matas ciliares do Rio São Francisco

Projeto de recuperação da caatinga e das matas ciliares do Rio São Francisco. (Foto: ASCOM)

O aniversário dos 517 anos do Rio São Francisco será lembrado nesta quinta-feira (4), em Juazeiro (BA), com um motivo a mais para comemorar. Durante as festividades, o Ministério do Meio Ambiente, através da Secretaria de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental, anuncia a liberação de um aporte no valor de R$ 262.520,40 para a continuidade do projeto de recuperação de áreas degradadas do bioma Caatinga, incluindo a recuperação das matas ciliares do Rio São Francisco.

O projeto que começou em 2016, é uma parceria público-privada entre a Agrovale e o Centro de Referência para Recuperação de Áreas Degradadas da Caatinga (CRAD), da Universidade Federal do Vale do São Francisco –  Univasf. Desde então, vários trabalhos estão sendo realizados no sentido de reflorestar este que é o único ecossistema integralmente brasileiro com 4,5 mil espécies vegetais.

À frente de uma equipe multidisciplinar de biólogos e engenheiros agrônomos, o professor da Univasf (Campus de Ciências Agrárias de Petrolina), José Alves de Siqueira, acompanha também a recuperação das matas ciliares através do desenvolvimento de espécies típicas como jatobá, ingazeira e o marizeiro, a partir do manejo dos locais invadidos pelas algarobas. Estima-se que a algaroba já invadiu cerca de 1 milhão de hectares da Caatinga. Ainda durante os trabalhos, são identificados os melhores modelos para a recuperação das áreas ribeirinhas do Velho Chico.

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Compesa é multada em mais de R$ 2 milhões por irregularidades em estações de esgoto em Petrolina

Falta de bombas reservar causa poluição do meio ambiente, segundo diretor da ARMUP. (Foto: ASCOM)

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) foi multada em mais de R$ 2 milhões pela Prefeitura de Petrolina por irregularidades em estações de esgoto da cidade. Após inspeções, a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Município de Petrolina (ARMUP) constatou que 13 estações de tratamento de esgoto estavam sem bombas reservas.

De acordo com Rubem Franca, diretor-presidente da ARMUP, a Companhia já havia sido notificada em junho deste ano para que se adequasse às normas estabelecidas e disponibilizasse bombas reservas para recolher esgotos brutos até as estações de tratamento. Ainda segundo o diretor, a ausência dos equipamentos resulta em poluição ambiental.

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“Esses equipamentos são importantíssimos para a segurança do sistema e para a preservação do meio ambiente, pois, como o próprio nome diz, entram em funcionamento quando a bomba principal sofre uma avaria ou é retirada para manutenção preventiva ou de rotina. Quando não há bombas reservas instaladas nas estações, os esgotos são lançados, via de regra, em um riacho mais próximo, afluente do Rio São Francisco ocasionando sérios danos ambientais”, disse.

Estações com irregularidades

De acordo com as fiscalizações, as irregularidades foram encontradas nas seguintes estações: Estação Elevatória da Vila Marcela, Jardim Amazonas, Ouro Preto, Jardim São Paulo, São Gonçalo, Colina do Rio, Dom Avelar Final, Dom Avelar III, Residencial Nova Vida I, João de Deus, Monsenhor Bernardinho, Rajada I e Rajada II, totalizando multa no valor de R$ 2.046.928,00.

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Departamento de ciência Humanas da UNEB, em Juazeiro, conta com o apoio da comunidade para implantar horta educativa 

(Foto: Divulgação/ NAC Uneb)

A horta educativa do Departamento de Ciências Humanas (DCH) III, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Campus de Juazeiro, recebeu um grande reforço. O professor Rubens Carvalho, do Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais (DTCS) da mesma universidade, está discutindo todas as etapas de elaboração da horta com os estudantes da disciplina Agroecologia, ministrada no oitavo semestre do curso de Agronomia.

A turma será organizada em equipes, para orientar servidores e estudantes do DCH III nas seguintes etapas: mecanização; compostagem e plantio de mudas, de acordo com a apresentação realizada na segunda-feira (24), no auditório multimídia do DCH. Para os estudantes de Pedagogia e Comunicação a atividade vale como Atividades Complementares de Curso (ACC).

Na próxima segunda-feira, 01 de outubro, os dois departamentos se reunirão para a primeira ação: o início da fase de compostagem. Para isso, solicitam que a comunidade faça a separação do lixo orgânico (restos de frutas e verduras cruas) e traga para o Departamento de Ciências Humanas. Na semana seguinte será iniciada a etapa de plantio das mudas de hortaliças, como coentro, salsa, alface, rúcula, cenoura, dentre outras. Também esperam conseguir produzir plantas medicinais.

Esta ação é realizada através da direção e da comissão de meio-ambiente que vem construindo, desde 2014, ações voltadas para preservação dos espaços de interação entre pessoas e natureza. Reflorestamento, cobertura de áreas degradadas do departamento, aproveitamento de água, coleta seletiva de lixo e convenio com cooperativa local, seminários, ações culturais são algumas das ações já desenvolvidas.

Parceria entre o SAAE e empresas de recicláveis visa coletar óleo usado na cozinha, em estabelecimentos comerciais e residências de Juazeiro

(Foto: ASCOM)

Nesta quarta-feira (19) técnicos do Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE), em Juazeiro (BA) e das Empresas Soluções em Recicláveis de Resíduos (SRR) e Prest Limp estiveram reunidos a fim de consolidar a parceria para a coleta e destino final do óleo utilizado nas cozinhas de lanchonetes, restaurantes, praças de alimentação e residências.

O projeto tem como finalidade fazer o recolhimento do óleo de cozinha usado de maneira correta, contribuindo com o meio ambiente e minimizando os constantes entupimentos nas redes de esgotos. Na primeira etapa os técnicos das empresas e equipes do setor Social, Resíduos Sólidos e de Meio Ambiente do SAAE, visitarão os estabelecimentos e as residências conscientizando os proprietários da importância do projeto. “Cada estabelecimento receberá um recipiente com capacidade para 50 litros de óleo e faremos a retirada de acordo com o volume coletado”, explicou Domingos Ribeiro, da Prest Limp, empresa que já atua no mesmo segmento no Estado do Mato Grosso.

De acordo com Osmar Lonardoni, diretor da SRR, o óleo coletado será reutilizado na geração do combustível biodiesel, ração para animais e até na fabricação de alguns cosméticos. “Todo este material que diariamente vai parar nas redes de esgoto provocando os constantes entupimentos pode ter um destino, evitando contaminação do meio ambiente. Toda estrutura para inicio do projeto já está pronta e, iniciamos nessa quinta-feira (20), pelo Condomínio Country Clube o trabalho de cadastro dos moradores e entrega do kit para o descarte do óleo”, informou.

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Moradores do bairro Jardim São Paulo reclamam que terreno baldio está servindo de depósito de lixo

Terreno baldio, Rua Vitória Régia, bairro Jardim São Paulo. (Foto: moradores do bairro)

Moradores do bairro Jardim São Paulo, em Petrolina, entraram em contato com o nosso blog para denunciar um problema que está causando dor de cabeça e transtorno. Segundo eles, na Rua Vitória Régia, um terreno baldio virou depósito de lixo.

Entulho, resto de podas de árvores, tudo isso está sendo descartado no terreno. A quantidade de lixo é tão grande que os moradores têm receio de que em poucos dias, o trânsito seja prejudicado.

“De quem é a culpa? Do proprietário que não cerca seu terreno, do poder público que não fiscaliza, dos carroceiros e pessoas que pagam para retirar o entulho de sua porta e joga em qualquer lugar”, afirma uma moradora que não quis se identificar.

Por meio de nota, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade informou que vai enviar uma equipe da Gerência de Fiscalização de Obras e Posturas até o local para verificar a propriedade do terreno. Se for particular, o proprietário será notificado para realizar a limpeza e murar. Se for área pública, uma solicitação de limpeza será encaminhada para a Secretaria de Infraestrutura, Mobilidade e Serviços Públicos (SEINFRA).

Para driblar o preço alto da conta de luz, juazeirenses e petrolinenses investem em energia solar

(Foto: ASCOM)

Buscando alternativas para diminuir os gastos com a conta de luz, moradores e donos de comércio de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), encontraram a solução no sol. Por meio da energia solar fotovoltaica eles estão diminuindo os custos com a conta de luz e contribuindo com a preservação do meio ambiente, por utilizar uma fonte de energia limpa, sustentável e renovável.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou que a conta de luz dos brasileiros vai continuar com a bandeira vermelha nível 2 até o final do ano. O diretor da Energia Solar Original, empresa com sede em Petrolina, Rodrigo Mesquita, explica que um dos principais fatores da procura por instalações terem aumentado foi a questão da conta de luz mais alta.

“Os motivos pela crescente demanda vão desde a preocupação com a preservação do meio ambiente, os constantes aumentos na conta de luz, os recorrentes incentivos federais, estaduais e bancários, além de representar uma fonte de rendimentos financeiros, tudo isso converge e contribui para o aumento de micro geradores em todo território nacional. Só aqui em Petrolina e Juazeiro mais de 33 clientes já estão economizando com os benefícios de um sistema solar original”, explica Rodrigo Mesquita.

O funcionamento de um sistema de energia solar é simples: o painel solar capta a luz do sol e transforma em energia

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Comitê da Bacia Hidrográfica do rio São Francisco discute prevenção a enchentes durante Audiência Pública

Mesmo no período de seca, o tema enchente chegou à Câmara de Vereadores de Petrolina na manhã dessa segunda-feira (17), em uma Audiência Pública promovida pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do rio São Francisco (CBHSF). Essa já é a segunda reunião aberta ao público e a programação será encerrada em Pirapora (MG) em outubro.

Entidades como Agência Nacional de Águas (ANA), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a CHESF, Defesa Civil estiveram na reunião. Representando os poderes Executivos, o prefeito de Lagoa Grande, Vilmar Capellaro e do Legislativo, apenas o vereador Gilmar Santos (PT) marcaram presença na Audiência.

Presidente do CBHSF, Anivaldo de Miranda Pinto destacou a importância de se discutir a prevenção de enchentes durante a estiagem. “Esse é o momento certo, se você esperar que as águas cheguem aí não vai dar tempo para nada. Numa seca tão prolongada as pessoas ficam imaginando que não haverá mais cheia e no século do aquecimento global, as secas cada vez serão mais prolongadas e as cheias mais concentradas e destrutivas”, afirmou.

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Reintrodução da ararinha-azul na natureza deve começar no ano que vem

(Foto: Internet)

A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), extinta na natureza desde 2000, deve voltar a voar nos céus brasileiros em breve. A ave, natural da Caatinga nordestina, principalmente nas cidades de Juazeiro e Curaçá, ambos na Bahia, ainda é criada em cativeiro. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ainda existem cerca de 150 ararinhas mantidas por criadores no Brasil e no exterior.

O processo de reintrodução deve começar em março do ano que vem, quando deverão chegar ao Brasil 50 ararinhas que serão trazidas da Alemanha, por meio de uma parceria do governo federal com criadores europeus.

Para receber as ararinhas-azuis, a União criou em junho deste ano um refúgio de vida silvestre de cerca de 30 mil hectares em Curaçá, que será envolvido por uma área de proteção ambiental de mais cerca de 90 mil hectares.

O processo de reintrodução da ave envolve a readaptação dos indivíduos à natureza, o que leva algum tempo. De acordo com Pedro Develey, diretor executivo da Save Brasil, que colaborou com o projeto de criação da unidade de conservação de Curaçá, as aves deverão ser soltas entre 2020 e 2023.

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