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Em ato público, familiares e população cobram Judiciário por decisão no Caso Beatriz

“Queremos Justiça! Queremos resposta!”. Foi com esse grito que os manifestantes se reuniram na manhã dessa quinta-feira (2) em frente ao Fórum de Petrolina para cobrar do Judiciário a revisão da decisão sobre o pedido de prisão preventiva de Alisson Henrique, ex-funcionário do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora no dia em que Beatriz Angélica Mota foi assassinada em 2015.

Convocada pelas redes sociais, a população se uniu aos familiares de Beatriz e do jovem Alisson Dantas, também morto em 2015, no bairro Quati porque o seu assassino achou que ele estava usando a wi-fi de sua residência. O pedido era comum entre as famílias: justiça.

A mãe de Beatriz, Lucinha Mota questionou o argumento da Justiça de Petrolina que negou o pedido de prisão preventiva do ex-funcionário do colégio argumentando sobre tempo. “Deixou ele livre alegando o quê? Tempo, porque ele não foi preso em 2016. Ele não foi preso em 2016 porque o nosso Estado não tem condições físicas de garantir uma investigação, naquela época não se sabia quem tinham apagado as imagens”, disse.

Pai de Beatriz comenta decisão da Justiça (Foto: Blog Waldiney Passos)

Em conversa com o Blog Waldiney Passos, Sandro Romilton, pai de Beatriz falou sobre a decisão de realizar mais um ato público na cidade onde a garota foi morta.

“Viemos dessa vez pedir para que a Justiça seja feita no sentido de que, uma decisão do Judiciário negando o pedido da Polícia Civil e pelo Ministério Público pela prisão de um autor, incontestavelmente ele é autor. A gente não entende por que ele não foi preso ainda”, questionou Sandro.

A manifestação teve adesão de populares que se juntaram ou apenas acompanharam o protesto. Motoristas e motociclistas que passavam pelo local também demonstravam apoio ao ato buzinando. Estima-se que o grupo continue em frente ao Fórum até às 10h.

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