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Estudantes de Direito da UNEB lançam evento sobre Direitos Humanos

O evento acontecerá nos dias 23 e 24 de agosto, a partir das 14h. (Foto: Divulgação)

Estudantes do curso de Direito da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), em Juazeiro (BA), que fazem parte do Coletivo de Assessoria Jurídica Popular Luiz Gama (CAJUP), que é um grupo de Assessoria Jurídica Popular estão lançando o “(Re) Unir Resistências”. O evento acontece em agosto com enfoque em Direitos Humanos.

Segundo os organizadores, o objetivo da proposta é abrir espaço para novas discussões na universidade que estejam alinhadas com a luta das comunidades para que, dessa forma, se possa (re)unir resistências em prol dos Direitos Humanos.

O evento acontecerá nos dias 23 e 24 de agosto, a partir das 14h, no Auditório Antônio Carlos Magalhães (ACM), do Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais (DTCS), do Campus III, da Universidade do Estado da Bahia (UNEB).

No evento será lançado um livro infantil, organizado pelo próprio grupo, tendo como protagonista Luizinho, que tem como objetivo descortinar o racismo e trazer a representatividade para as crianças negras, em um material que lhe possa ser acessível pedagogicamente.

Além disso, serão concedidos, exclusivamente por meio eletrônico, através do envio para o endereço de e-mail fornecido no ato da inscrição, certificado de participação com carga horária de 12 horas. As inscrições, que possuem o valor fixo de R$ 10,00, podem ser realizadas no do site do evento.

CAJUP

O grupo CAJUP surgiu a partir da ação extensionista coordenada pela professora Doutoranda Gabriela Barretto de Sá, sendo desenvolvido em conjunto com o Centro Acadêmico dos Discentes de Direito (CADDI), e tem como inspiração a figura de Luiz Gama, advogado que agiu em favor da abolição da escravatura no Brasil, sendo um projeto em constante construção, onde os membros se reúnem mensalmente para pensar novas metodologias e ações com o objetivo de fazer cumprir a função social da universidade.

O grupo busca sempre fomentar o debate sobre assuntos pouco tratados nas salas de aula, florescendo no meio acadêmico, ainda tradicional e dogmático, a perspectiva de promover uma Ciência Jurídica menos elitista e mais popular, que tangenciasse de maneira efetiva os problemas sociais, buscando dar visibilidade às comunidades historicamente marginalizadas, para que, através da construção de diálogos entre a Universidade e Sociedade, fossem estabelecidas mudanças concretas na práxis acadêmica e jurídica.

Essa prática extensionista, além de promover a educação jurídica popular, está sustentada no tripé constitucional: ensino, pesquisa e extensão.

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