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Lei Orçamentária 2019 é discutida em audiência pública realizada pela prefeitura de Juazeiro

Audiência pública, realizada na Câmara de Vereadores de Juazeiro (BA). (Foto: Blog Waldiney Passos)

Na noite desta terça-feira (18), a prefeitura municipal de Juazeiro (BA) realizou uma audiência pública na Câmara de vereadores, para tratar da Lei Orçamentária do município para o ano de 2109. A audiência foi conduzida pela equipe da Secretaria de Finanças, com a participação do secretário Plínio Amorim, lideranças comunitárias e população em geral.

Pela importância do assunto era esperado que a casa estivesse cheia e que a população se fizesse presente. Infelizmente o espaço destinado ao público não foi totalmente preenchido, assim como as poltronas do poder legislativo, que não foram ocupadas por nem um vereador. As pessoas que ali estiveram, aproveitaram o momento para reivindicar seus direitos e colocar em pauta os anseios da comunidade.

“Para mim e para a comunidade a audiência é de grande importância por que a gente percebe como é distribuído o nosso dinheiro, o dinheiro público dentro da nossa cidade. E ainda saber se de fato está sendo aplicado como a gente espera, e se está atingindo os nossos anseios”, ressalta Aparecida Rodrigues de Oliveira, dona de casa, moradora do Residencial São Francisco.

O orçamento participativo 2019 é construído em várias etapas, até o dia 15 de dezembro o projeto de Lei deve ser aprovado pela Câmara, e em seguida deve ser sancionado pelo poder executivo. A lei será executada a partir do dia 1º de janeiro de 2019. Ações básicas como construção de praças, unidades de saúde, escolas e creches, manutenção da iluminação pública, e pavimentação já estão previstas no orçamento do próximo ano.

O Secretário de Finanças, Plínio Amorim, explica a importância dessa iniciativa do governo municipal, em promover a audiência e consequentemente o diálogo entre o poder público e a população.  “Está no artigo primeiro da constituição, que todo poder emana do povo, aqui é uma forma de legitimar esse poder, permitir que a população possa fazer sugestões, provocações, e correções ao orçamento publico, por que a gente trabalha com o dinheiro do povo. Então, nada mais justo que a gente chame o povo para nos orientar, para poder reivindicar aquilo que deseja”, disse.

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