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Manoel da Acosap pede fim da cobrança da taxa mínima de água e esgoto da Compesa

Edil afirmou que ficará no pé da Compesa (Foto: Blog Waldiney Passos)

Um dos autores do pedido para realização da Audiência Pública em Rajada no final de semana, o vereador Manoel da Acosap (PTB) afirmou que continuará no pé da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). Ontem (11) ele apresentou o Requerimento n°216/2019, no qual pede a extinção da taxa mínima de água e esgoto imposta pela Companhia em Petrolina.

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“Esse Requerimento faz parte dos trâmites da Audiência Pública que nós tivemos em Rajada. A Compesa arrecada por ano em Petrolina R$ 105 milhões e ninguém sabe para onde é que vai esse dinheiro. É uma caixa preta, eu digo isso porque fiz um Requerimento ao Governador [Paulo Câmara] e ao presidente da Compesa, Roberto Tavares pedindo o detalhamento das receitas líquidas e eles não respondem“, afirmou ao Blog.

Segundo Manoel da Acosap, a cobrança configura-se como antecipada e é injusta, já que os petrolinenses pagam sem poder usufruir dos serviços, em especial na zona rural. “A maioria das pessoas não paga mais do que 10 m³ de água. Água e esgoto, são duas taxas em uma só e como é que eu não tenho um serviço laboral na minha casa, tenho uma vez por mês como acontece em Rajada e eu tenho que pagar 10 m³ de água e esgoto. Isso é um absurdo“, disse.

Ele finalizou a entrevista cobrando dos demais poderes mais empenho na fiscalização junto à Compesa. “Entendo das limitações do meu mandato, mas tem o Ministério Público para fazer isso, os órgãos de defesa do consumidor. A Compesa estipula a taxa, se você não tem a água tem que pagar mesmo assim”, finalizou.

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