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Policiais Civis de todo o Brasil confirmam participação de ato contra a demissão de Áureo Cisneiros nesta quinta-feira

(Foto: Divulgação/Ascom)

De acordo com informações do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (SINPOL), nesta quinta-feira (7) Policiais Civis de todo o Brasil devem participar de um ato contra a possível demissão do presidente do SINPOL, Áureo Cisneiros.

Segundo o SINPOL, Áureo e demais diretores da entidade estão sendo vítimas de perseguições políticas por parte do Governo do Estado. “Como é de conhecimento público, Áureo está enfrentando uma inadmissível ameaça de demissão, simplesmente por exercer suas atividades sindicais, denunciando que a falta de condições de trabalho a que os Policiais Civis de Pernambuco estavam submetidos redundaria em uma grave crise da segurança pública do estado”, afirma a Assessoria de Comunicação do SINPOL, em reportagem publicada no site da entidade.

Ainda de acordo com o SINPOL, a ameaça de demissão de Áureo Cisneiros é uma tentativa de intimidar o Sindicato que está prestes a deflagrar a campanha salarial de 2019. A expectativa é de que mais de 200 Policiais Civis de todas as regiões do país participem do ato “Não à Demissão”. A concentração está marcada para às 10h, no Parque 13 de maio, em Recife (PE).

A Produção do Blog Waldiney Passos entrou em contato com a Assessoria de Comunicação da Secretaria de Defesa Social do Estado, para que o órgão pudesse fazer esclarecimentos sobre a denúncia do SINPOL com relação a demissão de Áureo Cisneiros. Até o momento a SDS não se pronunciou sobre o caso.

Entenda o caso

Áureo Cisneiro foi candidato a deputado estadual por Pernambuco nas eleições de 2018. Para tanto, atendendo a Lei Eleitoral brasileira, se desincompatibilizou do cargo que ocupava no Sinpol. Como não foi eleito deputado, também de acordo com a Lei, oficiou ao Estado o seu retorno às atividades à frente do Sindicato, que preside até 2020. Mas, segundo o SINPOL, o Governo de Pernambuco não só ignorou a lei, como quis obrigar o Presidente do Sinpol a comparecer diariamente ao setor de Recursos Humanos do Estado, como forma de inviabilizar sua atuação sindical.

O Governo ainda instaurou mais um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar as “faltas” que o Presidente do Sindicato teria acumulado por não comparecer ao GRH. Contudo, o SINPOL também conseguiu reverter a situação através de outra ação judicial.

Justiça

Atendendo a uma ação judicial impetrada ano passado pelo Sinpol, o Juiz Raimundo Nonato decidiu liminarmente dar dois dias de prazo para que o Estado expeça a portaria de lotação do Presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros, no sindicato presidido por ele. A liminar foi expedida na terça-feira (5).

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