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Prefeitura de Petrolina alerta para responsabilidade conjunta no combate ao Aedes aegypti

(Foto: Jonas Santos)

O apoio da população no combate ao mosquito Aedes aegypti é essencial para manter Petrolina longe de doenças como Dengue, Zyka e Chikungunya. Os mutirões da prefeitura estão sendo intensificados, mas são hábitos diários de cada morador dentro das casas que fazem a maior diferença para que não haja criadouros e consequentemente a proliferação do mosquito transmissor das doenças.

A Vigilância em Saúde, vinculado à Secretaria de Saúde, destaca também a importância da notificação de casos suspeitos. Se a pessoa está com sintomas que podem ser indicativo das doenças, deve ir à unidade de saúde mais próxima para fazer a notificação. É através dela que os agentes de combate às endemias são sinalizados sobre os locais que devem passar pela intensificação das ações, busca ativa de focos do Aedes bem com a realização do bloqueio de transmissão com inseticidas.

Com a consolidação de dados do 3° Levantamento de Índice de infestação predial (LIRAa), feito  no início do mês de maio,  Petrolina apresenta índice geral de 2,1 %, que coloca a cidade em situação de médio risco para surto. O LIRAa, realizado a cada dois meses, serve como instrumento de monitoramento para os locais com maiores infestações dos ovos e larvas do mosquito.

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Petrolina aponta médio risco para infestação do Aedes aegypti; população deve ficar atenta às formas de prevenção

(Foto: Ilustração)

Os dados do 4º Levantamento Rápido de Índice de Infestação para o Aedes aegypti (LIRAa) 2019 da cidade de Petrolina foram divulgados recentemente. A pesquisa realizada pela Secretaria de Saúde do município aponta 1,8 % para infestação do mosquito, considerado de médio risco. O número de casos da doença no país sofreu aumento de 264%.

A melhor maneira de mudar o cenário local e nacional é com eliminação dos focos de acúmulo de água. “Para isso, é importante não acumular água em latas, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, garrafas, caixas d´água, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros”, orienta a coordenadora do curso de Biomedicina da UNINASSAU Petrolina, Victória Carvalho.

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Alerta: dados apontam médio risco de infestação por Aedes aegypti em Petrolina

(Foto: Jonas Santos)

O segundo Levantamento Rápido de Índice de Infestação para o Aedes aegypti (LIRAa) do ano, foi realizado em Petrolina (PE) na primeira semana de março. Através da coleta de amostras e vistorias feitas em estabelecimentos residenciais e comerciais, os Agentes de Combate às Endemias realizaram a pesquisa em diversos bairros da cidade.

Após a consolidação dos dados, a Secretaria de Saúde divulgou um sinal de alerta: Petrolina apresenta índice geral de 1,8 %, que coloca a cidade em situação de médio risco de infestação para os agravos causados pelo Aedes aegypti. O LIRAa, realizado a cada dois meses, serve como instrumento de monitoramento para os locais com maiores infestações dos ovos e larvas do mosquito.

Os bairros mais preocupantes são os que apresentam índice de infestação de 3,2 % como João de Deus, Loteamento Bela Vista, Quati, São Gonçalo, Jardim Petrópolis, COHAB VI. Em segundo lugar, com 3,0%, estão Dom Avelar, São Jorge, São Joaquim e Terras do Sul.

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Vírus da chikungunya chegou ao Brasil um ano antes de doença ser registrada, afirma pesquisa

(Foto: Ilustração)

Uma pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz  (Fiocruz) apontou que o vírus da chikungunya chegou ao Brasil pelo menos um ano antes de ser detectado pelos sistemas de vigilância em saúde pública. O estudo foi realizado em parceria com a Escola de Saúde Pública Mailman, da Universidade de Columbia (EUA) e publicada no periódico Scientific Reports, do grupo Nature.

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Doença viral transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, a febre chikungunya foi diagnosticada pela primeira vez em pacientes do país em 2014, mesmo ano em que a circulação do vírus foi identificada. No entanto, a Universidade de Columbia conseguiu constatar que o vírus entrou no país em 2013.

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Verão: Prefeitura alerta população sobre cuidados com o mosquito Aedes aegypti em Petrolina

(Foto: ASCOM)

Com a chegada dos dias mais quentes, a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como a dengue, zika e chygungunya aumenta em decorrência das altas temperaturas, que facilitam a eclosão dos ovos. Apesar da redução de 83% dos casos no ano de 2018, a prefeitura de Petrolina (PE) alerta sobre a importância de redobrar a atenção, principalmente, com recipientes que podem se tornar criadouros do mosquito.

Qualquer local que acumule água parada, como vasos de plantas, latas, caixas d’ água mal tampadas, pneus, calhas e até mesmo uma tampa de garrafa, pode virar um criadouro do mosquito. De acordo com a gerente de Endemias, Rânmilla Castro, a principal arma no combate ao Aedes aegypti, é a conscientização da população.

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Prefeitura de Petrolina realiza ações em combate ao Aedes Aegypti

Dia “D” acontece na sexta-feira. (Foto: ASCOM)

Para combater o mosquito Aedes aegypti em Petrolina, a prefeitura irá realizar de 26 a 30 de novembro atividades de educação em saúde nos bairros onde há um número maior de notificações para dengue. A ação faz parte da Semana Nacional de Combate ao Aedes, na qual todos os estados e municípios são convocados para, juntamente com a população, unir esforços no combate ao mosquito.

As ações acontecerão dentro das unidades de saúde dos bairros e irá buscar orientar os profissionais quanto às notificações das doenças, além de alertar a população sobre prevenção e controle de focos do mosquito. Na segunda-feira (26) será o dia do Alto do Cocar; na terça, Pedro Raimundo; na quarta, Pedra Linda; e na quinta (29), no Jardim Amazonas.

Já na sexta-feira (30), será o ‘Dia D’ de combate ao Aedes no bairro João de Deus, que, no último levantamento teve um índice de infestação de 4,1%, considerado elevado. Será realizada uma ação educativa na unidade de saúde, além de inspeção nas residências, busca de focos e orientações à população.

“A Secretaria de Saúde, através da Vigilância em Saúde, se preocupa diariamente em realizar ações de combate ao Aedes. Com a Semana Nacional de combate, temos o intuito de sensibilizar a população de que este é um trabalho conjunto, não podemos facilitar para a criação de focos do mosquito”, destaca a secretária executiva de Vigilância em Saúde, Marlene Leandro.

Zika vírus volta a circular em Pernambuco; 13 casos foram confirmados

(Foto: Internet)

Após passar todo o ano de 2017 sem nenhum caso confirmado em Pernambuco, o zika vírus volta efetivamente a circular no Estado este ano. 81 pacientes já manifestaram os sintomas sugestivos da doença.

Entre eles, 13 tiveram o diagnóstico confirmado da arbovirose, que ficou conhecida por causar microcefalia em bebês e outras malformações congênitas, além de complicações neurológicas em adultos.

A informação está no 11º boletim epidemiológico de arboviroses deste de 2018, divulgado esta semana pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) e que considera dados até o último dia 17 de março.

Em um dos pacientes, entre o grupo de 13 que tiveram diagnóstico laboratorial positivo para zika, o vírus foi identificado nos primeiros dias da doença, através da técnica de PCR (sigla em inglês para reação em cadeia da polimerase), capaz de identificar a presença do DNA do agente causador da doença em amostras de sangue do paciente.

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Prefeitura de Petrolina discute combate ao Aedes Aegypti com instituições da cidade

(Foto: Arquivo)

Com o objetivo de discutir ações conjuntas de combate às doenças causadas pelo Aedes Aegypti, a Secretaria de Saúde reuniu, na manhã desta quarta-feira (21), representantes de diversos órgãos de Petrolina no primeiro encontro do Comitê Intersetorial de enfrentamento às arboviroses.

A reunião contou com a apresentação das ações desenvolvidas pelo setor de endemias contra a proliferação do mosquito, e dos indicadores epidemiológicos e entomológicos levantados pela Vigilância Epidemiológica do município. Estes indicadores servem como parâmetros para perceber a situação da cidade em relação à infestação do Aedes Aegypti.

De acordo com a secretária executiva de Vigilância em Saúde, Marlene Leandro, o comitê formado por órgãos que atuam na sociedade fortalece o enfrentamento ao Aedes Aegypti. “Além do trabalho que a Secretaria de Saúde desenvolve todos os dias através dos agentes de combate às endemias com a visita aos bairros, recolhimento de pneus e recipientes que acumulam água e orientações educativas, devemos nos unir para que cada um faça a sua parte, pensando em ações e estratégias”, ressalta.

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Juazeiro: período chuvoso preocupa SESAU que alerta para possibilidade de reprodução do Aedes Aegypti

Com o período chuvoso, a Secretaria de Saúde de Juazeiro (SESAU) alerta para os cuidados com recipientes em domicílios que possam acumular água e servirem de berço para a proliferação de mosquitos, como o Aedes Aegypti transmissor de doenças como dengue, zika, chikungunya, febre amarela, entre outros. A SESAU acrescenta que os cuidados devem ser diários, uma vez que depositado os ovos do mosquito, os mesmos podem resistir até um ano.

Os moradores devem observar dentro das próprias residências a existência de recipientes com água parada como: vasos de plantas, caixas d’água, piscinas ou qualquer outro meio que possa acumular água, por menor quantidade que seja, principalmente nos períodos de chuva, para assim, evitar a proliferação do mosquito.

Para a Superintendente de Vigilância em Saúde, Tatiane Malta, a conscientização e os cuidados devem ser de todos. “É importante o descarte correto da água, do lixo, além da higienização dos vasilhames de plantas, de alimento dos animais e a limpeza dos quintais são fundamentais, é um cuidado individual/coletivo que reflete no bem estar em toda a cidade”, explicou.

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Sento Sé: mutirão realiza combate ao mosquito Aedes Aegypti

(Foto: ASCOM)

O ‘Dia D’ de combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e Chikungunya foi realizado na sexta-feira (2), na cidade de Sento Sé. A ação foi coordenada pela Secretaria de Saúde, que visitou as residências do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’.

Durante o mutirão foram recolhidos materiais que servem de criadouro para o mosquito, como pneus, garrafas, tampas e recipientes. As equipes também fizeram o trabalho de conscientização nos bairros Bela Vista, Elias Alves e Santa Terezinha, além das casas populares do programa federal.

Segundo o secretário de Saúde, Luiz Rezende, foram recolhidas cinco caçambas de materiais. “Quero agradecer a todos os parceiros, iremos continuar com essas ações em outros bairros e no interior. O governo está fazendo seu papel e com a ajuda de todos iremos vencer a luta contra esse mosquito que causa tantos prejuízos a nossa população, vamos lá, todos contra o mosquito”, frisou o secretário.

Índice de infestação do mosquito Aedes aegypti é baixo em Petrolina

(Foto: Divulgação/Ascom)

O primeiro Levantamento Rápido de Índice de Infestação para o Aedes aegypti (LIRAa) do ano foi finalizado em Petrolina na última sexta-feira (06). Cerca de 90 Agentes de Combate às Endemias percorreram os bairros da cidade, vistoriando e coletando amostras para a realização da pesquisa.

Após a consolidação dos dados, a Secretaria de Saúde, por meio do Setor de  Endemias, divulga uma boa notícia: O município apresentou índice de infestação de 0,6%, o que classifica Petrolina com baixo risco de epidemia para os agravos causados pelo Aedes aegypti.

O último LIRAa foi realizado em outubro do ano passado e teve índice de 0,8%, número considerado satisfatório pelo Ministério da Saúde. Para o ano de 2018, o município continuará com ações voltadas ao combate ao Aedes e consequentemente no enfrentamento das arboviroses Dengue, Zika e Chikungunya.

“Iremos continuar trabalhando para manter o índice de infestação lá em baixo. Além do desenvolvimento das nossas ações, precisamos que a população tome consciência e faça sua parte. Juntos, vamos combater o mosquito e suas doenças”, ressaltou a Gerente de Endemias, Aynoanne Barbosa.

No verão, cuidados para evitar Aedes Aegypti devem ser redobrados

(Foto: Arquivo)

A dengue, a zika e a chinkungunya são doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti, que tem infestação mais intensa no verão, em função da elevação da temperatura e da intensificação de chuvas. Esses fatores propiciam a eclosão de ovos do mosquito.

A principal recomendação para acabar com o mosquito Aedes aegypti é eliminar locais de água parada, onde o mosquito deposita suas larvas. É preciso estar atento a vasos de plantas, pneus velhos, bacias e outros recipientes que possam armazenar água parada.

Febre, dores no corpo e manchas na pele são sintomas que confundem o diagnóstico das três arboviroses. Para diferenciá-las, o Ministério da Saúde elaborou uma cartilha para diferenciar os sinais das três doenças e a frequência dos sintomas.

No entanto, em caso de sintomas referentes a essas doenças, procure o médico imediatamente.

Confira os sintomas

  • Febre

Na dengue, costuma ser alta, acima de 38° C, de quatro a sete dias. Na zika, o sintoma não costuma se manifestar e quando se mostra, geralmente, é num estágio subfebril. Já na chikungunya a febre alta, acima de 38° C, aparece durante dois e três dias.

  • Manchas na pele

Quase sempre (90 a 100% dos casos) aparecem em pacientes com Zika, no 1° ou no 2° dia. Já em pacientes com dengue, as manchas costumam surgir a partir do 4° dia. O sintoma foi verificado entre 30% e 50% dos casos. E na chikungunya, 50% dos casos apresentaram manchas na pele durante dois a cinco dias.

  • Dores nas articulações

Podem aparecer de forma leve na zika. Já na dengue e chikungunya quase sempre estão presentes, na primeira de forma moderada e na segunda os pacientes apresentam dor intensa. 

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Campanha ‘Sexta sem Mosquito’ irá combater o Aedes Aegypti em Juazeiro

Nesse mês de dezembro, toda sexta-feira será de combate a dengue em Juazeiro. (Foto: ASCOM)

Um dia na semana para todos fazerem aquela faxina na casa, no escritório, na empresa e combater o mosquito Aedes Aegypti. É a ‘Sexta sem Mosquito’, uma campanha do Governo Federal, através do Ministério da Saúde, com o apoio dos governos estaduais e municipais. Em Juazeiro, a ação de combate ao mosquito transmissor da dengue, Zica e chikungunya, teve início no último dia 8 no Mercado Municipal Joca de Souza Oliveira.

Pela manhã, comerciantes e fregueses do Mercado foram abordados pelos Agentes de Combate as Endemias que passaram orientações sobre os cuidados necessários para evitar criadouros, sobre as arboviroses (dengue, zica, chikungunya e febre amarela), e o tratamento dessas doenças, bem como realizaram busca e tratamento de possíveis criadouros do mosquito no local. Após o encerramento das atividades no mercado, as equipes utilizaram bombas costais para utilização do inseticida para o bloqueio do mosquito Aedes, e também da muriçoca.

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Governo declara fim de emergência nacional pelo vírus Zika

(Foto: Arquivo)

Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (11), o fim da emergência nacional em saúde pública por zika e microcefalia no Brasil. Segundo a pasta, o fim da emergência ocorre devido à queda no número de casos de zika e microcefalia no país.

Do início do ano até 15 de abril, foram registrados 7.911 casos de zika no país, o que representa uma redução de 95,4% em relação a 2016. Na mesma época do ano passado, havia 170.535 casos da doença.

Em 2017, foram confirmados 230 novos casos de microcefalia e 2.837 casos suspeitos continuam sob investigação. Ao todo, desde o início da emergência em saúde, em novembro de 2015, o Ministério da Saúde recebeu 13.490 notificações de casos suspeitos de microcefalia, dos quais 2.653 foram confirmados.

No primeiro ano da emergência – desde o início da emergência até o fim de 2016 – o país teve 2.205 casos confirmados de bebês afetados, de um total de mais de 10 mil notificações de suspeitas. Além disso, 259 mortes de fetos e recém-nascidos tiveram a confirmação de relação com o vírus nesse período.

O governo tinha declarado a situação de emergência em novembro de 2015, quando foi notado um aumento incomum dos casos de microcefalia no Nordeste. A malformação foi, posteriormente, relacionada à infecção pelo vírus da zika.

Com informações do G1

Petrolina será polo de projeto piloto contra o mosquito Aedes aegypti

(Foto: ASCOM)

Nesta quinta-feira (04), membros da Secretaria de Saúde de Petrolina visitaram a unidade de produção do Aedes aegypti na Moscamed Brasil. Estiveram presentes a secretária de saúde de Petrolina, Magnilde Albuquerque, a secretária executiva de vigilância em saúde, Marlene Leandro e a gerente de endemias, Aynoanne Barbosa.

O encontro teve o objetivo de dar continuidade do projeto piloto que será desenvolvido no município para ajudar no controle do mosquito, vetor de doenças, como Zika, Dengue e Chikungunya.

As gestoras foram recebidas pelo presidente Dr. Jair Virginio; a superintendente, Carla Santos; a gerente técnica científica; Maylen Gomez, e nos laboratórios foram acompanhadas pelas pesquisadoras Michelle Pedrosa e Luiza Garziera.

Durante a visita, a equipe conheceu a produção do mosquito e o projeto de controle biológico que utiliza a Técnica do Inseto Estéril (TIE) associada a Técnica do Inseto Incompatível (TII – com Wolbachia) como alternativa complementar para o controle do mosquito Aedes aegypti.

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