Abril tem a maior criação de emprego formal para o mês desde 2013

Todas as regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em abril. (Foto: Arquivo)

Beneficiada pelos serviços e pela indústria, a criação de empregos com carteira assinada atingiu, em abril, o maior nível para o mês em seis anos. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, 129.601 postos formais de trabalho foram criados no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

A última vez em que a criação de empregos tinha superado esse nível foi em abril de 2013, quando as admissões superaram as dispensas em 196.913. A criação de empregos totaliza 313.835 de janeiro a abril e 477.896 nos últimos 12 meses.

Na divisão por ramos de atividade, todos os oito setores pesquisados criaram empregos formais em abril. O campeão foi o setor de serviços, com a abertura de 66.290 postos, seguido pela indústria de transformação (20.470 postos). Em terceiro lugar, vem a construção civil (14.067 postos).

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Bolsa tem a maior alta diária em dois meses e dólar volta a cair

(Foto: Ilustrativa)

Em um dia de ganhos no mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), teve a maior alta diária em mais de dois meses. O indicador encerrou esta segunda-feira (11) com avanço de 2,79%, aos 98.027 pontos.

Desde 2 de janeiro, quando subiu 3,56%, o Ibovespa não avançava tanto em um único dia. Esta foi a terceira alta consecutiva da bolsa, que está se recuperando depois de quatro sessões de queda.

No mercado de câmbio, o dia foi de estabilidade. O dólar comercial fechou a segunda-feira vendido a R$ 3,842, com queda de 0,73%. A cotação da moeda norte-americana caiu pela segunda sessão seguida.

Fonte Agência Brasil

Bolsonaro não deve ter alta nesta sexta-feira

(Foto: Flavio Bolsonaro Via Twitter)

O candidato à Presidência do PSL, Jair Bolsonaro, internado há 20 dias no Albert Einstein em São Paulo, não deverá sair nesta sexta-feira (28) do hospital, como chegou a ser cogitado por seus correligionários. O partido de Bolsonaro chegou a divulgar extraoficialmente que ele viajaria nesta sexta para o Rio de Janeiro.

Os médicos Antônio Luiz Macedo e Leandro Echenique assinaram um único boletim, às 16h dessa quinta-feira, em que afirmaram que os exames laboratoriais de Jair Bolsonaro estavam “estáveis” e ele continuava com boa evolução clínica, sem dor ou febre.

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Bolsonaro deve receber alta hospitalar na próxima sexta-feira (28)

No domingo (23), Bolsonaro postou foto ao lado do assessor econômico Paulo Guedes. (Foto: Reprodução/ Twitter)

Se não houver nenhuma complicação no estado de saúde do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), os médicos do hospital Albert Einstein, em São Paulo, projetam conceder alta na próxima sexta-feira (28), nove dias antes do primeiro turno das eleições. Depois de ser liberado, Bolsonaro deve ir para sua casa no Rio de Janeiro.

“Se Deus quiser, sexta-feira está em casa. Da casa dele vai ser o quartel-general, de onde vai continuar dando suas ordens e bater o martelo sobre as decisões da campanha”, disse Flávio Bolsonaro, em de seus filhos, após visitá-lo no hospital.

Na última sexta-feira (21), Bolsonaro disse receber alta até o fim deste mês. “Nunca me senti tão bem em toda a minha vida. Meu muito obrigado a todos vocês. Até o final do mês, se Deus quiser, estarei de alta, onde então juntos enfrentaremos o 7 de outubro, novo marco no rumo do Brasil”, afirmou o líder nas pesquisas.

A família aponta que, mesmo que ele seja liberado a nove dias do primeiro turno, o presidenciável não fará campanha nas ruas até o dia 7 de outubro, data do primeiro turno.

Preço da gasolina tem alta após seis semanas em queda

(Foto: Beto Novaes/EM/D.A Press)

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) divulgou um relatório sobre o preço do combustível no país. De acordo com o órgão, a gasolina nas bombas teve alta após seis semanas consecutivas de queda.

O preço da gasolina subiu 0,13% na semana, custando R$ 4,50 por litro em média. Já o diesel nas bombas teve redução de 0,23% na semana. Desde a greve dos caminhoneiros o valor do diesel foi congelado.

Por outro lado, Petrobras baixou o preço da gasolina nas refinarias em R$ 0,04. A decisão segue a política da empresa, onde são levados em conta o câmbio e o preço do barril de petróleo.

Já o preço do botijão de gás de cozinha ficou praticamente estável, com redução de 0,01% na semana, para a média de R$ 68,68. No ano, há alta acumulada de 1,9%.

Vereador Ronaldo Cancão deve ter alta nesta terça após apresentar melhora

(Foto: Blog Waldiney Passos)

Após mais um susto, o vereador Ronaldo Cancão deve ter alta nesta terça-feira (20). O parlamentar foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Neurocárdio nessa segunda-feira (19) após apresentar alteração na pressão, que estava muito alta.

Cancão já teve outro problema similar, quando foi internado pelo mesmo motivo no ano passado.

Uma pessoa foi assassinada a cada 9 minutos no Brasil em 2015, diz estudo

(Foto: Internet/Ilustração)

(Foto: Internet/Ilustração)

No ano passado, cerca de 160 pessoas foram assassinadas por dia no Brasil, uma pessoa a cada nove minutos. No total, 58.383 pessoas foram mortas violentamente e intencionalmente no país, retração de 1,2% em relação a 2014, segundo dados inéditos do 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Já o número de pessoas mortas por policiais aumentou 6,3%.

Os dados de homicídios dolosos, latrocínios e mortes provocadas por intervenção, que configuram as mortes violentas, foram obtidos via Lei de Acesso à Informação pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, autor do anuário que será divulgado no dia 3 de novembro.

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Vendas de imóveis sobem 1,4% em agosto; 1ª alta desde junho de 2015

(Foto: Internet)

(Foto: Internet)

Após 13 meses consecutivos de queda, o mercado imobiliário nacional registrou aumento nas vendas em agosto em relação ao mesmo mês do ano anterior. Foram negociadas 9,271 mil unidades, o que representa um pequeno avanço de 1,4% na comparação com as vendas de agosto de 2015, de acordo com pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). A pesquisa considera dados fornecidos por 19 incorporadoras de grande porte, com presença em diversas regiões e associadas à Abrainc.

No acumulado do ano até agosto de 2016, as vendas somaram 67.069 unidades, queda de 11,3% frente ao volume observado no mesmo período de 2015. Já nos últimos 12 meses, foram vendidas 103.675 unidades, volume 13,3% inferior ao total de vendas do período precedente.

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Bolsa cai e dólar aproxima-se de R$ 4,05 um dia após país ter nota rebaixada

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No dia seguinte ao rebaixamento do Brasil pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P), a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve uma pequena queda e a moeda norte-americana voltou a passar de R$ 4. O dólar comercial fechou esta quinta-feira (18) vendido a R$ 4,049, com alta de R$ 0,055 (1,38%). A cotação, no entanto, está menor que a de terça-feira (16), quando o dólar tinha fechado em R$ 4,071.

A cotação abriu em queda. Na mínima do dia, por volta das 9h30, o dólar chegou a ser vendido a R$ 3,98. A partir das 10h, a moeda começou a subir e voltou a ser vendida acima de R$ 4. O dólar caiu no início da tarde, mas aumentou novamente e fechou próximo da máxima do dia. A divisa acumula alta de 0,6% em fevereiro e de 2,56% neste ano.

Na Bolsa de Valores, o dia foi de queda, após quatro altas seguidas. O Ibovespa, índice da Bolsa de São Paulo, caiu 0,42%, fechando em 41.457 pontos. Durante quase toda a sessão, o indicador operou em queda, mas próximo da estabilidade.

As ações da Petrobras, as mais negociadas, puxaram a queda depois de subirem quase 8% ontem (17). As ações ordinárias (que dão direito a voto em assembleia de acionistas) caíram 2,06% nesta quinta-feira, para R$ 6,64. As ações preferenciais (que dão preferência na distribuição de dividendos) recuaram 1,92%, para R$ 4,59.

Nas últimas semanas, as commodities (bens primários com cotação internacional) têm caído fortemente por causa de dados que mostram a desaceleração da economia chinesa. No caso do petróleo, o problema é agravado pela resistência de países em reduzir a produção.

A retração da China, a segunda maior economia do planeta, prejudica países exportadores decommodities, como o Brasil, porque reduz a demanda global por matérias-primas e produtos agrícolas. Com as exportações mais baratas, menos dólares entram no mercado brasileiro, empurrando para cima a cotação da moeda norte-americana.

Além do cenário internacional, os negócios foram afetados pelo novo rebaixamento do Brasil pela S&P. Em nota, a agência informou que os desafios políticos e econômicos enfrentados pelo país persistem e que agora espera um processo mais longo de ajuste econômico, com prolongamento da recessão e correção mais lenta da política fiscal.

Aumento no preço da energia é para corrigir distorções, diz secretário da fazenda

Marco Stefanni

O secretário da Fazenda de Pernambuco, Marco Stefanni, afirmou que a decisão de cortar o subsídio da conta de energia que isenta ICMS para os consumidores de baixa renda que consomem acima de 140kWh/mês é consequência dos alertas que a própria Celpe vem fazendo para possíveis distorções no cadastro. Outro motivo, segundo ele, é o fato de que há registros de consumidores classificados como de baixa renda consumindo até 1.000 kWh/mês.

Segundo a proposta, continuará com o benefício de não pagar 25% sobre a conta de energia da Celpe apenas quem consumir até 140 KWh/mês. Uma família de baixa renda que consumir acima desse volume pagará o ICMS sobre tudo o que for registrado no medidor. Atualmente, uma conta de 140 kWh custa R$ 35, e deve passar para R$ 50.

De acordo com o dirigente, o subsídio permanece para todos os consumidores dessa faixa social que consumam até os 140kWh/mês, mas a correção foi necessária por conta da crise na arrecadação. Segundo a coluna JC Negócios, simulações preliminares da pasta apontam que esse ajuste no benefício deve gerar para o estado R$ 6 milhões/ mês ou até R$ 72 milhões no ano de 2016.

O secretário informou que o teto de 140KWh/mês é o maior no Nordeste e que há estados como Alagoas (60 kWh/mês) e Bahia (90 kWh/mês) que reduziram esses volumes.