Petrolina supera Recife e é líder na geração de emprego em Pernambuco

Petrolina segue se destacando na geração de emprego. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) a cidade segue líder na geração de empregos em Pernambuco nesse ano.

Entre janeiro e setembro de 2019 o município registrou o saldo de 5.211 novas oportunidades.

A Terra dos Impossíveis tem mais do que o dobro de saldo da capital Recife, segunda colocada no Estado: 5.211 contra 2.376. O terceiro lugar ficou com o município de Aliança, cujo sado foi de 984.

Petrolina continua na liderança do estado no ranking de geração de empregos

Mais uma vez a capital do sertão do São Francisco é líder na geração de empregos em Pernambuco, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O último balanço divulgado revelou que no período de janeiro a agosto deste ano, o saldo de oportunidades em Petrolina foi equivalente a 2.649 vagas. Com esse resultado, o município continua na liderança do ranking do estado.

Com uma diferença de 2.158 vagas, Serra Talhada aparece em segundo lugar, com o saldo de 491 oportunidades, seguida por Sertânia, com 270. Considerando apenas o mês de agosto, Petrolina também é a primeira, com 1.052 contratações. Logo após, vem Escada com 170 e Bezerros com 81.

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Emicio Júnior, destaca que além de ser uma referência nacional na fruticultura irrigada, Petrolina também se destaca regionalmente no comércio e serviços, o que torna a cidade atrativa para investidores. “Nosso índice é cerca de quatro vezes maior que o do segundo colocado. Esse resultado mostra o potencial econômico da nossa cidade“, comemora.

Pernambuco tem resultado positivo na geração de empregos formais em agosto

(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

No mês de agosto, o emprego formal teve saldo positivo em Pernambuco. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na última quarta-feira (25), foram abertas 10.431 novas vagas com carteira assinada. Foram 41.334 contratações e 30.903 demissões no estado.

Dos setores que ampliaram postos de trabalho, destacaram-se Indústria de Transformação e Agropecuária com respectivamente com 4.772 e 3.427 novas vagas. Também criaram empregos os segmentos Serviços, Construção Civil, Comércio e Extrativa Mineral.

Desempenho Nacional

No Brasil, o emprego formal ficou positivo pelo quinto mês seguido. Em agosto, a expansão foi de 121.387 vagas, decorrente de 1.382.407 admissões e de 1.261.020 desligamentos. O resultado é equivalente à variação de 0,31% em relação ao estoque no mês anterior. Foi o melhor agosto no Caged desde 2013.

Juazeiro lidera geração de emprego na Bahia e se destaca no cenário nacional

Juazeiro continua se destacando na Bahia (Foto: Blog Waldiney Passos)

Se em Pernambuco, Petrolina é destaque na geração de empregos, na Bahia o mesmo acontece com Juazeiro. A cidade permanece na primeira colocação entre as que mais geram postos de trabalho no interior do Nordeste. Entre janeiro e julho de 2019 foram 2.834 vagas.

Os dados são do Cadastro de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho. Juazeiro se destaca não apenas entre os municípios do interior, mas também contra capitais e fica atrás apenas de São Luís (MA).

Segundo os dados do CAGED, os destaques em Juazeiro são os setores de indústria de transformação, com saldo positivo de 1.463; da agropecuária, com saldo positivo de 959; e de Serviços, com saldo positivo de 692 empregos de carteira assinada.

Petrolina mantém liderança no ranking da geração de empregos em Pernambuco

Petrolina continua se destacando no Estado (Foto: Jonas Santos)

Entre janeiro e julho de 2019, Petrolina conseguiu gerar mais empregos que qualquer cidade de Pernambuco. Os dados foram obtidos através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que apontam a Terra dos Impossíveis com saldo de 2.649 vagas.

Foram gerados 18.759 novas vagas, de acordo com o Caged. Serra Talhada aparece na segunda colocação, com 2.027 novos empregos e saldo de 491. Sertânia completa o pódio com 813 vagas abertas e o balanço de 270. “Temos uma cidade que é referência nacional em fruticultura irrigada e regional no que diz respeito ao comércio e serviços. Os dados só comprovam que Petrolina está no caminho do desenvolvimento“, celebrou o  secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Emicio Júnior.

Balanço de julho

Levando em conta apenas o mês passado, Petrolina gerou 3.255 oportunidades e fechou o mês com o saldo positivo de 1.052 vagas. Em 2º lugar está Aliança, que gerou 250 oportunidades e saldo positivo de 190. Na 3ª colocação, a cidade de Escada aparece com a abertura de 288 vagas e de 170.

Juazeiro ocupa mais uma vez o 1° lugar na geração de emprego entre as cidades do interior do Nordeste

Áreas da indústria de transformação, da agropecuária e de serviços são destaques na geração de emprego, em Juazeiro (Foto: Ascom/PMJ)

Mesmo diante de uma situação alarmante de elevado índice de desemprego que assola todo o Brasil, o município de Juazeiro (BA) continua sendo destaque na geração de emprego. De acordo com os números do Ministério do Trabalho/Caged, no acumulado de janeiro a junho de 2019, Juazeiro teve saldo positivo de 2.553 empregos com carteira assinada gerados no município.

“Dificuldades são superadas com planejamento e muito trabalho. Somente nos últimos 2 anos e meio já são 177 obras realizadas e mais de cem em execução, além de grandes investimentos em educação e na qualificação profissional das pessoas para formar mão de obra especializada. É por isso que todo ano podemos comemorar o fato de Juazeiro ser uma das cidades que mais geram emprego em todo o Brasil”, destacou o prefeito Paulo Bomfim.

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Pernambuco abre 1,7 mil vagas de emprego formal em maio, aponta Caged

(Foto: Internet)

Pernambuco fechou o mês de maio com desempenho positivo na geração de empregos. No total, foram abertas 1.701 vagas de trabalho com carteira assinada, uma variação de 0,14% em relação a abril. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na quinta-feira (27) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

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Pernambuco registra abertura de novos postos de trabalho em abril

(Foto: Internet)

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira (24) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, mostram que o estado de Pernambuco teve saldo positivo na geração de empregos em abril. No período, foram abertos 425 novos postos de trabalho, uma variação de 0,03% em relação ao estoque do mês anterior.

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Brasil perde 43 mil empregos formais em março; Pernambuco está entre os estados que mais demitiram

(Foto: Ilustração)

A economia brasileira fechou 43.196 empregos com carteira assinada em março deste ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (24) pelo Ministério da Economia.

O saldo é a diferença entre as contratações (1.216.177) e as de demissões (1.304.373) no período. Esse foi o primeiro resultado negativo em três meses. A última vez que o Brasil havia registrado demissões foi em dezembro do ano passado, com o fechamento de 341.621 postos com carteira assinada.

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Pelo segundo mês seguido, pequenos negócios baianos lideram geração de empregos no Nordeste

(Foto: Ilustração)

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em fevereiro, as micro e pequenas empresas baianas foram responsáveis pela criação de 4.425 novos postos de trabalho. Esse é o segundo mês consecutivo que o estado lidera a geração de empregos, pelos pequenos negócios, na região Nordeste. No cenário nacional, a Bahia ocupa o sexto lugar.

De acordo com o levantamento feito pelo Caged, o setor de serviços foi o que mais gerou empregos em fevereiro, na Bahia, com 2.468 vagas, seguido de construção (658), comércio (584) e agropecuária (296).

Em todo o Brasil, as micro e pequenas empresas somaram a geração de 125,2 mil novos postos de trabalho, o que representa 72,3% do total de empregos criados no país em fevereiro.

Petrolina é a cidade que mais gerou emprego no interior de Pernambuco em fevereiro

(Foto: Ascom)

Diferente de Pernambuco (que teve o pior desempenho entre os estados do Brasil), Petrolina foi uma das poucas cidades da região com saldo positivo na geração de emprego em fevereiro de 2019. O município sertanejo foi campeão no interior e o terceiro do Estado que mais abriu vagas de trabalho nesse período, 2.200 novos postos de trabalho, atrás apenas do Recife e Jaboatão. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e foram divulgados na última segunda-feira (25).

A cidade sertaneja teve saldo geral positivo em fevereiro de 442 empregos, resultado obtido quando se subtrai o número contratações (2.200) das demissões (1.758).  Para o prefeito Miguel Coelho o quantitativo ainda não é o ideal, mas sinaliza que Petrolina consegue produzir mais que a média no Estado e tem uma perspectiva de crescimento para os próximos meses. “Nossa cidade foi a única do interior que obteve um saldo positivo relevante, quatro vezes superior à segunda.  Isso num cenário estadual muito negativo, mostrando que nossa cidade segue resistindo e crescendo”, justifica.

A explicação do prefeito se ampara nos dados gerais de Pernambuco. O Estado teve o pior desempenho no País, com um saldo negativo em fevereiro de 12.396 demissões. O cenário nacional, contudo, apresenta perspectiva positiva, visto que o Brasil gerou 1,4 milhão de empregos e saldo positivo de 173 mil, no mês passado, obtendo o melhor desempenho desde 2014.

Brasil cria 173 mil empregos; Nordeste aponta saldo negativo

(Foto: Internet)

O Brasil registrou a abertura de 173.139 novos postos de trabalho com carteira assinada em fevereiro. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta segunda-feira (25) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Esse foi o maior saldo positivo para fevereiro desde 2014 (260.823).

Além disso, é o terceiro ano consecutivo de saldos positivos e crescentes após os anos de recessão, o que reflete a recuperação do contingente de empregos celetistas desde 2017. Em fevereiro, o estoque de empregos alcançou 38,6 milhões de postos de trabalho formais, um aumento de 0,45% em relação ao mês anterior e de 1,51% em relação ao mesmo período do ano passado.

O saldo do mês é mais que o dobro do registrado em fevereiro de 2018, quando foram gerados 61.188 postos. Em janeiro, o saldo foi de 34.313 empregos. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o saldo de 2019 chega a 207,4 mil, superior em 68,4 mil ao do mesmo período de 2018 (139 mil) e em 130,9 mil ao de 2017 (76,4 mil). Esse resultado representa um crescimento de 49,2% na abertura de postos de trabalho, em relação ao acumulado do mesmo período de 2018, e de 171,2%, em relação ao de 2017.

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Pernambuco registra melhor saldo de emprego em 12 meses

(Foto: Internet)

Desde que o Brasil entrou em recessão, em 2014, para o mercado de trabalho setembro foi considerado o melhor mês para a geração de emprego. As empresas aceleraram as contratações para o fim do ano e impulsionaram a criação de 137,3 mil vagas com carteira assinada no mês passado, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgados ontem (22). O número é 299% superior ao do mesmo mês do ano passado.

De acordo com o Caged, o bom desempenho também foi sentido em Pernambuco. No Estado, foram criadas 21.414 vagas, um saldo no mês (contratações menos demissões) melhor que o resultado no ano (14.560) e em 12 meses (15.961). A indústria da transformação foi o setor que mais contribuiu, criando 9.724 em setembro, seguida da agropecuária (8.137) e serviços (2.659).

Segundo dados do Caged, no mês de setembro, em Petrolina (PE) foram criadas 2.089 novas vagas. O setor que mais empregou no município foi o de agropecuária, que gerou 1.842 novos postos de trabalho.

No Brasil, o melhor desempenho foi o do setor de serviços, que criou 60,9 mil vagas no mês passado. Em seguida, aparecem indústria de transformação (+37,4 mil vagas), comércio (+26,6 mil vagas), construção civil (+12,4 mil), serviços industriais de utilidade pública (+ 1 mil), administração pública (+954 vagas) e extrativa mineral (+403 vagas). O único setor que eliminou vagas foi a agropecuária, com 2,6 mil vagas a menos no mês.

Novas modalidades

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Pernambuco abre 11.563 vagas de emprego formal em agosto

O saldo de empregos formais de agosto foi positivo nas cinco regiões do país.

O estado de Pernambuco fechou o mês de agosto com saldo positivo de +11.563 empregos formais, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (21). A diferença representou um acréscimo de +0,95% no número de empregos em relação a julho. Foram 41.284 admissões e 29.721 desligamentos durante o período.

O setor que mais contribuiu para este resultado foi o de Indústria de Transformação, com a criação de 6.280 novos postos de trabalho. Em seguida aparecem os segmentos de Agropecuária, com 2.285 vagas, e Serviços, com 1.659 novos empregos.

Desempenho nacional

O emprego formal no Brasil cresceu no mês de agosto, com a abertura de 110.431 vagas – variação de +0,29%, em relação ao mês anterior. A alta durante o período foi resultado de 1.353.422 admissões e 1.242.991 desligamentos.

O crescimento do emprego formal ocorreu em sete dos oito setores econômicos. O segmento com maior alta foi o de Serviços, com 66.256 postos de trabalho. Comércio, com 17.859 postos, Indústria de Transformação (15.764 postos) e Construção Civil (11.800 postos) foram outros destaques.

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Emprego formal cresce em agosto e gera 110.431 novas vagas no Brasil

(Foto: Ilustração)

O emprego apresentou novamente crescimento no Brasil. O mês de agosto fechou com 110.431 novas vagas no mercado formal, um acréscimo de 0,29% em relação ao mês anterior. Esse desempenho foi resultado de 1.353.422 admissões e de 1.242.991 desligamentos. Com isso, o estoque de empregos no país também aumentou e chegou a 38.436.882 vínculos.

Segundo informações do levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (21), o saldo de janeiro a agosto teve um acréscimo de 568.551 vagas, um crescimento de 1,50%. Nos últimos 12 meses, o aumento foi de 356.852 postos, uma variação de 0,94%.

A pesquisa apontou crescimento em sete dos oito setores econômicos, sendo que o principal destaque foi na área dos Serviços, responsável por mais de 60 mil novos postos, mais da metade das vagas abertas em agosto no país. O resultado foi registrado graças aos desempenhos dos subsetores de Ensino; Comércio e Administração de Imóveis, Valores Mobiliários e Serviço Técnico; Serviços de Alojamento, Alimentação, Reparação, Manutenção e Redação; e Serviços Médicos, Odontológicos e Veterinários.

Agosto fechou em alta para o comércio que teve o segundo melhor desempenho com saldo de 17.859 vagas, abertas principalmente no subsetor do Comércio Varejista. O terceiro melhor saldo de agosto foi na Indústria de Transformação, que teve criação de 15.764 novos postos, puxados pela Indústria de Produtos Alimentícios, Bebidas e Álcool Etílico; Indústria Química de Produtos Farmacêuticos, Veterinários, Perfumaria; e Indústria Mecânica. Apenas a Agropecuária registrou desempenho negativo com o fechamento de 3.349 vagas.

O salário médio de admissão em agosto foi de R$ 1.541,53 e o salário médio de desligamento foi de R$ 1.700,80. Em termos reais considerando a deflação medida pelo INPC, houve ganho de R$ 5,26 (0,34%) no salário de admissão e de R$ 9,90 (0,59%) no salário de desligamento em comparação ao mês anterior.

Desempenho regional

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