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Pernambuco abre 1,7 mil vagas de emprego formal em maio, aponta Caged

(Foto: Internet)

Pernambuco fechou o mês de maio com desempenho positivo na geração de empregos. No total, foram abertas 1.701 vagas de trabalho com carteira assinada, uma variação de 0,14% em relação a abril. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na quinta-feira (27) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

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Pernambuco registra abertura de novos postos de trabalho em abril

(Foto: Internet)

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira (24) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, mostram que o estado de Pernambuco teve saldo positivo na geração de empregos em abril. No período, foram abertos 425 novos postos de trabalho, uma variação de 0,03% em relação ao estoque do mês anterior.

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Brasil perde 43 mil empregos formais em março; Pernambuco está entre os estados que mais demitiram

(Foto: Ilustração)

A economia brasileira fechou 43.196 empregos com carteira assinada em março deste ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (24) pelo Ministério da Economia.

O saldo é a diferença entre as contratações (1.216.177) e as de demissões (1.304.373) no período. Esse foi o primeiro resultado negativo em três meses. A última vez que o Brasil havia registrado demissões foi em dezembro do ano passado, com o fechamento de 341.621 postos com carteira assinada.

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Pelo segundo mês seguido, pequenos negócios baianos lideram geração de empregos no Nordeste

(Foto: Ilustração)

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em fevereiro, as micro e pequenas empresas baianas foram responsáveis pela criação de 4.425 novos postos de trabalho. Esse é o segundo mês consecutivo que o estado lidera a geração de empregos, pelos pequenos negócios, na região Nordeste. No cenário nacional, a Bahia ocupa o sexto lugar.

De acordo com o levantamento feito pelo Caged, o setor de serviços foi o que mais gerou empregos em fevereiro, na Bahia, com 2.468 vagas, seguido de construção (658), comércio (584) e agropecuária (296).

Em todo o Brasil, as micro e pequenas empresas somaram a geração de 125,2 mil novos postos de trabalho, o que representa 72,3% do total de empregos criados no país em fevereiro.

Petrolina é a cidade que mais gerou emprego no interior de Pernambuco em fevereiro

(Foto: Ascom)

Diferente de Pernambuco (que teve o pior desempenho entre os estados do Brasil), Petrolina foi uma das poucas cidades da região com saldo positivo na geração de emprego em fevereiro de 2019. O município sertanejo foi campeão no interior e o terceiro do Estado que mais abriu vagas de trabalho nesse período, 2.200 novos postos de trabalho, atrás apenas do Recife e Jaboatão. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e foram divulgados na última segunda-feira (25).

A cidade sertaneja teve saldo geral positivo em fevereiro de 442 empregos, resultado obtido quando se subtrai o número contratações (2.200) das demissões (1.758).  Para o prefeito Miguel Coelho o quantitativo ainda não é o ideal, mas sinaliza que Petrolina consegue produzir mais que a média no Estado e tem uma perspectiva de crescimento para os próximos meses. “Nossa cidade foi a única do interior que obteve um saldo positivo relevante, quatro vezes superior à segunda.  Isso num cenário estadual muito negativo, mostrando que nossa cidade segue resistindo e crescendo”, justifica.

A explicação do prefeito se ampara nos dados gerais de Pernambuco. O Estado teve o pior desempenho no País, com um saldo negativo em fevereiro de 12.396 demissões. O cenário nacional, contudo, apresenta perspectiva positiva, visto que o Brasil gerou 1,4 milhão de empregos e saldo positivo de 173 mil, no mês passado, obtendo o melhor desempenho desde 2014.

Brasil cria 173 mil empregos; Nordeste aponta saldo negativo

(Foto: Internet)

O Brasil registrou a abertura de 173.139 novos postos de trabalho com carteira assinada em fevereiro. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta segunda-feira (25) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Esse foi o maior saldo positivo para fevereiro desde 2014 (260.823).

Além disso, é o terceiro ano consecutivo de saldos positivos e crescentes após os anos de recessão, o que reflete a recuperação do contingente de empregos celetistas desde 2017. Em fevereiro, o estoque de empregos alcançou 38,6 milhões de postos de trabalho formais, um aumento de 0,45% em relação ao mês anterior e de 1,51% em relação ao mesmo período do ano passado.

O saldo do mês é mais que o dobro do registrado em fevereiro de 2018, quando foram gerados 61.188 postos. Em janeiro, o saldo foi de 34.313 empregos. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o saldo de 2019 chega a 207,4 mil, superior em 68,4 mil ao do mesmo período de 2018 (139 mil) e em 130,9 mil ao de 2017 (76,4 mil). Esse resultado representa um crescimento de 49,2% na abertura de postos de trabalho, em relação ao acumulado do mesmo período de 2018, e de 171,2%, em relação ao de 2017.

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Pernambuco registra melhor saldo de emprego em 12 meses

(Foto: Internet)

Desde que o Brasil entrou em recessão, em 2014, para o mercado de trabalho setembro foi considerado o melhor mês para a geração de emprego. As empresas aceleraram as contratações para o fim do ano e impulsionaram a criação de 137,3 mil vagas com carteira assinada no mês passado, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho divulgados ontem (22). O número é 299% superior ao do mesmo mês do ano passado.

De acordo com o Caged, o bom desempenho também foi sentido em Pernambuco. No Estado, foram criadas 21.414 vagas, um saldo no mês (contratações menos demissões) melhor que o resultado no ano (14.560) e em 12 meses (15.961). A indústria da transformação foi o setor que mais contribuiu, criando 9.724 em setembro, seguida da agropecuária (8.137) e serviços (2.659).

Segundo dados do Caged, no mês de setembro, em Petrolina (PE) foram criadas 2.089 novas vagas. O setor que mais empregou no município foi o de agropecuária, que gerou 1.842 novos postos de trabalho.

No Brasil, o melhor desempenho foi o do setor de serviços, que criou 60,9 mil vagas no mês passado. Em seguida, aparecem indústria de transformação (+37,4 mil vagas), comércio (+26,6 mil vagas), construção civil (+12,4 mil), serviços industriais de utilidade pública (+ 1 mil), administração pública (+954 vagas) e extrativa mineral (+403 vagas). O único setor que eliminou vagas foi a agropecuária, com 2,6 mil vagas a menos no mês.

Novas modalidades

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Pernambuco abre 11.563 vagas de emprego formal em agosto

O saldo de empregos formais de agosto foi positivo nas cinco regiões do país.

O estado de Pernambuco fechou o mês de agosto com saldo positivo de +11.563 empregos formais, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (21). A diferença representou um acréscimo de +0,95% no número de empregos em relação a julho. Foram 41.284 admissões e 29.721 desligamentos durante o período.

O setor que mais contribuiu para este resultado foi o de Indústria de Transformação, com a criação de 6.280 novos postos de trabalho. Em seguida aparecem os segmentos de Agropecuária, com 2.285 vagas, e Serviços, com 1.659 novos empregos.

Desempenho nacional

O emprego formal no Brasil cresceu no mês de agosto, com a abertura de 110.431 vagas – variação de +0,29%, em relação ao mês anterior. A alta durante o período foi resultado de 1.353.422 admissões e 1.242.991 desligamentos.

O crescimento do emprego formal ocorreu em sete dos oito setores econômicos. O segmento com maior alta foi o de Serviços, com 66.256 postos de trabalho. Comércio, com 17.859 postos, Indústria de Transformação (15.764 postos) e Construção Civil (11.800 postos) foram outros destaques.

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Emprego formal cresce em agosto e gera 110.431 novas vagas no Brasil

(Foto: Ilustração)

O emprego apresentou novamente crescimento no Brasil. O mês de agosto fechou com 110.431 novas vagas no mercado formal, um acréscimo de 0,29% em relação ao mês anterior. Esse desempenho foi resultado de 1.353.422 admissões e de 1.242.991 desligamentos. Com isso, o estoque de empregos no país também aumentou e chegou a 38.436.882 vínculos.

Segundo informações do levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (21), o saldo de janeiro a agosto teve um acréscimo de 568.551 vagas, um crescimento de 1,50%. Nos últimos 12 meses, o aumento foi de 356.852 postos, uma variação de 0,94%.

A pesquisa apontou crescimento em sete dos oito setores econômicos, sendo que o principal destaque foi na área dos Serviços, responsável por mais de 60 mil novos postos, mais da metade das vagas abertas em agosto no país. O resultado foi registrado graças aos desempenhos dos subsetores de Ensino; Comércio e Administração de Imóveis, Valores Mobiliários e Serviço Técnico; Serviços de Alojamento, Alimentação, Reparação, Manutenção e Redação; e Serviços Médicos, Odontológicos e Veterinários.

Agosto fechou em alta para o comércio que teve o segundo melhor desempenho com saldo de 17.859 vagas, abertas principalmente no subsetor do Comércio Varejista. O terceiro melhor saldo de agosto foi na Indústria de Transformação, que teve criação de 15.764 novos postos, puxados pela Indústria de Produtos Alimentícios, Bebidas e Álcool Etílico; Indústria Química de Produtos Farmacêuticos, Veterinários, Perfumaria; e Indústria Mecânica. Apenas a Agropecuária registrou desempenho negativo com o fechamento de 3.349 vagas.

O salário médio de admissão em agosto foi de R$ 1.541,53 e o salário médio de desligamento foi de R$ 1.700,80. Em termos reais considerando a deflação medida pelo INPC, houve ganho de R$ 5,26 (0,34%) no salário de admissão e de R$ 9,90 (0,59%) no salário de desligamento em comparação ao mês anterior.

Desempenho regional

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Agropecuária se destaca e faz com que Petrolina se torne a cidade que mais gera empregos em Pernambuco

(Foto: ASCOM)

Petrolina se destaca no Sertão do São Francisco e é a cidade que mais empregou no primeiro semestre de 2018 no estado de Pernambuco. O município bateu recorde de geração de postos formais de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão vinculado ao Ministério do Trabalho (MT).

Nos seis primeiros meses de 2018, o saldo de vagas foi de 2.296 oportunidades com carteira assinada.  Com 350 mil habitantes, Petrolina também é destaque na região, ocupando a 4ª posição no Nordeste.

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Juazeiro assume liderança na geração de emprego na Bahia

Juazeiro voltou a se destacar no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na sexta-feira (20). O município ocupou o primeiro lugar na Bahia, tendo criado dois mil postos de trabalho, com destaque na indústria.

No acumulado de 2018, Juazeiro obteve 2.462 postos de trabalho, o que coloca o município entre os três primeiros do Nordeste, ao lado de Quixeramobim (CE) e São Luiz (MA). Para o prefeito Paulo Bomfim (PCdoB), isso demonstra a força do municípios.

“A duas gestões do ex-prefeito Isaac Carvalho nos deixaram confortáveis para exercer o mandato e manter o processo de mudança que foi instituída em Juazeiro. Atraímos grandes empresas, buscamos investimentos públicos, como a construção de 11 mil residências populares do Minha Casa Minha Vida. E as obras não pararam, pois temos mais de 100 em andamento no município”, disse.

Nacionalmente o Caged apontou saldo negativo de 661 vagas de empregos no país, o primeiro saldo negativo do ano. O comércio foi o setor mais atingido, enquanto que a agricultura foi o que mais gerou novos postos de trabalho.

Junho termina com déficit na geração de emprego, aponta levantamento do Caged

O mês de junho terminou com mais desligamentos do que contratações no Brasil. Enquanto houve 1.167.531 admissões o número de demissões foi de 1.1268.192, o que representa saldo de -661 postos de trabalho. De acordo com o Cadastro  Geral de Empregados e Desempregados (Caged), esse foi o primeiro resultado negativo de 2018.

No acumulado do ano, o saldo é positivo com mais 392.461 empregos, o que representa crescimento de 1,04% em relação ao primeiro semestre de 2017.

Entre os setores, o comércio (fechou 20.971 vagas) foi o que mais perdeu postos de trabalho, enquanto a agropecuária (abriu 40.917 vagas) foi a que mais criou. Por região, o Centro-Oeste liderou a geração de empregos.

8.366 vagas foram criadas naquele local, seguido por Sudeste (3.612), Nordeste (3.581) e Norte (930). Apenas na região Sul o saldo foi negativo, com o fechamento de -17.150 postos.

Brasil gerou mais de 56 mil vagas de emprego formal em março, segundo Caged

(Foto: Arquivo)

O Brasil abriu 56.151 vagas de emprego formal no mês de março. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nessa sexta-feira (20).

Segundo o Caged, essa é o terceiro mês de aumento consecutivo no número de vagas com carteira assinada no país, representando o melhor resultado desde 2013.

Março teve um saldo positivo de 1,340 milhões de contratações contra 1,284 milhão de demissões, de acordo com o Caged. Apesar disso, o desempenho do mês passado foi inferior às contratações líquidas registradas em fevereiro (65.058 vagas) e janeiro (82.855 vagas). No acumulado do primeiro trimestre de 2018, houve abertura de 204 064 postos de trabalho com carteira assinada.

Setores

O desempenho de março foi alavancado pelo setor de serviços (57.384 postos) e pela indústria de transformação (10.450 vagas). A construção civil (7.728), administração pública (3.660), extração mineral (360) e serviços industriais (274) também contribuíram para o bom resultado do mês passado.

Brasil encerrou 2017 com menos 20 mil vagas de trabalho; Juazeiro aparece entre as cidades que mais contrataram

Juazeiro conseguiu se destacar na criação de empregos (Foto: Ilustração)

O balanço mensal do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) para o mês de dezembro seguiu as expectativas de mercado e confirmou o fechamento de 328.539 vagas de emprego no país. Esse é o segundo mês consecutivo de fechamentos de vagas no Brasil, dessa forma 2017 terminou com fechamento líquidos de 20.832 postos formais.

Os dados foram divulgados em uma coletiva de imprensa nessa sexta-feira (26) e já incluem contratos firmados na reforma trabalhista. Para analistas, o fechamento de vagas em dezembro superou as expectativas do mercado, que estimava um número próximo a 255 mil postos de trabalho encerrados.

Municípios

Os dados do Caged revelaram ainda as cidades que mais contrataram e demitiram no mês passado. Juazeiro (BA) aparece na 33ª posição entre os municípios com mais postos de trabalho criados, somando 1.405 vagas. A cidade do Rio de Janeiro (RJ) foi a que mais demitiu (-55.527) e Joinville (SC) (5.588) foi a que mais contratou.

No total, 3.181 municípios conseguiram contratar mais do que demitir, outros 2.244 fizeram o caminho oposto e 234 mantiveram o número de contratações e demissões na mesma proporção.

Setores

A indústria foi o setor responsável pelo índice negativo em dezembro. Segundo o Caged, esse setor foi responsável pelo fechamento de 110.255 postos formais. Construção civil (-52.157), agropecuária (-44.339), serviços (-107.535) também contribuíram para os dados.

Comércio impulsiona criação de vagas de emprego no Estado

(Foto: Arquivo)

Diferente do resultado nacional, Pernambuco manteve o saldo positivo de empregos formais dos últimos meses, graças ao comércio, a indústria de transformação e o setor de serviços.

No total, houve criações de 259 vagas, o que deixou o Estado na 10ª posição em geração de postos de trabalho. Em novembro do ano passado, o Estado fechou 3.232 postos. 2017 teve o melhor mês de novembro desde 2013. Os dados são do Caged.

No Estado, o comércio varejista abriu 3.211 empregos, como é esperado nesta época do ano por causa da contratação de temporários. Como no País, a contratação de trabalhadores intermitentes e em jornada parcial foi tímido, com saldo positivo de 210 e 1 postos de trabalho novos, respectivamente. “A insegurança jurídica faz os empresários pisarem no freio na hora de contratar”, comenta o economista da Fecomercio-PE, Rafael Ramos. Em 12 meses, o comércio ainda acumula extinção de 870 vagas.

Dentre as cidades do Estado, Recife gerou o maior número de empregos, 2.136, revertendo o cenário de queda nos últimos meses. A Região Metropolitana do Recife foi a segunda dentre nove áreas metropolitanas que mais criou postos.

SALÁRIO

Outro dado positivo é que Pernambuco teve a maior variação positiva mensal de outubro para novembro na evolução do salário médio real de admissão no País, com 6,81%, passando de R$ 1.201,31 para R$ 1.283,09. Nos últimos 12 meses, houve uma alta de 9,02%, passando de R$ 1.176,93 para R$ 1.283,09. De acordo com Ramos, isso é resultado da inação, em baixa, e de negociações entre empresários e trabalhadores.

Com informações do NE10.

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