Final de semana deve ser de muito calor em Petrolina, segundo previsões

Final de semana de muito sol em Petrolina.

O calor que tem atingido a cidade de Petrolina deve continuar neste final de semana. Segundo previsões do Instituto ClimaTempo, a temperatura deve atingir a máxima de 36°. O calor deve ser mais intenso no período da tarde.

A temperatura mínima prevista para este final de semana é de 23°, devendo aparecer por volta das 6h. A umidade relativa do ar continua baixa, sendo necessários cuidados extra com a saúde, como beber muita água para hidratar o corpo e evitar o sol entre às 10h e 16h.

Calor deve continuar fazendo parte da rotina dos petrolinenses

Semana de muito sol em Petrolina.

Esta semana deve continuar sendo de muito calor em Petrolina, segundo previsões do Instituto ClimaTempo. As temperaturas devem variar entre 33° – 35° a máxima e 21° – 23° a mínima. Não há previsão para chuvas no município.

As temperaturas mínimas aparecem entre às 0h e 8h. Depois desse horário, o clima fica quente repentinamente durante o resto dos dias, atingindo seu pico de temperatura por volta das 14h.

No final das tardes, a umidade relativa do ar continua baixa, entre 19 e 24%, devendo, portanto, os moradores tomarem precauções com a saúde.

Semana deve ser de muito calor em Petrolina

Semana de muito sol em Petrolina.

De acordo com o instituto CllimaTempo, o calor deve continuar fazendo parte da rotina dos petrolinenses durante essa semana. As temperaturas máximas devem chegar a 36°, sempre pela tarde, por volta das 14h e 16h.

A mínima, que deve ser até de 18°, ocorre no início das manhãs na cidade, por volta das 6h e 8h. A umidade relativa do ar continua baixa no final das tardes e início das noites, chegando a 26% em alguns dias.

Temperatura deve chegar a 36° nesta semana em Petrolina

(Foto: Internet)

De acordo com o instituto meteorológico ClimaTempo, o calor deve continuar aumentando em Petrolina (PE). Nesta semana, a temperatura máxima deve atingir os 36°C, na quarta-feira (09). A mínima deve ser de 22° durante toda a semana.

A umidade do ar continua baixa, principalmente no início da tarde até às 20h, chegando a 26%, nível considerado perigoso para a saúde humana. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o ideal é entre 50% e 80%. Quando os níveis estão entre 20% e 30%, as regiões entram em estado de atenção.

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Calor volta à rotina dos petrolinenses, que devem estar atentos à baixa umidade do ar

As altas temperaturas voltaram a fazer parte da vida dos petrolinenses. Segundo o instituto ClimaTempo, o calor deve continuar durante esta semana.

A temperatura máxima deve variar entre 35º° e 36°, enquanto a mínima entre 21° e 22°. Durante o dia, entre as 12h e 18h o calor deve ser mais intenso.

Os petrolinenses devem estar atentos à baixa umidade do ar, que deve ficar entre 26% e 18% no mesmo horário, e beber muita água para evitar alergias.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o ideal é que a umidade varie entre 50% e 80%. É por isso que, quando os níveis estão entre 20% e 30%, as regiões entram em estado de atenção.

Chuva volta a cair em Petrolina e ameniza calor

Próximo ao Distrito Industrial choveu forte. (Foto: Blog Waldiney Passos)

Na manhã desta quinta-feira (4), a chuva voltou a aparecer em Petrolina (PE), conforme previsões. Foi possível registrar chuva forte em vários bairros da cidade, além do Centro. Neste momento os termômetros marcam 24ºC. A temperatura pode cair até 21º, ainda nesta quinta.

A previsão, segundo o instituto ClimaTempo, é que chova até a próxima terça-feira (9) com uma média de 8 mm. As chuvas têm amenizado o forte calor que fez nas últimas semanas.

UPAE e HDM lembram cuidados com a saúde durante o calor forte e a baixa umidade em Petrolina

(Foto: Internet)

O verão ainda nem chegou oficialmente, mas a população do Vale do São Francisco já sofre com o calor forte e a baixa umidade. Para tentar minimizar os problemas de saúde decorrentes desse período, a Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Especializada e o Hospital Dom Malan, ambos geridos pelo IMIP em Petrolina, fazem um alerta.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a umidade relativa do ar ideal deve ficar em torno de 60%. Mas, em Petrolina, esse índice tem estado entre 30 e 40%, no máximo.

Quando isso acontece é necessário que as pessoas tomem certos cuidados para não prejudicarem a saúde. Isso porque o clima seco pode afetar as vias respiratórias, o que pode contribuir para o surgimento de problemas como bronquite; além do ressecamento dos olhos, mucosas, pele, nariz e boca.

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Previsão não aponta novas chuvas para Petrolina nesta semana

(Fonte: ClimaTempo)

A chuva que caiu na última terça-feira (14) trouxe alegria aos moradores de Petrolina. Contudo, segundo previsões do Instituto ClimaTempo, não deve chover na região durante esta semana.

Com temperaturas máximas previstas entre 32º e 35º, o calor deve voltar aos poucos à rotina dos petrolinenses. As mínimas podem atingir até 22º.

2017 é o ano mais quente já registrado sem o fenômeno El Niño

El Niño afeta a cada três a sete anos as temperaturas, as correntes e as precipitações. (Foto: Ilustração)

Nesta segunda-feira (6) um relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulgado durante a abertura da 23ª Conferência da ONU sobre o Clima, revelou que 2017 será o ano mais quente já registrado sem a ocorrência do fenômeno meteorológico El Niño desde o início dos registros desse tipo,

“Os últimos três anos são os mais quentes jamais registrados e fazem parte da tendência de aquecimento em longo prazo do planeta”, enfatizou o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, em um comunicado difundido em Bonn.

Sob os efeitos do El Niño, 2016 deve conservar seu recorde de ao mais enquanto, enquanto que os anos de 2015, que também registrou esse fenômeno meteorológico, e o de 2017 disputam o segundo e terceiro lugares.

El Niño afeta a cada três a sete anos as temperaturas, as correntes e as precipitações. O período de 2013 a 2017 poderá ser considerado o mais quente jamais registrado, segundo a agência da ONU em um balanço provisório.

Fonte JC

Previsão é de mais chuvas para Petrolina ao longo da semana

Possibilidade de chuvas nesta semana anima petrolinenses. (Foto: Internet)

De acordo com o instituto Climatempo, a previsão é de chuva em quase todos os dias desta semana em Petrolina (PE). Apenas segunda-feira e sábado não estão nos dias em que poderá chover na cidade. Ainda segundo as previsões, há 99% de chance de que chova 57 mm na próxima quinta-feira (9).

A temperatura máxima desta semana será de 36°, prevista para o domingo (12), e a mínima de 23°, na sexta-feira (10). As chuvas devem amenizar o calor intenso dos últimos dias.

Temperatura em cidades do Sertão Pernambucano pode subir até 3,7º

Em relação ao volume de chuvas, a região do São Francisco seria a mais afetada, com uma redução de até 39%. (Foto: Ilustração)

O calor que já é grande no Sertão Pernambucano pode aumentar ainda mais a partir de 2041, assim como a falta de chuvas. De acordo com o software Sistema de Vulnerabilidade Climática (SisVuClima), cidades como Petrolina, Afrânio e Dormentes terão um aumento de até 3,7º nas temperaturas.

O software é resultado de uma parceria entre a Fiocruz e o Ministério do Meio Ambiente, calcula o índice de vulnerabilidade dos 184 municípios pernambucanos.

Para definir o nível de vulnerabilidade de um município foi levada em consideração uma série de fatores, como a cobertura vegetal (índice de desmatamento), eventos hidrometeorológicos extremos, a incidência de doenças, entre outros.

“E quando dividimos Pernambuco em macrorregiões, vimos que a parte Oeste será a mais afetada, isso levando em conta o cenário mais pessimista, ou seja, simulou uma situação em que Pernambuco sofre uma maior carga de emissão de gases de efeito estufa”, contextualiza a pesquisadora da Fiocruz (RJ), Diana Marinho, à frente da capacitação. Ao todo, seis estados foram contemplados com o software. No Nordeste, apenas Pernambuco e Maranhão.

Chuvas

Em relação ao volume de chuvas, a região do São Francisco seria a mais afetada, com uma redução de até 39%, a exemplo de Petrolândia. Em Tacaratu, esse percentual poderá diminuir até 37,4% e, em Jatobá e Inajá, 36,9% e 36,3%, respectivamente.

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Calor volta a fazer parte do cotidiano dos petrolinenses

(Foto: Blog Waldiney Passos)

De acordo com o instituto Climatempo, a temperatura deve subir durante essa semana em Petrolina (PE). A previsão é de que as temperaturas máximas cheguem a 33º e as mínimas girem em torno dos 21º.

Com o aumento da temperatura e com a falta de chuvas, é esperado também uma média proliferação de mosquitos na cidade.

2016 é eleito o ano mais quente da história

(Foto: Internet)

O de 2016 bateu o recorde de ano mais quente desde que os registros começaram a serem feitos, em 1880, informaram nesta quarta-feira (18) cientistas da Nasa e da Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês), em duas análises separadas.

De acordo com a NOAA, em 2016 a temperatura da superfície da Terra foi 0,94ºC mais alta do que a média registrada no século XX, de 13,9ºC. Em 2015, o recorde foi de 0,04°C a mais na temperatura.

Segundo a agência, desde o começo do século XXI o recorde anual de temperatura global foi quebrado cinco vezes: em 2005, 2010, 2014, 2015 e 2016. Este é o terceiro ano consecutivo que o recorde é atingido.

A NOAA ainda afirma que, apesar de uma influência de frio do fenômeno La Niña no final do ano, 2016 terminou com o terceiro dezembro mais quente já registrado no planeta.

Com informações do G1

Estudo da OMM diz que 2016 deverá ser o ano mais quente da história

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(Imagem ilustrativa)

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulgou hoje (14) um estudo no qual aponta que 2016 “provavelmente” seja o ano mais quente da história, superando o recorde batido em 2015.

De acordo com dados preliminares apresentados pela agência da Organização das Nações Unidas (ONU), o aumento da temperatura global neste ano será 1,2°C acima dos níveis pré-industriais. Segundo o levantamento, as temperaturas registradas entre janeiro e setembro de 2016 ficaram 0,88°C mais altas do que a média entre 1961 e 1990 (14ºC). A média é adotada como referência para acompanhar as temperaturas.

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Nasa declara 2015 como o ano mais quente da história

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A média da temperatura global em 2015 foi a mais alta já registrada desde o início da medição das temperaturas na superfície da Terra, em 1880. A informação foi divulgada hoje (20) pela Nasa e confirmada pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, que chegaram a essa conclusão em estudos independentes.

A temperatura média global no ano passado superou o recorde anterior, de 2014, em 0,13 °C. A Nasa informou que o recorde de 2015 acompanha a tendência de aquecimento observada nos últimos anos. Segundo a agência espacial, de 2001 para cá, ocorreram 15 dos 16 anos mais quentes já registrados na história.

A temperatura média do planeta subiu 1°C desde o final do século 19, aumento atribuído em grande medida às emissões de dióxido de carbono e outros gases resultantes da atividade humana na atmosfera.

Segundo a agência espacial, fenômenos como El Niño, com forte efeito no aquecimento das águas do Oceano Pacífico, ao longo do ano passado, podem contribuir com variações temporárias da temperatura média global.

No entanto, o especialista Gavin Schmidt, que dirigiu a análise da Nasa, diz que 2015 foi um ano notável mesmo no contexto do El Nino. “As temperaturas do ano passado tiveram, sim, influência de El Niño, mas é o efeito cumulativo da tendência de longo prazo que resultou no registro de aquecimento que estamos vendo”, afirma Schmidt, em declaração publicada no siteda Nasa.

As análises da Nasa têm por base medições feitas em 6.300 estações meteorológicas, navios e boias de temperatura nos oceanos, além de estações de pesquisa da Antartida. As medições brutas são analisadas com o uso de um algoritmo que leva em conta a distância entre as estações em todo o mundo e os efeitos do aquecimento urbano, que poderiam distorcer os resultados.

Os cientistas da NOAA baseiam-se nos mesmos dados brutos de temperatura, mas usam métodos diferentes para analisar as temperaturas globais. (Ebc)