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Celpe ressalta parcelamento de faturas de energia no cartão de crédito como opção para primeiros meses do ano

(Foto: Ilustração)

Para facilitar a vida dos clientes, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), empresa do Grupo Neoenergia, reforça que a conta de energia elétrica pode ser parcelada em até 12 vezes no cartão de crédito. A facilidade é oferecida aos clientes que possuem duas ou mais faturas vencidas. Entre os meses de dezembro de 2018 e janeiro deste ano, a Celpe identificou um aumento superior a 50% na procura pela modalidade de quitação. O pagamento pode ser efetuado por meio do site da empresa, assegurando mais comodidade aos consumidores.

O parcelamento das faturas em atraso é uma das estratégias da distribuidora para contribuir com o processo de adimplência. Na nova modalidade de quitação são aceitos os cartões das bandeiras Visa, Mastercard e Hiper. Os clientes podem recorrer ao parcelamento desde que a prestação mínima seja de R$ 5,00, incluindo a taxa da operadora do cartão. A transação foi possível a partir de uma parceria da Celpe com a Flexpag, empresa especializada em pagamento por meio de cartões de crédito e débito.

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Contran autoriza pagamento de multas de trânsito no cartão de crédito

(Foto: Reprodução/Internet)

Uma publicação no Diário Oficial da União de sexta-feira (6) permite aos condutores de trânsito quitarem as dívidas de multas por meio do cartão de crédito. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou essa nova regra e as autoridades de trânsito estaduais poderão receber os pagamentos em outras formas, além do dinheiro.

Além de quitar a dívida no cartão, o condutor poderá parcelar o débito e não será restrito a apenas uma multa. Segundo o Contran, ao parcelar as infrações, o motorista fica liberado de pendências como a do licenciamento do veículo.

Os Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) poderão contratar empresas para receber os pagamentos, tendo em vista que as operadoras acionadas para intermediar os pagamentos devem ser credenciadas por entidades do Sistema Nacional de Trânsito.

Durante audiência, Fernando Bezerra pede redução de juros do cartão de crédito

Durante uma audiência realizada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), nessa terça-feira (27), o senador Fernando Bezerra Coelho pediu ao Banco Central e a Casa Civil, para que as duas instituições trabalhem juntas no sentido de reduzir os juros do cartão de crédito e do cheque especial.

“Apesar do esforço do governo para reduzir este custo, as taxas continuam muito altas, não há justificativas para serem maiores que 100% ano, atingem a classe média e os trabalhadores e afetam diretamente a produtividade e a economia”, disse o senador que é vice-líder do governo no Senado.

O senador também elogiou as medidas adotadas pelo governo para a simplificação tributária e a limitação dos gastos públicos. O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha participou a audiência pública, para prestar contas do andamento das ações coordenadas pelo governo federal.

Aproveitando a presença de Padilha, Fernando Bezerra pediu que o governo regulamente a fixação dos novos índices, para a utilização do Coeficiente de Desenvolvimento Regional (CDR) como um redutor incidente sobre as taxas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Segundo Eliseu Padilha, a regulamentação será feita por decreto presidencial. O CDR levará em consideração a renda percapita das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, fazendo com os juros dos Fundos Constitucionais fiquem menores.

Juros do cheque especial chega a 324,7%

(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A taxa de juros do cheque especial apresentou alta de 1,7 ponto percentual em janeiro, subindo para 324,7% ao ano, somente no primeiro mês de 2018. O rotativo do cartão de crédito também teve elevação e atingiu 241% no mês passado.

Para os consumidores que pagaram faturas em atraso ou não quitaram seu débito do cartão, a taxa do pagamento mínimo apresentou redução, caindo para 14,6 pontos. Ao ano, o índice chega a 387,1%

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Multas de trânsito poderão ser pagas de forma parcelada no cartão de crédito

(Foto: Ilustração)

Nesta quarta-feira (18) o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou uma resolução quer permite o pagamento de multas de trânsito com cartões de débito ou crédito. A resolução já está em vigor.

O valor poderá até ser parcelado, mas com a devida cobrança de juros pela entidade financeira do cartão. Alguns Detrans e prefeituras já fazem parcelamentos por meio de documentos de arrecadação, geralmente com pagamento do primeiro boleto da dívida na hora de assinar o termo de adesão.

Com informações do G1

Procons orientam consumidores sobre lei que permite a cobrança diferenciada de valores, de acordo com a forma de pagamento

(Foto: Ilustrativa)

Lei, sancionada nesta segunda-feira (26) pelo presidente Michel Temer, permite cobrar preços diferentes para um mesmo produto dependendo da forma de pagamento (cartão, dinheiro ou cheque). Para evitar dúvidas os Procons estão orientando os consumidores.

Na prática, caso o cliente opte por pagar em dinheiro, poderá ter um desconto, já que não existem as despesas administrativas que são cobradas quando os pagamentos são efetuados com cartões de crédito, débito, boleto ou cheque, por exemplo.

Entretanto, é preciso que o consumidor fique atento, pois os descontos – de acordo com a lei – não são obrigatórios, logo, o cliente deve pechinchar e procurar estabelecimentos que adotem a concessão de descontos como prática.

De acordo com Carlos Túlio Cruz, Coordenador do Procon de Juazeiro, a lei estabelece ainda que é dever do fornecedor que optar por dar desconto, informar ao consumidor, com a colocação de cartazes e avisos em local visível e de fácil acesso, quais são os percentuais oferecidos pelo estabelecimento, de acordo com a forma de pagamento e os prazos escolhidos pelo cliente.

Caixa reduz juros do rotativo do cartão de crédito

(Foto: Ilustrativa)

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça (11) a redução das taxas de juros do rotativo dos cartões de crédito que, agora, variam de 8% a 11% ao mês, conforme o tipo de cartão do cliente. Antes, os juros dessa modalidade iam de 11,15% a 17,12% ao mês. O rotativo é o crédito tomado junto à instituição financeira quando o consumidor paga menos que o valor integral da fatura do cartão.

Segundo o banco, a redução na taxa mensal do rotativo foi de 7,7 pontos percentuais. “A medida contribuirá para a redução da inadimplência e incentivo ao consumo”, informou a Caixa, em nota.

Pelas novas regras para o crédito rotativo, anunciadas pelo governo no fim do ano passado e em vigor desde o dia 3 de abril, sempre que o consumidor entrar no crédito rotativo e não conseguir quitar a dívida nos primeiros 30 dias, o banco terá de oferecer um crédito parcelado do saldo devedor, com taxas menores. Na prática, isso evita que a dívida do cartão de crédito, que tem as taxas de juros mais altas do mercado, vire uma bola de neve.

Fonte EBC

Novas regras para o crédito rotativo começam a valer nesta segunda

(Foto: Ilustrativa)

A partir de amanhã (3) começam a valer as novas condições do crédito rotativo, que limitam o uso da modalidade em até 30 dias. As regras visam a reduzir os juros cobrados ao obrigarem a migração para opções de financiamento menos onerosas como, por exemplo, o parcelado.

Definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em janeiro fazem parte da agenda de reformas microeconômicas do governo de Michel Temer.

Na prática, os consumidores não poderão mais pagar apenas parte do valor da fatura mensal do seu cartão de crédito. Com as novas regras, após 30 dias no rotativo, terão de fazer o pagamento integral ou parcelar a dívida em parcelas fixas e juros mais baixos.

Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Caixa Econômica Federal já anunciaram as novas condições do crédito rotativo ao longo dos cerca de três meses que tiveram para se adaptarem às regras divulgadas em janeiro.

Com informações do Istoe

Entenda como fica a nova política de rotativo do cartão de crédito

(Foto: Ilustrativa)

A partir do dia 3 de abril, os clientes terão restrições para fazer o pagamento mínimo da fatura e acessar o crédito rotativo é o que propõe as novas regras.  A principal mudança é que, ao contrário do que acontece atualmente, quem optar por fazer o pagamento mínimo da fatura não poderá fazer essa opção por vários meses consecutivos.

A determinação foi divulgada pelo Banco Central no dia 26 de janeiro, e tem gerado dúvidas entre os consumidores.  A novas regras foram criadas para coibir o uso do rotativo e obrigar os bancos a oferecer uma solução de parcelamento para o cartão de crédito com juros mais baratos. A taxa de juro do rotativo encerrou o ano passado em 484,6% ao ano, segundo dados do Banco Central que considera a média de todas as instituições financeiras.

Com informações do G1

Juro do cartão avança e chega a 486% ao ano em janeiro

(Foto: Ilustrativa)

Os bancos continuaram a subir as taxas de juros ao consumidor no começo de 2017, segundo informações divulgadas pelo Banco Central nesta quinta-feira (23). O movimento acontece apesar da série de cortes promovidas pelo BC na Selic, a taxa de juros básica da economia.

Em janeiro, a taxa cobrada nas operações com cartão de crédito rotativo, a mais cara do mercado, voltou a subir e atingiu 486,8% ao ano, novo recorde histórico. Em dezembro do ano passado, os juros dessa modalidade de crédito estavam em 484,6% ao ano.

A série histórica da autoridade monetária começa em março de 2011. Em doze meses, o juro do cartão de crédito rotativo avançou 47,3%.
Nesta quarta (22), o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, anunciou o quarto corte seguido na taxa Selic, que está agora em 12,25% ao ano.

Com informações do G1

Gastos com juros do cartão de crédito podem cair pela metade

(Foto: Internet)

A economia do consumidor com a nova regra que limita a utilização do rotativo do cartão de crédito poderá chegar a quase 50% em 12 meses. Essa é a diferença que o cliente deixará de pagar ao migrar dos juros mais caros do crédito rotativo para as taxas mais baixas do crédito parcelado.

A partir de abril, as administradoras de cartão de crédito não poderão mais financiar o saldo devedor dos clientes por meio do crédito rotativo por mais de um mês, conforme decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN).

De acordo com o levantamento mais recente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), os juros médios do crédito rotativo – cobrado de quem não paga a totalidade da fatura do cartão de crédito – chegavam a 15,33% ao mês no fim de dezembro. Para o crédito parcelado, a taxa média estava em 8% ao mês.

A diferença é maior quanto mais longo o tempo dos financiamentos. Uma dívida de R$ 1 mil na fatura do cartão sobe para R$ 1.534 no crédito rotativo ao fim de três meses. Com a nova regra, pela qual a taxa mais alta – de 15,33% ao mês – incide nos primeiros 30 dias e a taxa de 8% ao mês incide nos dois meses restantes, a dívida aumenta para R$ 1.345,20, diferença de 12,3%.

Com informações do EBC