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Mais de 12 milhões de consumidores sofreram alguma fraude financeira nos últimos 12 meses, aponta pesquisa CNDL/SPC Brasil

(Foto: Ilustração)

Sejam consumidores, empresas ou governos, as fraudes financeiras representam um risco para a segurança de diversos setores da economia. E com o avanço tecnológico, as oportunidades e os métodos para fraudar também vêm se tornando cada vez mais sofisticados, causando danos financeiros em um número cada vez maior de pessoas.

De acordo com uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 46% dos internautas brasileiros foram vítimas de algum tipo de golpe financeiro nos 12 meses anteriores ao estudo, o que equivale a um universo aproximado de 12,1 milhões de pessoas.

Na avaliação do presidente da CNDL, José Cesar da Costa, é importante que o consumidor tome cuidados básicos para evitar transtornos com as fraudes e desconfie de facilidades ofertadas. “O comércio eletrônico tem crescido consistentemente no Brasil, em grande medida, devido a uma combinação entre diversidade, preços competitivos, comodidade e segurança nos mais diversos segmentos de consumo. Entretanto, muitas pessoas não tomam os cuidados necessários nas transações on-line o que contribui para que sejam enganadas. São comuns, por exemplo, ofertas com valor muito abaixo da média praticada no mercado, o que já mostra um indício de que pode ser se tratar de tentativa de golpe”, alerta o Costa.

Confiança do consumidor cai 4,1 pontos desde o início do ano

Lojas da Travessa da Maravilha. (Foto: Blog Waldiney Passos)

A recuperação econômica mais lenta do que o esperado e o mercado de trabalho desaquecido têm frustrado o humor do consumidor brasileiro. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que o Indicador de Confiança do Consumidor caiu de 49,0 pontos em janeiro deste ano para 44,9 pontos no mês de julho, um recuo de 4,1 pontos em um intervalo de seis meses. Pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que somente resultados acima de 50 pontos mostram uma percepção otimista do consumidor.

Com a definição eleitoral, as expectativas dos brasileiros haviam iniciado o ano de 2019 em crescimento, mas o ânimo foi diminuindo mês após mês, conforme a economia apresentava dificuldades para engatar uma recuperação mais vigorosa. Na avaliação do presidente da CNDL, José Cesar da Costa, esse quadro pode começar a se alterar nos próximos meses com o anúncio de uma agenda positiva, que pode recuperar o desgaste observado neste primeiro semestre.

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Inadimplência do consumidor cresce 0,9% no primeiro semestre de 2019

(Foto: Internet)

O volume de consumidores com contas sem pagar cresceu 0,9% no primeiro semestre de 2019, na comparação com o final do ano passado. Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) é a segunda menor variação nos atrasos, desde 2012, quando a inadimplência havia crescido 5,8% no primeiro semestre.

Quando analisado só o mês de junho, o volume de consumidores com contas sem pagar, e registrados em listas de inadimplentes, teve alta de 1,7% ante o mesmo mês de 2018.

Na avaliação do presidente da CNDL, José Cesar da Costa, a inadimplência apresentar crescimento mais modesta é fator positivo, que acompanha a lenta recuperação da economia. Mas o número de pessoas com atraso nas contas e dificuldade de voltar ao mercado de crédito ainda é muito elevado. Até abril deste ano, eram 62,6 milhões de pessoas nessa situação, o que representa quase 41% da população adulta.

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Dia das Mães: Prodecon intensifica fiscalização em lojas de Petrolina

(Foto: Ascom)

O comércio de Petrolina tem registrado um movimento intenso nesta semana quando muitos filhos saem às compras para celebrar o ‘Dia das Mães’ no próximo domingo (12). Por isso, o Programa Municipal de Defesa do Consumidor (Prodecon) da prefeitura tem acompanhado de perto a movimentação para orientar lojistas e consumidores sobre as compras de presentes.

Na última segunda-feira (6), o órgão visitou dezenas de lojas do centro da cidade orientando as empresas sobre os principais direitos estabelecidos pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC). Durante a atividade, as equipes também distribuíram material informativo para orientar consumidores, principalmente, sobre política de troca de produtos, importância de exigir a nota fiscal e diferenciação de preços entre o pagamento a vista ou por meio de cartão.

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Mais de 150 voos cancelados pela Avianca deixam consumidores de Pernambuco desamparados

A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e o Procon/PE dão prosseguimento nesta segunda-feira (29), à operação que busca minimizar os impactos provocados pelos cancelamentos dos voos da Avianca em Recife (PE). Desde a última sexta-feira (26), a fiscalização no Aeroporto Internacional Guararapes está intensificada para garantir que os direitos dos consumidores sejam respeitados.

A Avianca passa por um processo de recuperação judicial e só nos aeroportos de Recife e Petrolina, em Pernambuco, já foram mais de 150 voos cancelados, totalizando mil cancelamentos em todo o país. Recentemente, a empresa diminuiu a frota de aeronaves de 25 para 7, de forma que passou a atuar apenas em quatro aeroportos no Brasil: Congonhas, em São Paulo; Santos Dumont, no Rio de Janeiro; Brasília, no Distrito Federal; e Salvador, na Bahia. Por esse motivo, muitos passageiros foram prejudicados, como os que estão em Pernambuco.

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Quatro em cada dez brasileiros recorreram ao cartão de crédito em fevereiro para fazer compras, apontam CNDL e SPC Brasil

(Foto: Ilustração)

Cada vez mais, o cartão de crédito vem se consolidando como uma opção de pagamento entre os brasileiros, embora esteja entre as modalidades com os juros mais altos do mercado em caso de atraso no pagamento. Dados do Indicador de Uso do Crédito, apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), mostram que, em fevereiro, quase quatro em cada dez (37%) consumidores no país recorreram ao cartão de crédito para fazer algum tipo de compra, se mantendo na dianteira em relação aos outros instrumentos de crédito.

O uso da modalidade ficou bastante à frente do segundo colocado, que é o crediário (10%). O limite do cheque especial foi citado por 9% da amostra, os empréstimos por 7% e os financiamentos por 5%. Ao todo, 44% dos consumidores utilizaram, ao menos, uma dessas opções de crédito ao longo do mês de fevereiro, ante 56% que não usaram nenhuma.

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Inadimplência abre o ano em desaceleração, com crescimento de 2,42% no mês de janeiro, aponta pesquisa

(Foto: Internet)

O ano de 2019 começa com sinais de acomodação da inadimplência. Dados apurados pelo Indicador de Inadimplência da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apontam que mesmo com o crescimento do número de consumidores negativados na comparação anual, o avanço foi menor em janeiro de 2019 ante os últimos meses, alcançando 2,42%.

Já o número de dívidas apresentou recuo de 0,29% no mesmo período, embora o volume de pendências continue crescendo em dois setores específicos: o de bancos, com avanço de 2%, e o de água e luz, com aumento expressivo de 14%. Em contrapartida, comércio e comunicação registraram queda de 7%.

O presidente da CNDL, José Cesar da Costa, destaca que apesar do avanço da quantidade de devedores, o número médio de dívidas vem caindo. “O problema da inadimplência, que cresceu muito nos anos mais recentes, ainda está longe de resolvido. Mas já se observa uma tendência de acomodação, que pode ser um prenúncio de melhora na capacidade de pagamento das famílias”, explica. “Este cenário só deve mudar quando a retomada da economia for percebida de fato pelos consumidores, ou seja, com a criação de novos empregos e o aumento renda”, observa Costa.

Com economia desfavorável, brasileiro muda hábitos de consumo e passa a pesquisar mais 

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/EBC)

Diante de um cenário econômico desfavorável, boa parte das famílias brasileiras passou a administrar melhor o orçamento e, consequentemente, criar uma relação mais saudável com o dinheiro. É o que aponta um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB). De acordo com o estudo, oito em cada dez (79%) brasileiros mudaram seus hábitos no dia a dia e entre as medidas adotadas, destaca-se a pesquisa de preços (59%) antes da aquisição de algum produto — percentual que chega a 68% nas classes A e B.

Além disso, 56% passaram a limitar gastos com lazer e 55% a controlar despesas pessoais. O aperto financeiro também fez com que muitas pessoas encontrassem alternativas para economizar. Mais da metade (54%) dos entrevistados procurou reduzir o consumo de luz, água e telefone, de olho no valor da conta. Outros 53% passaram a ficar atentos às promoções em busca de preços menores, enquanto 46% substituíram produtos por marcas similares mais baratas e 42% admitem ter incorporado em sua rotina a prática de pechinchar.

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Mesmo com índice de confiança elevado, consumidor se diz pessimista com o cenário econômico do Brasil

(Foto: Ilustração)

Com a definição do novo governo, os consumidores estão mais confiantes. Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que, no último mês de dezembro, o ‘Indicador de Confiança do Consumidor’ alcançou 45,8 pontos, frente a 40,9 observados no mesmo período de 2017. O avanço foi de 12% na comparação anual. Apesar do crescimento expressivo, o índice mostra que a maioria ainda está pessimista. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 pontos, mostram uma percepção mais otimista do consumidor.

Na avaliação do atual cenário econômico e da própria vida financeira, a percepção dos entrevistados permanece ruim. Em cada dez brasileiros, sete (72%) enxergam o momento da economia de forma negativa — apesar de elevado, esse é o menor percentual desde o início da série histórica, em janeiro de 2017. As principais razões apontadas são desemprego elevado (63%), aumento dos preços (59%), alta na taxa de juros (38%), desvalorização do real frente ao dólar (25%) e menor poder de compra do consumidor (22%). Para 25%, o quadro econômico é regular e apenas 2% consideram bom.

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Apenas 9% dos brasileiros conseguem pagar despesas de início de ano com o que recebem, mostra levantamento da CNDL/SPC Brasil

(Foto: Internet)

Passada a euforia das compras de Natal e das comemorações do Réveillon, o mês de janeiro é um período que exige do consumidor muito planejamento para não começar o ano com as finanças desajustadas. Um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que apenas 9% dos brasileiros dizem ter condições de pagar as despesas sazonais do início de ano, como IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e material escolar, com os próprios rendimentos. A pesquisa ainda mostra que 11% dos entrevistados não fizeram qualquer planejamento financeiro para pagar esses compromissos neste início de ano.

A boa notícia é que cresceu o percentual de consumidores que juntaram dinheiro ao longo do último ano para arcar com essas despesas sazonais, saltando de 21% em 2018 para 31% em 2019. Há ainda 31% de entrevistados que garantem ter guardado ao menos parte do décimo terceiro salário para cobrir os gastos, ao passo que 24% decidiram abrir mão de compras no Natal passado para sobrar recursos. O levantamento também descobriu que 19% fizeram algum bico ou trabalho extra para aumentar a renda e conseguir honrar esses compromissos.

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Cai para 76% o percentual de brasileiros que ‘vivem no limite do orçamento’, revela indicador CNDL/SPC Brasil

A maior parte dos brasileiros chega às vésperas do fim de ano sem sobras no orçamento, embora tenha diminuído a quantidade de consumidores que se encontram em situação de aperto. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que caiu de 82% em outubro para 76% em novembro o percentual de consumidores que ‘vivem no limite do orçamento’. De acordo com o levantamento, 43% dos entrevistados terminaram o mês no ‘zero a zero’, ou seja, até conseguiram pagar as contas, mas não restou nada de seus rendimentos e, 33% encerram o mês ‘no vermelho’, isso quer dizer que eles deixaram de pagar alguma conta por falta de recursos. Os brasileiros que se encontram ‘no azul’ somam 16%.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o percentual de brasileiros que vivem sem sobras no orçamento segue elevado, mas o consumidor tem uma chance de melhorar esse quadro com as rendas extras de final de ano. “O pagamento do 13º salário pode aliviar a situação do consumidor, mas vale lembrar que se trata de um aumento de renda temporário. Uma vez restaurado o equilíbrio do orçamento, o consumidor precisa manter o controle dos gastos, estabelecendo prioridades e fazendo ajustes quando necessário. É uma tarefa constante, que exige disciplina, mas que faz diferença no bem-estar financeiro do consumidor”, afirma a economista.

Com muitos brasileiros ainda vivendo no limite das finanças, 45% dos consumidores planejavam diminuir o nível de gastos durante o mês de novembro, número inferior ao constatado em outubro (51%). Entre os que planejavam cortar despesas, a principal razão é a busca constante por economizar (34%), os preços elevados (28%), o desemprego (26%) e o endividamento (15%).

“O final do ano continua sendo o momento mais lucrativo para o varejo”, diz presidente da CDL Petrolina

Comércio na Rua Dom Vital. (Foto: ASCOM prefeitura de Petrolina)

Às vésperas do Natal, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Petrolina (CDL) informa que as vendas deste ano estão sinalizando o cumprimento da expectativa de aumento que é de 8%. Bom para os lojistas da cidade, que ansiosos sempre aguardam por esse período, considerado o melhor para o setor varejista.

“As vendas durante o período natalino ajudam bastante o lojista a fechar as contas no azul, mas para isso ele tem que se preparar. O fim do ano continua sendo o momento mais lucrativo para o varejo”, afirma Manoel Vilmar, presidente da CDL Petrolina.

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Prodecon contabiliza mais de 800 audiências em  oito meses e ganha novo espaço em Petrolina

(Foto: ASCOM)

Apenas oito meses após ser reaberto em Petrolina (PE), o Programa Municipal de Defesa do Consumidor (Prodecon) já contabiliza mais de 800 audiências na cidade. Os dados revelam como o órgão tem contribuído com a defesa dos direitos do consumidor, tanto que houve um aumento significativo de reclamações na unidade.

Diante disso, o órgão da prefeitura, inclusive, ganhou um espaço ainda mais amplo no Centro de Convenções Senador Nilo Coelho, onde a equipe conseguiu melhorar o atendimento num ambiente mais confortável para receber os usuários do serviço. De acordo com os números, a Compesa lidera o ranking com maior número de reclamações. Também ganham destaque as queixas relacionadas à Celpe, ao Banco Bradesco S/A e Via Varejo (Casas Bahia).

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Cotação: Uauá tem o menor preço do quilo de carne de caprino e ovino

O preço mais alto do quilo da carne de caprino/ovino está em Juazeiro: R$17,00. (Foto: ASCOM)

De 04 a 10 de dezembro o abatedouro Campo do Gado (antigo Abatal) em Juazeiro (BA) abateu 50 caprinos e 250 ovinos. Para o abate, o custo é de R$ 35,00 por animal, já para o transporte, de Juazeiro à Petrolina (PE), o produtor vai pagar R$ 5,00 por animal abatido levado do abatedouro ao estabelecimento comercial.

Sobra a comercialização, em Juazeiro o consumidor vai se deparar com o preço mais alto, o quilo da carne de caprino/ovino está custando R$ 17,00. O segundo preço mais alto está em Curaçá e Casa Nova, nestas duas cidades baianas o preço do quilo da carne de caprino/ovino é de R$15,00.

Já em Remanso (BA), o consumidor vai encontrar no comércio o quilo da carne de caprino/ovino por R$14,00. O preço mais barato da “carne de bode”, o consumidor vai encontrar em Uauá (BA), por lá o quilo da carne está custando R$ 13,00.

A cotação de preços da carne de capino/ovino é feita pelo Programa Bioma Caatinga, desenvolvido pelo SEBRAE. Ainda de acordo com a cotação, em média, o preço do quilo da carne está custando R$ 14,80.

Seis em cada dez consumidores pretendem comprar na Black Friday 2018, aponta pesquisa CNDL/SPC Brasil

(Foto: Ilustração)

Faltando menos de uma semana para a Black Friday, que este ano será no dia 23 de novembro, milhares de pessoas aguardam a mega liquidação para aproveitar as ofertas. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que seis em cada dez (58%) consumidores têm a intenção de fazer compras na Black Friday, um expressivo aumento de 18 pontos percentuais em relação ao ano passado. Por outro lado, 32% só devem ir às compras caso encontrem boas ofertas e apenas 10% não pretendem comprar nada.

Entre os que pretendem comprar produtos de olho nos descontos, 70% consideram a data uma oportunidade de adquirir itens que estejam precisando com preços mais baixos. Cerca de 30% querem antecipar os presentes de Natal de olho nas promoções, enquanto 12% planejam aproveitar as ofertas mesmo sem ter necessidade de comprar algo no momento. Já entre os que não pretendem fazer compras na Black Friday, os principais motivos apontados são falta de dinheiro (28%) e o fato de não precisar comprar nada (22%).

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