Contas de luz terão bandeira amarela em julho

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou na última sexta-feira (28) que as contas de luz terão bandeira amarela no mês de julho, com taxa extra de R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos (kWh). Em junho, as tarifas estavam com a bandeira verde, sem custo adicional para o consumidor.

“Julho é um mês típico da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). A previsão hidrológica para o mês sinaliza vazões abaixo da média histórica e tendência de redução dos níveis dos principais reservatórios”, disse a Aneel.

As duas variáveis que definem o sistema de bandeiras tarifárias são o preço da energia no mercado de curto prazo (PLD) e o nível dos reservatórios das hidrelétricas, medido pelo indicador de risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês).

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Aneel aprova reajuste médio de 5,04% nas tarifas de luz da Celpe

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Os consumidores da distribuidora de energia pernambucana Celpe terão um reajuste médio nas tarifas da contas de luz de  5,04%. Para os consumidores residenciais, o aumento será de 5,14%.

A Celpe atende cerca de 3,7 milhões de unidades consumidoras em 185 municípios de Pernambuco. Os novos valores, aprovados hoje (23) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), começam a valer na próxima segunda-feira (29).

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Conta de luz terá bandeira verde em dezembro

A bandeira tarifária na cor verde significa que não terá custo extra para os consumidores de energia elétrica. (Foto: Ilustração)

A bandeira tarifária da conta de luz para o mês de dezembro será verde, ou seja, sem custo extra para os consumidores de energia elétrica. Desde maio deste ano, a bandeira estava nos níveis amarelo ou vermelho. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica. 

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Para driblar o preço alto da conta de luz, juazeirenses e petrolinenses investem em energia solar

(Foto: ASCOM)

Buscando alternativas para diminuir os gastos com a conta de luz, moradores e donos de comércio de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), encontraram a solução no sol. Por meio da energia solar fotovoltaica eles estão diminuindo os custos com a conta de luz e contribuindo com a preservação do meio ambiente, por utilizar uma fonte de energia limpa, sustentável e renovável.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou que a conta de luz dos brasileiros vai continuar com a bandeira vermelha nível 2 até o final do ano. O diretor da Energia Solar Original, empresa com sede em Petrolina, Rodrigo Mesquita, explica que um dos principais fatores da procura por instalações terem aumentado foi a questão da conta de luz mais alta.

“Os motivos pela crescente demanda vão desde a preocupação com a preservação do meio ambiente, os constantes aumentos na conta de luz, os recorrentes incentivos federais, estaduais e bancários, além de representar uma fonte de rendimentos financeiros, tudo isso converge e contribui para o aumento de micro geradores em todo território nacional. Só aqui em Petrolina e Juazeiro mais de 33 clientes já estão economizando com os benefícios de um sistema solar original”, explica Rodrigo Mesquita.

O funcionamento de um sistema de energia solar é simples: o painel solar capta a luz do sol e transforma em energia

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Conta de luz ficará mais cara em junho

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As contas de luz ficarão mais caras em junho. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (25) que irá aplicar a bandeira tarifária vermelha no patamar 2 no próximo mês. Com isso, haverá uma cobrança extra de R$ 5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Será a primeira vez neste ano que a bandeira vermelha 2, a mais cara desse sistema, é aplicada. Em maio, vigora a bandeira amarela, com a cobrança de R$ 1 a cada 100 kWh. A mudança ocorreu por conta do início do período seco e das chuvas abaixo da média nos reservatórios de hidrelétricas.

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Brasil tem uma das contas de luz mais caras do mundo

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A conta de luz tem pesado cada vez mais no bolso do brasileiro. O país tem uma das maiores tarifas de energia do mundo, o que deixa salgado o orçamento familiar do cidadão, todos os meses. Comissão de privatização da Eletrobras aposta na redução desses custos com venda de cotas da companhia e maior concorrência no serviço.

Levantamento da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres, a Abrace, revela que o aumento da conta de luz de 2014 a 2017 foi de 31,5%. Esse índice superou a inflação acumulada no mesmo período, que chegou a 28,86%, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, o IBGE.

Os prognósticos para 2018 são ainda piores: estima-se que o encarecimento acumulado da conta de luz desde 2014 chegue a 44%. Na Câmara dos Deputados tramita uma comissão especial que discute a privatização da Centrais Elétricas Brasileiras S.A, a Eletrobras.

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Conta de energia deve ter reajuste acima de 10% em 2018, afirma Aneel

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prevê um reajuste médio nas contas de energia acima de 10% nesse ano. Segundo a Agência, em algumas residências a tarifa deve superar 20%.

Segundo a Aneel, o reajuste se deve pela falta de chuvas, o que ocasionou o acionamento das usinas térmicas e também, aos subsídios embutidos na conta de luz e erros de planejamento da Agência.

De acordo com Romeu Rufino, presidente da agência, os aumentos da conta de energia devem ter comportamento semelhante aos autorizados para os clientes fluminenses da Light e Enel Rio.

Nesta semana, a Aneel autorizou um aumento tarifário médio de 10,36% nas tarifas da Light, que atende a cidade do Rio e outros 30 municípios do Estado. Na Enel Rio, que fornece energia para Niterói e outras 66 cidades fluminenses, a alta, em média, foi de 21,04%.

Os reajustes anuais devem ser da ordem de 10%, mas para estados atendidos pelo grupo de empresas que vão passar por revisão tarifária, a alta deve ser de cerca de 20%. É o caso da Cemig (Minas), RGE Sul (Rio Grande do Sul) e Energisa (em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), entre outras.

Aneel estuda subir valores das tarifas em contas de luz

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Nesta terça-feira (24) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) votará na abertura de audiência pública para discutir a revisão dos valores das bandeiras tarifárias. O uso das usinas hidrelétricas tem impacto direto no ajuste.

Segundo a instituição, o valor arrecadado com o sistema, que aplica uma taxa extra nas contas de luz, não está sendo suficiente para cobrir a alta no custo da geração de energia provocada pelo uso mais intenso das termelétricas.

Com os reservatórios das usinas hidrelétricas cada vez mais baixos, por causa da falta de chuvas, o sistema elétrico depende cada vez mais de usinas termelétricas, que geram energia mais cara pois funcionam por meio da queima de combustíveis. Quanto maior o uso de térmicas, maior o custo extra que é preciso ser pago pelos consumidores por meio da taxa das bandeiras tarifárias.

Contas de luz terão acréscimo em novembro

Aumento conta de luz

Desde abril deste ano, a bandeira tarifária estava verde, ou seja, não havia custo extra para os consumidores./ Foto: internet

A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de novembro será a amarela, com custo de R$ 1,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida se deve às condições hidrológicas menos favoráveis, o que determinou o acionamento de usinas termelétricas, mais caras.

Desde abril deste ano, a bandeira tarifária estava verde, ou seja, não havia custo extra para os consumidores. No ano passado, todos os meses tiveram bandeira vermelha, primeiramente com cobrança adicional de R$ 4,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e, depois, com a bandeira vermelha patamar 1, que significa acréscimo de R$ 3 a cada 100 kWh.

O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado em janeiro de 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, mai cara do que a energia de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia elétrica em função das condições de geração de eletricidade. Por exemplo, quando chove menos, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país.

Fernando Filho diz que tem que resolver problema da Eletrobras na Bolsa de Nova York para agir na Chesf

O ministro pernambucano adiantou que a capitalização da Chesf não deve chegar à conta de luz, no entanto/Foto:internetO ministro pernambucano adiantou que a capitalização da Chesf não deve chegar à conta de luz, no entanto/Foto:internet

Em entrevista à Rádio Jornal Petrolina nesta sexta-feira (27), o atual ministro de Minas e Energia, Fernando Filho (PSB) reconheceu que precisa pensar em alternativas para a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf). O socialista ponderou, porém, que a primeira necessidade é resolver o problema da Eletrobras na Bolsa de Nova York.

A Bolsa não está mais negociando ações da empresa devido à não apresentação dos balanços auditados de 2014 e 2015 à SEC, o órgão regulador do mercado de capitais nos Estados Unidos. Fernando Filho vai recorrer da decisão.

“A gente está primeiro precisando solucionar essa equação para depois pensar em novas bases e alternativas para o setor elétrico público”, afirmou Fernando Filho.

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Cobrança adicional na conta de luz será menor em fevereiro

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou hoje (29) que a bandeira tarifária que será aplicada para o próximo mês continua sendo a vermelha, mas em um patamar mais baixo do que o cobrado anteriormente.

Em fevereiro, os consumidores de energia elétrica vão pagar um adicional R$ 3 para cada R$ 100 quilowatts-hora consumidos, em vez dos R$ 4,50 pagos atualmente.

Na última terça-feira (26), a Aneel aprovou mudanças no sistema de bandeiras tarifárias. Assim, a bandeira vermelha terá dois patamares: o de R$ 3 e o de R$ 4,50, aplicados a cada 100 kWh. O valor da bandeira amarela também foi atualizado passando de R$ 2,50 para R$ 1,50.

A Aneel explicou que o novo patamar foi possível por causa do desligamento de termelétricas de maior custo, motivado pelo início da operação de novas usinas e o aumento do nível dos reservatórios das hidrelétricas do Sul e Sudeste. “Mesmo com a melhoria no cenário de geração de energia elétrica, o sinal para o consumo ainda é vermelho, e os consumidores devem fazer uso eficiente de energia elétrica e combater os desperdícios”, alerta a agência reguladora.

A cada mês, as condições de operação do sistema são reavaliadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda. A partir dessa avaliação, define-se as térmicas que deverão ser acionadas.

Desde que o sistema de bandeiras tarifárias foi implantado, em janeiro do ano passado, todos os meses a bandeira aplicada foi a vermelha. O sistema reflete o custo maior de geração de energia, por meio das termelétricas.

Conta de luz vai ficar mais cara: Paulo Câmara suspende subsídio concedido por Eduardo Campos

luz

A promessa na campanha de 2006 e cumprida durante nove anos (tanto nos governos Eduardo Campos e João Lyra Neto como no primeiro ano do de Paulo Câmara), isentando de ICMS todo consumidor de energia elétrica que provasse ser de baixa renda, foi quebrada. Desde o dia 1º, continuará com o benefício de não pagar 25% sobre a conta de energia da Celpe apenas quem consumir até 140 KWh/mês.

Isso quer dizer que mesmo estando cadastrada na companhia, agora uma família de baixa renda que consumir acima desse volume vai pagar o imposto sobre tudo o que for registrado no medidor. Uma conta de 140 kWh custa, hoje, R$ 35, e deve passar para R$ 50.

A decisão de voltar a cobrar ICMS nas contas de que quem consome acima de 140kWh/mês foi publicada no dia 22 no Diário Oficial (Decreto nº 42.527), que introduziu uma série de alterações na legislação. O decreto pôs fim ao convênio que vigorou desde o primeiro dia de governo de Eduardo Campos até o último dia 31.

Isentar a cobrança de ICMS (25% sobre o consumo efetivo) foi uma das bandeiras da campanha de Eduardo Campos anunciada como cumprida já no dia seguinte à sua posse. O argumento publicado no DOE do dia 22 de dezembro último por Paulo Câmara é a adequação de vários decretos que regulavam essa isenção.

Na verdade, ele está dentro da proposta dele em aumentar as receitas. Em 2015, a Celpe se transformou numa das âncoras das receitas, via ICMS, para o governo. Primeiro, pelo aumento das tarifas da Celpe pela Aneel, depois pelo aumento de consumo das indústrias que entraram em funcionamento no ano e porque é uma receita garantida, pois a Celpe é obrigada, por lei, a repassar o ICMS no mês seguinte ao da fatura emitida, independentemente de ela ser paga ou não pelo consumidor.

Em 2007, ao anunciar a redução do ICMS nas contas de energia, Eduardo Campos estimou que o cumprimento da sua maior promessa de campanha deveria reduzir a conta de 677 mil famílias. Naquele ano, os consumidores pagavam duas alíquotas de ICMS, uma de 20% e outra de 25%. Com a isenção, o Estado deixou de arrecadar R$ 3 milhões por mês, ou R$ 36 milhões/ano. Até agora não foram divulgadas estimativas de quanto o decreto aumentará na receita do Estado. (JC)