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Dermatologista do IMIP dá dicas de como utilizar o protetor solar de maneira eficaz e segura 

(Foto: Internet)

De acordo com o dermatologista do IMIP, Valter Kozmhinsky, o uso de protetor solar é muito importante para se proteger do sol. Pensando nisso, o especialista dá algumas dicas de como utilizar o produto de forma eficaz e segura, chamando atenção para o cuidado redobrado que os pais devem ter com as crianças.

Segundo informações do especialista, o protetor solar deve ser aplicado de duas em duas horas, mas se houver exposição excessiva ao sol, atividades na água, ou muita liberação de suor, a reposição deve ser reforçada de hora em hora.

Essa recomendação vale, inclusive, para aqueles que preferem a sombra, pois a luz solar é refletida na água e na areia, por exemplo. É indicado ainda o uso de chapéus, bonés, óculos escuros, roupas com proteção UVA e UVB, sombrinhas e sombreiros, como aliados ao uso do protetor, esse sempre indispensável.

Dicas para crianças:

– Para as crianças, os cuidados devem ser redobrados, pois o risco de insolação é alto. Até os 6 meses de idade, no entanto, não é recomendável o uso de protetor solar, pois a criança pode desenvolver alguma alergia ou irritação.

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“É preciso falar mais sobre a hanseníase”, garante dermatologista da UPAE/IMIP de Petrolina

(Foto: Internet)

O mês de janeiro também é conhecido em todo o Brasil pela campanha do “Janeiro Roxo”, que faz um alerta sobre a hanseníase – doença que afeta nervos e pele. De acordo com informações do Ministério da Saúde, o Brasil é o segundo país com mais casos da doença, atrás apenas da Índia, devido à sua maior população.

Por ano, são registrados perto de 30 mil casos nos vários estados brasileiros. E, apesar desse número estar decaindo, a falta de tratamento dos casos existentes aumentou o número de pessoas com incapacidade física.

“Isso devido à pouca familiaridade dos profissionais de saúde com a doença e às falhas da vigilância epidemiológica no Brasil”, acredita a sanitarista, hanseniologista e dermatologista da UPAE/IMIP de Petrolina, Tânia Moreno. “Por isso, nós devemos aumentar o debate sobre a hanseníase e levar mais informação à população sobre a doença, que ainda é cercada de preconceitos, mas tem tratamento e mais de 90% de chance de cura”, afirma.

A doença

De forma simples, pode-se definir a hanseníase como uma doença infecciosa causada por uma bactéria que lesiona os nervos periféricos e diminui a sensibilidade da pele. É a doença mais antiga da humanidade e que ainda ameaça, principalmente a população mais pobre, que não tem acesso aos serviços adequados de saúde e educação, por exemplo. Traiçoeira, ela chega sem alardear e instala-se no corpo com lentidão, podendo deixar fortes sequelas físicas e emocionais. O perigo tem nome bíblico: lepra. Ou Mal de Hansen ou hanseníase, como é definida no país desde 1976.

Preconceito

“O preconceito vem desde a antiguidade quando era considerada uma praga. Os doentes eram isolados, as roupas queimadas e eles rotulados de ‘imundos’. Por isso, acreditamos que ainda hoje algumas pessoas tenham medo do diagnóstico e retardem o tratamento. Para se ter uma ideia, o Brasil é um dos poucos países no mundo a chamar a doença pelo nome de hanseníase e não lepra”, esclarece a especialista.  

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Fim da aparência de cansaço: olheiras podem “sumir” com preenchimento de ácido hialurônico

As olheiras constitucionais são olheiras acastanhadas e fundas, ocorrem devido a anatomia da face. O globo ocular se aloja em um local, que nesse caso é anatomicamente mais profundo e recoberto por uma pele muito fina. Com o processo de envelhecimento esse quadro se acentua e muito. Para esse tipo de olheira a melhor opção é o preenchimento com ácido hialurônico.

Na hora da aplicação injeta-se pequena quantidade de ácido hialurônico no sulco lacrimal. Essa substância vai ocupar a região que está mais funda, diminuindo o desnível existente entre as olheiras e as maçãs do rosto. Também uniformiza a textura e combate a sombra escura provocada pelos vasos sanguíneos.

Os preenchimentos devem ser injetados com moderação e bom senso, visando somente restaurar o volume perdido, moldar sulcos, o resultado é a satisfação estética e a diminuição do aspecto de cansaço causado pelas tão temidas olheiras.

Em Petrolina, Sertão de Pernambuco, Fabrícia Marques, especialista em Dermatologia e Estética, realiza o este procedimento na Bella Forma, na rua Aristarco Lopes, 557, Centro. Outras informações pelo número 87 3864-3742 / 3861-9852