Taxa de desemprego no Brasil cai para 11,8% em julho, diz IBGE

(Foto: Ilustração)

A taxa de desemprego do Brasil recuou para 11,8% no trimestre finalizado em julho deste ano. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada hoje (30), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa é inferior aos 12,5% do trimestre encerrado em abril deste ano e aos 12,3% de julho de 2018.

A população desocupada ficou em 12,6 milhões de pessoas no trimestre finalizado em julho, 4,6% abaixo do trimestre encerrado em abril (menos 609 mil pessoas), mas estatisticamente estável em relação a igual período de 2018.

LEIA MAIS

CDL teme prejuízos e até desemprego com saída de companhia aérea de Petrolina

Movimentação de passageiros no aeroporto de Petrolina deve diminuir consideravelmente.

Após o anúncio da Avianca do fechamento da base operacional em Petrolina (PE), a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) teme que todos setores econômicos do município sejam afetados, assim como postos de trabalhos, que devem ser fechados, caso nenhuma medida seja tomada. A companhia aérea era responsável por 60% da movimentação de passageiros da cidade, com dois voos diários.

LEIA TAMBÉM

Avianca informa fechamento de base operacional em Petrolina

Em ofício a Infraero, prefeito de Juazeiro pede outra empresa para evitar monopólio com saída da Avianca de Petrolina

“Perde o comércio, o turismo de negócio e todos os moradores locais. Precisamos de medidas urgentes, é necessário o empenho de todos os representantes parlamentares pernambucanos, pois uma cidade com o porte de Petrolina não pode passar por esse transtorno”, alerta o presidente da CDL, Manoel Vilmar.

A entidade mostra indignação com o fim da operação da empresa em Petrolina e conclamou representantes do executivo do estado, do município, senadores, deputados federais e estaduais e Câmara Municipal a fim de unir forças para buscar soluções para o problema e espera que uma empresa possa substituir os voos prejudicados com a saída da empresa ‘Avianca’.

Brasil encerra 2018 com 12,2 milhões de desempregados

(Foto: Internet)

A taxa média de desemprego do país fechou o trimestre móvel encerrado em dezembro de 2018 em 11,6% – queda de 0,3 ponto percentual em relação ao trimestre julho a setembro (11,9%). Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação ao mesmo trimestre de 2017, quando a taxa média fechou o trimestre em 11,8%, o quadro é de estabilidade, embora a taxa média anual tenha recuado 0,4 ponto percentual, passando de 12,7%, em 2017, para 12,3% em 2018.

A população desocupada fechou o trimestre encerrado em dezembro em 12,2 milhões de pessoas, caindo 2,4% (menos 297 mil pessoas) em relação ao trimestre de julho a setembro de 2018. No confronto com igual trimestre de 2017, houve estabilidade.

LEIA MAIS

Desemprego é maior entre nordestinos, mulheres e negros, divulga IBGE

(Foto: Ilustração)

A taxa de desocupação no Brasil caiu para 11,9% no terceiro trimestre de 2018, mas chega a 14,4% na Região Nordeste, a 13,8% para a população parda e a 14,6% para a preta – grupos raciais definidos na pesquisa conforme a declaração dos entrevistados. Quando analisado o gênero, as mulheres, com 13,6%, têm uma taxa de desemprego maior que a dos homens, de 10,5%.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa consta na Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral (Pnad Contínua Tri). É considerada desocupada a pessoa com mais de 14 anos que procurou emprego e não encontrou.

Quatro estados do Nordeste estão entre os cinco com maior desemprego: Sergipe (17,5%), Alagoas (17,1%), Pernambuco (16,7%) e Bahia (16,2%). Apesar disso, a maior desocupação verificada no terceiro trimestre de 2018 foi no Amapá, onde o percentual chegou a 18,3%.

LEIA MAIS

Pernambuco registra 2ª maior taxa de desocupação entre jovens no Brasil

(Foto: Ilustração)

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) 2017, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que 36,9% dos jovens com idade entre 18 e 24 anos estão desempregados em Pernambuco. O estado possui a segunda maior taxa de desocupação entre jovens dessa faixa etária no país. O número é 118% superior ao índice de desemprego total do estado, que é de 16,9%.

De acordo com o site Ranking de Competitividade, o estado ocupa a 15ª posição entre todas as unidades federativas no pilar que trata da educação, em 2017. Pernambuco ocupa a 16ª colocação em relação ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica no país.

Em 2016, o estado ocupou a 15ª colocação em relação à taxa de abandono do Ensino Fundamental. Em 2015, ficaram na 17ª posição nesse quesito.

Segundo dados do IBGE, coletados através da PNAD, o número de pessoas que de 15 a 29 anos que não trabalhavam, não estudavam e não faziam nenhum curso de qualificação entre 2016 e 2017, em Pernambuco, cresceu 9,6% entre 2016 e 2017. Das 2,2 milhões de pessoas nessa faixa etária, 32% delas estavam nessa situação.

(Fonte: Folha PE/Agência do Rádio)

Pernambuco registra redução no número de empregos, segundo ministério do Trabalho

O Nordeste em geral teve saldo positivo de 0,12%.

De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho nessa quarta-feira (22), Pernambuco teve redução de 0,01% no número de empregos, em julho, com o fechamento de 111 postos formais.

O resultado é a diferença entre 28.612 admissões e 28.723 desligamentos. No acumulado de 12 meses, o estado mantém um saldo positivo, com a abertura de 1.331 vagas.

Em julho, o recuo do mercado foi influenciado principalmente pelo setor de Serviços, com redução de 1.207 vagas, e pelo Comércio, com menos 738 postos. No entanto, boa parte dos setores tiveram saldo positivo.

Os destaques foram a Agropecuária, que abriu 922 vagas, a Indústria de Transformação, com 527 novos postos, e a Construção Civil, que teve mais 345 empregos formais registrados.

LEIA MAIS

Número de desempregados recua 5,3%

Na comparação com o segundo trimestre do ano passado, também houve queda: 520 mil pessoas ou 3,9%.

O número total de desempregados no país caiu de 13,7 milhões no primeiro trimestre deste ano para 13 milhões no segundo trimestre. Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C), divulgados hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de um trimestre para outro, houve uma queda de 723 mil pessoas na população desocupada, ou seja, de 5,3%.

A taxa de desemprego foi outro indicador que apresentou queda nesta edição da PNAD-C de 13,1%, no primeiro trimestre, para 12,4% no segundo trimestre do ano. No segundo trimestre do ano passado, a taxa era de 13%.

A população ocupada ficou em 91,2 milhões de pessoas, crescimentos de 0,7% (mais 657 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 1,1% (mais 1 milhão de pessoas) na comparação com o segundo trimestre de 2017.

Informalidade

Apesar disso, o crescimento do contingente de ocupados foi puxado pelos trabalhadores sem carteira assinada e aqueles que trabalham por conta própria. O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado, de 32,8 milhões, manteve-se estável em relação ao primeiro trimestre e caiu 1,5% (menos 497 mil pessoas) na comparação com o segundo trimestre de 2017.

O número de empregados sem carteira (11 milhões) cresceu 2,6% (mais 276 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e 3,5% (mais 367 mil pessoas) em relação ao segundo trimestre do ano passado.

A categoria dos trabalhadores por conta própria (23,1 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre anterior e cresceu 2,5% (mais 555 mil pessoas) na comparação com o segundo trimestre de 2017.

Setores

Entre os dez grupamentos de atividades da economia, apenas dois tiveram crescimento nos postos de trabalho em relação ao primeiro trimestre: indústria geral (2,5%) e administração pública, defesa, saúde e educação (3,8%). Os demais setores mantiveram-se estáveis.

Na comparação com o segundo trimestre de 2017, também houve aumento em dois setores: administração pública, defesa, saúde e educação (3,7%) e outros serviços (6%).

Rendimento

O rendimento médio real habitual ficou em R$ 2.198 no segundo trimestre deste ano, relativamente estável tanto em relação ao trimestre anterior quanto na comparação com o segundo trimestre do ano passado.

Fonte Agência Brasil

Taxa de desemprego no Brasil atinge 12,7% em maio

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (29) os números do desemprego no país em maio. A taxa chegou a 12,7% no trimestre março-abril-maio, superando o período anterior.

No entanto, em comparação ao mesmo trimestre de 2017 o número representa uma queda de 0,6%, quando a taxa alcançou 13,3%. Segundo o levantamento, o trabalho com carteira assinada continua em queda e cresce a demanda por trabalhos informais.

O IBGE registrou ainda aumento da população fora da força de trabalho, formado por pessoas em idade para atuar no mercado e que por algum motivo não estão empregadas e nem procurando emprego. Esse grupo representa 65,4 milhões de pessoas, o maior nível da série histórica iniciada 2012.

Taxa de desemprego fica em 12,9%, afirma IBGE

(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O desemprego no Brasil teve um leve crescimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No trimestre encerrado em abril desse ano, o índice chegou a 12,9% ficando acima dos 12,2% no período encerrado em janeiro.

Ainda de acordo com o IBGE, o número de pessoas que buscam emprego e não encontram alcançou 13,4 milhões no trimestre finalizado no mês passado. Dessa forma, houve um aumento de 5,7% em relação aos 12,7 milhões de desocupados no final de janeiro.

No entanto, em comparação ao mesmo período de 2017 houve uma queda de 4,5% no número de desempregados. Já os que trabalham com carteira assinada apresentou uma redução de 1,7%.

Segundo o IBGE, até abril houve geração de emprego apenas nos segmentos de Outros Serviços e Administração Pública (9,1%) e Administração Pública (3,8%).

Taxa de desemprego tem alta no Brasil e ultrapassa 12%, segundo IBGE

O levantamento da PNAD Contínua apontou um crescimento de 0,6% na taxa de desemprego do país no trimestre entre dezembro de 2017 e fevereiro de 2018.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa chegou a 12,6%. O IBGE apresentou os dados nessa quinta-feira e segundo o levantamento, apesar de ter crescido, a taxa de desemprego, se comparada ao mesmo período (dezembro de 2016 e fevereiro de 2017) teve queda de 0,6 ponto percentual.

No estudo mais recente do Instituto, a população desocupada no período chegou a 13,1 milhões, 4,4% a mais do que no trimestre anterior. Houve um acréscimo de 550 mil pessoas. Por outro lado, a população ocupada – 91,1 milhões – recuou para 858 mil pessoas.

Pernambuco tem segunda maior taxa de desemprego do país

A geração de empregos em Pernambuco só não foi pior do que no estado do Amapá, em 2017. O dado é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBE), divulgado nessa sexta-feira (23) com base nos números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

No ano passado, a taxa de desempregados ficou em 17,6%. O Amapá liderou o dado negativo, com 17,7%. Para Pernambuco, esse é o pior percentual desde o trimestre outubro, novembro e dezembro, quando o estado apresentou 16,8%.

Segundo o IBGE, em comparação anual, as Regiões Norte (11,3%), Nordeste (13,8%) e Centro-Oeste apresentaram queda da taxa de desocupação. Mesmo com a redução, a maior concentração de pessoas sem perspectiva de trabalho ainda é o Nordeste, com 59,7%.

 

Número de desempregados no Brasil sobe 12,5% entre 2016 e 2017

O contingente de desempregados no país aumentou em 1,47 milhão de pessoas entre 2016 e 2017, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (PNAD Contínua), divulgada hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O total de desempregados passou de 11,76 milhões na média de 2016 para 13,23 milhões em 2017, um aumento de 12,5%.

De acordo com a PNAD, o número de desempregados no país vem aumentando desde 2014, ano em que atingiu o patamar mínimo da série histórica iniciada em 2012, com um total de 6,7 milhões de desempregados. De 2014 para 2017, quando se registrou o maior patamar da série, o total de desempregados quase dobrou, já que teve um aumento de 96%.

Para o IBGE, a nomenclatura oficial para desempregado é “desocupado”. Considera-se desocupada a pessoa que procurou emprego e não conseguiu. Aqueles que não estão procurando emprego fazem parte da população em idade ativa, mas não são consideradas desocupadas.

População ocupada

A população ocupada também teve um aumento (0,3%), passando de 90,38 milhões de pessoas na média de 2016 para 90,65 milhões em 2017. Foi registrado um aumento de 264 mil postos de trabalho no período.

LEIA MAIS

Medo do desemprego diminui para 65,7 pontos, segundo pesquisa da CNI

O Índice de Medo do Desemprego caiu para 65,7 pontos em dezembro de 2017 e ficou 2 pontos abaixo do registrado em setembro. Mesmo assim, continua muito acima da média histórica, que é de 48,8 pontos. O levantamento foi feito entre 7 e 10 de dezembro de 2017 com 2 mil pessoas em 127 municípios.

Isso indica que os sinais de recuperação da economia ainda são insuficientes para afastar a insegurança dos brasileiros em relação ao emprego, informa a pesquisa divulgada nesta sexta-feira, 5 de janeiro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“Em comparação com dezembro de 2016, o índice de medo do desemprego apresentou alta de 0,9 ponto, indicando persistência da insegurança em relação à recuperação do mercado de trabalho”, afirma a CNI.

“O emprego reage à recuperação da economia de forma defasada. As empresas contratam somente quando têm segurança de que o crescimento será sustentado, pois elas arcam com custos de contratação e treinamento de novos trabalhadores, e com custos de demissão se a recuperação da economia não se sustenta”, explica a economista da CNI Maria Carolina Marques.

“A população percebe essa demora na reação do mercado de trabalho e o medo do desemprego continua elevado. À medida que o crescimento econômico se mostrar sustentado, o resultado no emprego deve aparecer com maior intensidade e o medo do desemprego deve ceder”, completa Maria Carolina.

A pesquisa também mostra que a satisfação com a vida diminuiu entre setembro e dezembro do ano passado. O Índice de Satisfação com a Vida atingiu 65,6 pontos em dezembro, 0,4 ponto menor do que o de setembro e inferior à média histórica, que é de 69,9 pontos.  O indicador ficou 1,2 ponto inferior ao de dezembro de 2016. A pesquisa completa pode ser acessada clicando aqui.

Taxa de desemprego cresce no trimestre em Pernambuco

(Foto: Internet)

Segundo dados divulgados, nesta sexta-feira (17) pelo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Pernambuco registrou a maior taxa de desemprego entre os estados com uma taxa de 17,9%.

O número é menor do que na comparação entre o segundo e o primeiro trimestres, quando 11 Estados tiveram queda no desemprego -mas, em outros dois, Rio e Pernambuco, houve alta. Naquele trimestre, a taxa de desemprego nacional também caiu, de 13,7% para 13%.

De acordo com o IBGE, no terceiro trimestre apenas Santa Catarina, Rio, Goiás, Alagoas, Rio Grande do Norte, Ceará e Roraima tiveram redução do desemprego. Em São Paulo, a taxa de desemprego ficou estável em 13,2%, acima da média nacional.

Taxa de desemprego fica em 12,6% no trimestre encerrado em agosto

(Foto: Internet)

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,6% no trimestre encerrado em agosto deste ano. No trimestre encerrado em maio, a taxa havia ficado em 13,3%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em agosto de 2016, a taxa havia sido de 11,8%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada hoje (29) pelo IBGE.

A população desocupada caiu 4,8% em relação ao trimestre encerrado em maio e chegou a 13,1 milhões de pessoas. Na comparação com o trimestre encerrado em agosto de 2016, no entanto, houve alta de 9,1%, já que na época havia apenas 12 milhões de desempregados.

A população ocupada chegou a 91,1 milhões de pessoas no país, um crescimento de 1,5% (1,4 milhão de pessoas) na comparação com maio e de 1% na comparação com agosto do ano passado.

LEIA MAIS
123