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Governo lança edital de estudos para concessão do aeroporto de Petrolina e outros 21

(Foto: Arquivo)

O Ministério da Infraestrutura publicou nessa segunda-feira (18) no Diário Oficial da União edital de chamamento público para interessados em realizar estudos técnicos para a concessão de 22 aeroportos em todo o país. Por meio de sua conta na rede social Twitter, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, confirmou a publicação.

“Conforme anunciado após sucesso do primeiro leilão de aeroportos em blocos, publicamos hoje no Diário Oficial da União o edital de chamamento para mais uma rodada de concessão de 22 terminais aeroportuários”.

Blocos

Freitas destacou que os projetos serão estruturados em três blocos: Bloco Sul, composto pelos aeroportos de Curitiba, Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS); Bloco Nortes, composto pelos terminais de Manaus, Porto Velho (RO), Rio Branco, Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista; e Bloco Central, composto pelos aeroportos de Goiânia, São Luís, Teresina, Palmas, Petrolina (PE) e Imperatriz (MA).

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Bolsa encosta em 100 mil pontos e fecha em nível recorde

Durante a tarde, o indicador chegou a superar os 100 mil pontos.

Em um dia de otimismo no mercado financeiro, a bolsa de valores bateu recorde e encostou em 100 mil pontos. O dólar caiu para o menor valor em duas semanas. O indicador Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou essa segunda-feira (18) em 99.994 pontos, com alta de 0,86%. Durante a tarde, o indicador chegou a superar os 100 mil pontos, cedendo nos momentos finais de negociação.

No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou vendido a R$ 3,792, com recuo de R$ 0,029 (-0,76%. Em queda pela segunda sessão consecutiva, a divisa está no valor mais baixo desde 1º de março, quando tinha encerrado em R$ 3,78.

Esta semana é marcada por decisões importantes na economia, tanto no cenário interno como no exterior. No Brasil, o governo entregará, na quarta-feira (20), a proposta de reforma nas aposentadorias e pensões dos militares. Também nesta semana, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados começa a discutir a reforma da Previdência.

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Segundo pesquisa, apenas carne e leite não aumentaram de preço em fevereiro

em fevereiro, a cesta básica foi de R$ 325,16 em Juazeiro e R$ 318,17 em Petrolina. (Foto: Internet)

O Índice da Cesta Básica, realizado pelo colegiado do curso de Economia da Facape, apresentou, na comparação do mês de janeiro com fevereiro de 2019, inflação de 5,20% em Juazeiro (BA) e de 7,11% em Petrolina (PE). Considerando as informações das duas cidades, a inflação geral no período foi de 6,14%.

Isso indica que um trabalhador do Vale do São Francisco que recebeu um salário mínimo de R$ 998,00, gastou 32,2% da renda com a compra de produtos da cesta básica, restando R$ 676,33 para gastar com as demais despesas.

Com exceção da carne e do leite integral, todos os demais produtos aumentaram no período de análise. O feijão carioca e a banana, em Petrolina, e o feijão e o tomate, em Juazeiro, tiveram grande contribuição para o aumento do custo da cesta básica nas duas cidades.

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Bolsa tem a maior alta diária em dois meses e dólar volta a cair

(Foto: Ilustrativa)

Em um dia de ganhos no mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), teve a maior alta diária em mais de dois meses. O indicador encerrou esta segunda-feira (11) com avanço de 2,79%, aos 98.027 pontos.

Desde 2 de janeiro, quando subiu 3,56%, o Ibovespa não avançava tanto em um único dia. Esta foi a terceira alta consecutiva da bolsa, que está se recuperando depois de quatro sessões de queda.

No mercado de câmbio, o dia foi de estabilidade. O dólar comercial fechou a segunda-feira vendido a R$ 3,842, com queda de 0,73%. A cotação da moeda norte-americana caiu pela segunda sessão seguida.

Fonte Agência Brasil

Segurança e economia se destacam com saldo positivo na festa de Momo em Petrolina

(Foto: Ascom/Divulgação)

O Carnaval de Petrolina chegou ao fim e nos quatro dias, o público compareceu em peso. Ao todo, cerca de 75 mil pessoas dançaram e curtiram a festa em quatro polos: 21 de Setembro; Orla; Multicultural Matingueiros e Areia Branca. No setor turístico, o trade comemora resultados positivos: mais de 3.600 pessoas fizeram os passeios na região, e o faturamento do ramo foi de mais de R$ 250 mil.

Destaque também para a segurança. Durante o Carnaval, trabalharam cerca de 280 pessoas entre Guardas Civis; agentes da Autarquia Municipal de Mobilidade de Petrolina (AMMPLA); Polícia Militar e segurança privada. Todo esse cuidado permitiu que em 2019 houvesse uma redução de 76% no número de agressões e uma queda em 65% no número de pessoas detidas com relação ao ano anterior. A Polícia Civil classificou a festa como ‘tranquila’.

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Carnaval de Petrolina surpreende e supera expectativa de vendedores ambulantes

(Foto: Jonas Santos)

Quem pensa que Carnaval é só folia, se engana. Em Petrolina (PE), por exemplo, durante os quatro dias de festa momesca, enquanto alguns se divertiam, outros aproveitaram para ganhar uma grana extra. Para este público, a alegria foi sentida no bolso: de acordo com a Associação de Barraqueiros e Ambulantes de Eventos do Vale do São Francisco (ABAEV), a venda de bebidas, comidas e artigos diversos foi superior ao ano passado.

“Esse ano foi muito bom para gente. Mesmo com mais ambulantes que no ano passado, conseguimos ter um aumento de cerca de 8% para quem estava comercializando bebida e cerca de 10% para quem vendeu comida com relação ao ano passado “ afirma a presidente da ABAEV, Maria Salomé da Silva.

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Petrolina, Emicio Junior destaca o êxito da festa. “O sucesso de vendas dos trabalhadores do Carnaval é resultado do fortalecimento das nossas tradições e do resgate da festa popular. A cada ano, Petrolina se solidifica e se destaca ,cada vez mais, como polo carnavalesco em Pernambuco”, ressalta o gestor.

Por dia, cerca de 100 ambulantes e barraqueiros trabalharam durante o Carnaval de Petrolina 2019. A festa é uma realização da Prefeitura Municipal e contou com quatro polos: 21 de Setembro, Orla, Multicultural Matingueiros e Areia Branca.

Inadimplência das empresas abre o ano em desaceleração e fecha janeiro com alta de 5,91%

(Foto: Internet)

Mesmo com a melhora do cenário econômico, a inadimplência entre empresas ainda cresce, mas em ritmo menor do que o observado em meses anteriores e no auge da crise. Em janeiro, o número de empresas com contas em atraso e registradas no cadastro de inadimplentes cresceu 5,91% ante o mesmo período de 2018. Na comparação com dezembro de 2018, o avanço foi de 7,44%.

O mesmo acontece com o número de dívidas contraídas em nome de pessoas jurídicas, que desacelerou na comparação anual, atingindo uma alta de 2,78%. Os dados são da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

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Rede Hoteleira de Juazeiro tem quase 100% de vagas ocupadas durante o Carnaval 

(Foto: Ascom PMJ)

A cidade de Juazeiro (BA) está em clima de carnaval. A Prefeitura está realizando o Carnajuá 2019 com mais de 50 atrações nacionais e regionais. Os turistas já estão chegando à cidade para curtir a folia e a Rede Hoteleira está com quase 100% de vagas ocupadas.

De acordo com informações da Supervisora de Turismo da SECULTE, Elaine Sousa, os principais hotéis da região foram procurados pela Secretaria e confirmaram a ocupação de vagas. “Falamos com gerentes, recepcionistas e setor de reservas e a resposta foi positiva. Estavam todos muito alegres, pois há algum tempo não se via uma procura como essa. Segundo os gerentes, quatro hotéis chegaram a 100% de ocupação, sem vagas disponíveis para esse final de semana e os demais estão quase atingindo essa marca. Para nós é interessante, pois sabemos que fazemos o certo quando percebemos a economia girar”, conta Elaine.

Para a Gerente do Grande Hotel de Juazeiro, Inajara Borges, esse momento é esperado por toda a rede hoteleira da região. “No Carnaval de Juazeiro sempre há muita procura de turistas para hospedagem. Mas esse ano a procura aumentou e as vagas foram preenchidas com muita rapidez. Esperamos que seja um carnaval tranqüilo, com muita paz e alegria”, disse.

Ministro garante que ninguém mexe em direitos como 13º e férias

Ministro da Economia Paulo Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, repetiu na tarde de quinta-feira (7) a fala dada pela manhã de que a reforma da Previdência não incluirá neste momento mudanças no regime trabalhista. Após reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), ele voltou a dizer que o atual sistema de direitos trabalhistas faz com que mais de 46 milhões de brasileiros estejam na informalidade. Perguntado se o governo pretende acabar com direitos previstos na Constituição como férias e 13º salário, o ministro negou.

“Ninguém mexe em direitos, mas daremos novas alternativas para os trabalhadores”, respondeu, armando que preferia deixar essa discussão para um outro momento

Guedes ainda aproveitou para atacar as centrais sindicais que já combatem a ideia do governo de criar uma carteira de trabalho verde e amarela com menos direitos. “Interesses corporativos são falsas lideranças que aprisionaram o Brasil a uma legislação fascista de trabalho.

Os presidentes dos sindicatos precisam ter paciência, mas devem saber que a vida deles não será tão boa como antes. Está saindo a velha política e entrando uma nova política”, alfinetou.

O ministro reiterou que a palavra final sobre a reforma da Previdência é do presidente Jair Bolsonaro.

Governo projeta economia de R$ 1 trilhão com reforma da Previdência

(Foto: Arquivo/ Agência Brasil)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nessa terça-feira (5), em Brasília, que a proposta de reforma da Previdência do governo projeta uma economia de pelo menos um R$ 1 trilhão, em um período de 10 anos.

A afirmação foi feita em entrevista coletiva ao lado do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Os dois se reuniram no gabinete de Guedes para tratar da tramitação da reforma e Maia chegou a dizer que o tema poderá ser votado pelos deputados até maio.

“A ideia é que ela [a reforma] chegue pelo menos a R$ 1 trilhão [de economia de gastos]. Simulamos com 15 anos, com 20, com 10. O valor de R$ 1 trilhão é para 10 anos, mas há simulações em que é R$ 1 trilhão em 15 anos também, de valor presente. Isso é o que está sendo calibrado”, afirmou o ministro. Ele voltou a criticar o atual sistema previdenciário que, segundo ele, aprofunda desigualdades sociais e contribui para o desemprego. 

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Pesquisa da CNDL e SPC Brasil aponta que 41% dos micro e pequenos empresários devem investir mais em 2019

(Foto: Internet)

Diante da perspectiva de recuperação da economia, os micro e pequenos empresários do varejo e comércio têm demonstrado maior apetite para realizar investimentos em 2019. É o que aponta dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O levantamento mostra que 41% desses empresários pretendem investir este ano, ante 35% em 2018. Por outro lado, 38% não planejam fazer qualquer tipo de movimento nesse sentido e 21% ainda não sabem o que farão.

O indicador que mede a propensão de investimento das MPEs (micro e pequenas empresas) passou de 41,4 pontos em janeiro de 2018 para 47,9 em janeiro de 2019, uma alta de 16% na comparação anual. Pela metodologia, quanto mais próximo de 100, maior a propensão para o investimento. Quanto mais próximo de zero, menor a propensão.

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Mesmo com índice de confiança elevado, consumidor se diz pessimista com o cenário econômico do Brasil

(Foto: Ilustração)

Com a definição do novo governo, os consumidores estão mais confiantes. Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que, no último mês de dezembro, o ‘Indicador de Confiança do Consumidor’ alcançou 45,8 pontos, frente a 40,9 observados no mesmo período de 2017. O avanço foi de 12% na comparação anual. Apesar do crescimento expressivo, o índice mostra que a maioria ainda está pessimista. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 pontos, mostram uma percepção mais otimista do consumidor.

Na avaliação do atual cenário econômico e da própria vida financeira, a percepção dos entrevistados permanece ruim. Em cada dez brasileiros, sete (72%) enxergam o momento da economia de forma negativa — apesar de elevado, esse é o menor percentual desde o início da série histórica, em janeiro de 2017. As principais razões apontadas são desemprego elevado (63%), aumento dos preços (59%), alta na taxa de juros (38%), desvalorização do real frente ao dólar (25%) e menor poder de compra do consumidor (22%). Para 25%, o quadro econômico é regular e apenas 2% consideram bom.

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Câmara afirma que contas estão “apertadas” e não descarta corte de gastos no funcionalismo público

(Foto: Jornal do Commercio)

Durante uma entrevista à Rádio Jornal Recife nessa segunda-feira (21), o governador Paulo Câmara (PSB) comentou a situação financeira de Pernambuco e reconheceu que a crise econômica vista no país afetou as contas do estado.

Segundo Câmara que iniciou em janeiro seu segundo mandato, é preciso aproveitar a leve onda de crescimento e investir no Estado. “A gente está muito apertado. Isso é uma realidade, porque os últimos anos foram anos de crise. A economia está melhorando um pouquinho. Temos que aproveitar isso e fazer com que as coisas em Pernambuco andem mais rápido”, disse o governador.

Corte de gastos

Segundo Câmara, novos cortes nas despesas não estão descartadas. “Isso é um exercício permanente que todo gestor público vai precisar fazer. Eu posso garantir que todo nosso planejamento é para que Pernambuco continue com o equilíbrio das contas. É algo muito importante garantir o salário do funcionalismo público, os serviços continuarem funcionando. Pernambuco não pode perder isso”, continuou.

Com informações do JC Online

Venda de veículos novos cresce 14,6% em 2018

(Foto: Arquivo/Agência Brasil)

A venda de automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões no país cresceu 14,60% no ano passado em relação a 2017, com 2.566.235 unidades emplacadas. É o segundo ano seguido de crescimento. No ano passado, estes segmentos apresentaram crescimento de 9,23%. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Considerando apenas automóveis e comerciais leves (picapes e furgões), houve alta de 13,74% no ano passado na comparação com 2017, com o emplacamento de 2.470.654 unidades. A expectativa para este ano é de aumento de 11% nestes dois segmentos.

Em relação ao emplacamento de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), o aumento foi de 13,58% em 2018, com a venda de 3.653.500 unidades. Para 2019, a expectativa é de que todos os segmentos automotivos apresentem crescimento de 10,1%.

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Cai para 76% o percentual de brasileiros que ‘vivem no limite do orçamento’, revela indicador CNDL/SPC Brasil

A maior parte dos brasileiros chega às vésperas do fim de ano sem sobras no orçamento, embora tenha diminuído a quantidade de consumidores que se encontram em situação de aperto. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que caiu de 82% em outubro para 76% em novembro o percentual de consumidores que ‘vivem no limite do orçamento’. De acordo com o levantamento, 43% dos entrevistados terminaram o mês no ‘zero a zero’, ou seja, até conseguiram pagar as contas, mas não restou nada de seus rendimentos e, 33% encerram o mês ‘no vermelho’, isso quer dizer que eles deixaram de pagar alguma conta por falta de recursos. Os brasileiros que se encontram ‘no azul’ somam 16%.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o percentual de brasileiros que vivem sem sobras no orçamento segue elevado, mas o consumidor tem uma chance de melhorar esse quadro com as rendas extras de final de ano. “O pagamento do 13º salário pode aliviar a situação do consumidor, mas vale lembrar que se trata de um aumento de renda temporário. Uma vez restaurado o equilíbrio do orçamento, o consumidor precisa manter o controle dos gastos, estabelecendo prioridades e fazendo ajustes quando necessário. É uma tarefa constante, que exige disciplina, mas que faz diferença no bem-estar financeiro do consumidor”, afirma a economista.

Com muitos brasileiros ainda vivendo no limite das finanças, 45% dos consumidores planejavam diminuir o nível de gastos durante o mês de novembro, número inferior ao constatado em outubro (51%). Entre os que planejavam cortar despesas, a principal razão é a busca constante por economizar (34%), os preços elevados (28%), o desemprego (26%) e o endividamento (15%).

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