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Devido à crise, renda do trabalhador chegou a cair até 16% em cinco anos

(Foto: Internet)

Os anos de crise, além de terem destruído empregos, também corroeram o rendimento dos trabalhadores da maioria dos segmentos. A depender da área de atuação, a perda real (já considerada a inflação) superou os 16% nos últimos cinco anos. De nove setores da iniciativa privada analisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cinco tiveram quedas significativas na renda que o trabalhador recebe habitualmente por mês.

Entre o primeiro trimestre de 2014, antes da recessão, e os três primeiros meses deste ano, os trabalhadores de alojamento e alimentação (de hotéis, pousadas, restaurantes ou vendedores de alimentos), da construção e do transporte foram os que tiveram as maiores perdas reais de rendimento, de 7,2% a 16,3%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) – Contínua, do IBGE, selecionados para o jornal O Estado de S. Paulo pela consultoria LCA.

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Taxa de desemprego recua para 11,6% no trimestre encerrado em novembro

(Foto: Internet)

A taxa de desemprego no país ficou em 11,6% no trimestre encerrado em novembro deste ano. O índice é inferior aos 12,1% registrados no trimestre encerrado em agosto e aos 12% de novembro do ano passado. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, a população desocupada ficou em 12,2 milhões em novembro, 3,9% a menos (501 mil pessoas) que agosto e 2,9% abaixo (menos 364 mil pessoas) de novembro do ano passado.

A população ocupada, de 93,2 milhões, é a maior da série histórica, iniciada em 2012. O número de pessoas empregadas é 1,2% maior (mais 1,1 milhão de pessoas) que agosto e 1,3% maior (mais 1,2 milhão de pessoas) que novembro do ano passado.

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Número de desempregados recua 5,3%

Na comparação com o segundo trimestre do ano passado, também houve queda: 520 mil pessoas ou 3,9%.

O número total de desempregados no país caiu de 13,7 milhões no primeiro trimestre deste ano para 13 milhões no segundo trimestre. Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C), divulgados hoje (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de um trimestre para outro, houve uma queda de 723 mil pessoas na população desocupada, ou seja, de 5,3%.

A taxa de desemprego foi outro indicador que apresentou queda nesta edição da PNAD-C de 13,1%, no primeiro trimestre, para 12,4% no segundo trimestre do ano. No segundo trimestre do ano passado, a taxa era de 13%.

A população ocupada ficou em 91,2 milhões de pessoas, crescimentos de 0,7% (mais 657 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 1,1% (mais 1 milhão de pessoas) na comparação com o segundo trimestre de 2017.

Informalidade

Apesar disso, o crescimento do contingente de ocupados foi puxado pelos trabalhadores sem carteira assinada e aqueles que trabalham por conta própria. O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado, de 32,8 milhões, manteve-se estável em relação ao primeiro trimestre e caiu 1,5% (menos 497 mil pessoas) na comparação com o segundo trimestre de 2017.

O número de empregados sem carteira (11 milhões) cresceu 2,6% (mais 276 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e 3,5% (mais 367 mil pessoas) em relação ao segundo trimestre do ano passado.

A categoria dos trabalhadores por conta própria (23,1 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre anterior e cresceu 2,5% (mais 555 mil pessoas) na comparação com o segundo trimestre de 2017.

Setores

Entre os dez grupamentos de atividades da economia, apenas dois tiveram crescimento nos postos de trabalho em relação ao primeiro trimestre: indústria geral (2,5%) e administração pública, defesa, saúde e educação (3,8%). Os demais setores mantiveram-se estáveis.

Na comparação com o segundo trimestre de 2017, também houve aumento em dois setores: administração pública, defesa, saúde e educação (3,7%) e outros serviços (6%).

Rendimento

O rendimento médio real habitual ficou em R$ 2.198 no segundo trimestre deste ano, relativamente estável tanto em relação ao trimestre anterior quanto na comparação com o segundo trimestre do ano passado.

Fonte Agência Brasil

Crimes Violentos contra Patrimônio têm alta em Petrolina, apesar de redução de índice no estado

(Foto: Reprodução/Internet)

Apesar da redução no índice de Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVP) no estado de Pernambuco, Petrolina foi um dos municípios que andou na contramão. Em comparação ao mês de fevereiro desse ano, março foi finalizado com um aumento nas ocorrências registradas na Secretaria de Defesa Social (SDS).

Os dados foram apresentados pela SDS nessa semana. No mês passado foram contabilizados 268, enquanto que em fevereiro, 226. Em 2018 Petrolina já soma 714 crimes desse tipo, estando empatada com a cidade de Santa Cruz do Capibaribe.

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Casos de violência contra mulher em Petrolina crescem no mês de março, segundo dados da SDS

De acordo com os números da SDS, Petrolina é superada por seis cidades: Cabo de Santo Agostinho (773), Paulista (913), Caruaru (1.270), Olinda (1.883), Jaboatão dos Guararapes (1.905) e Recife (8.608).

Ontem o Blog publicou uma matéria sobre os crimes de violência contra mulher, no qual Petrolina é a quinta cidade no ranking das ocorrências desse tipo.

Número de homicídios diminuiu em Pernambuco no mês de janeiro, diz SDS

(Foto: Ilustração)

Números divulgados nesta quinta-feira (15), pela Secretaria de Defesa Social (SDS), de Pernambuco, mostram que o número de homicídios no mês de janeiro deste ano, foi menor que no mês de janeiro de 2017.

Segundo a SDS, foram registrados em janeiro de 2018, 448 assassinatos em todo o estado, 6,1% a menos que o número registrado no mesmo período do ano passado, quando foram contabilizadas 477 mortes violentas. Em todo o ano de 2017, foram assassinadas 5.426 pessoas no estado de Pernambuco. O maior número de mortes registradas nos últimos 14 anos.

Dos 448 assassinatos registrados, no estado, no primeiro mês do, 3 foram feminicídios.

Em Petrolina (PE), foram registrados 21 homicídios em janeiro deste ano, segundo os dados da Secretaria de Defesa Social.

Os dados mostram também que em todo o estado foram apreendidas 387 armas, no mês passado, e 2.159 pessoas foram autuadas em flagrante delito.

Valor da cesta básica voltou a subir nas cidades de Petrolina e Juazeiro em outubro

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Outros itens da cesta básica que passaram por um período de menor oferta, como o feijão e o leite, já reduziram os valores (Foto: arquivo)

Nas pesquisas realizadas no mês de outubro pelo colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape), do Índice da Cesta Básica (ICB), foi constatado que os preços dos produtos alimentícios voltaram a subir em Petrolina-PE e Juazeiro-BA, resultando no aumento da inflação de 0,69% na região. Só na cidade pernambucana a inflação foi de 2,30%.

Segundo a pesquisa, o produto com maior aumento de preço foi a carne. Para o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socieconômicos (Dieese), o aumento é uma tendência nacional, reflexo da menor oferta de animais para abate e do aumento das exportações brasileiras.

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