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Apenas 9% dos brasileiros conseguem pagar despesas de início de ano com o que recebem, mostra levantamento da CNDL/SPC Brasil

(Foto: Internet)

Passada a euforia das compras de Natal e das comemorações do Réveillon, o mês de janeiro é um período que exige do consumidor muito planejamento para não começar o ano com as finanças desajustadas. Um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que apenas 9% dos brasileiros dizem ter condições de pagar as despesas sazonais do início de ano, como IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e material escolar, com os próprios rendimentos. A pesquisa ainda mostra que 11% dos entrevistados não fizeram qualquer planejamento financeiro para pagar esses compromissos neste início de ano.

A boa notícia é que cresceu o percentual de consumidores que juntaram dinheiro ao longo do último ano para arcar com essas despesas sazonais, saltando de 21% em 2018 para 31% em 2019. Há ainda 31% de entrevistados que garantem ter guardado ao menos parte do décimo terceiro salário para cobrir os gastos, ao passo que 24% decidiram abrir mão de compras no Natal passado para sobrar recursos. O levantamento também descobriu que 19% fizeram algum bico ou trabalho extra para aumentar a renda e conseguir honrar esses compromissos.

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Inadimplência das empresas tem alta de 9,01%, apontam CNDL/SPC Brasil

(Foto: Internet)

O cenário econômico continua afetando o resultado das empresas, que seguem com elevado índice de inadimplência. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que o volume de empresas com o CNPJ inscrito nos cadastros de devedores cresceu 9,01% em novembro de 2018 na comparação com o mesmo período de 2017, quando houve um avanço de 3,71%. Já em relação ao mês de outubro, o aumento foi de 2,17%.

A alta foi puxada, principalmente, pela região Sudeste, com crescimento de 16,76%. A região Sul, que teve a segunda maior variação, registrou um aumento de 4,00%. Em terceiro lugar, aparece o Nordeste, com 2,22%. Na sequência vem Centro-Oeste (1,84%) e Norte (0,49%).

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Venda de veículos novos cresce 14,6% em 2018

(Foto: Arquivo/Agência Brasil)

A venda de automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões no país cresceu 14,60% no ano passado em relação a 2017, com 2.566.235 unidades emplacadas. É o segundo ano seguido de crescimento. No ano passado, estes segmentos apresentaram crescimento de 9,23%. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Considerando apenas automóveis e comerciais leves (picapes e furgões), houve alta de 13,74% no ano passado na comparação com 2017, com o emplacamento de 2.470.654 unidades. A expectativa para este ano é de aumento de 11% nestes dois segmentos.

Em relação ao emplacamento de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), o aumento foi de 13,58% em 2018, com a venda de 3.653.500 unidades. Para 2019, a expectativa é de que todos os segmentos automotivos apresentem crescimento de 10,1%.

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Arcoverde: 19ª DESEC divulga balanço e avalia estatísticas de 2018

(Foto: Internet)

Na segunda-feira (01), a 19ª Delegacia Seccional de Arcoverde (PE) divulgou um balanço das ações, contendo estatísticas criminais de 2018. De acordo com informações da Polícia Civil, em maio do ano passado, a área da Delegacia Seccional de Arcoverde apresentava um percentual de 38% de aumento de crimes violentos letais e intencionais (CVLIs), quando comparado ao mesmo período do ano de 2017.

Com o trabalho, e dedicação dos Policiais Civis vinculados à 19ª DESEC, ao fim de dezembro de 2018, o número de CVLI teve uma redução de 12,5%, atingindo a meta estipulada pelo Pacto Pela Vida, no âmbito da Secretaria de Defesa Social do Estado de Pernambuco.

Com relação ao crimes violentos patrimoniais (roubo, extorsão, e extorsão mediante sequestro), a área da 19ª DESEC apresentou uma redução de 34,3%, em relação ao ano de 2017. É importante ressaltar que, durante o ano de 2018, foram registrados o cumprimento de mais de 440 mandados de prisão e internação de adolescentes em conflito com a lei, um acréscimo de 75%, em relação à 2017.

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“Operação Ano Novo”: em Pernambuco, nove pessoas morreram em acidentes nas rodovias federais

(Foto: Divulgação/PRF)

Nove pessoas morreram em acidentes em rodovias federais de Pernambuco durante o feriadão de Ano Novo. Os dados da “Operação Ano Novo” foram divulgados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta quarta-feira (2). Este ano, entre os dias 28 de dezembro e 1º de janeiro de 2019, foram registrados 56 acidentes, que deixaram 45 pessoas feridas. No ano passado, a operação teve um dia a menos e foram contabilizados 53 acidentes, com 35 feridos e três mortes.

Segundo informações da PRF, durante os dias de operação, foram fiscalizados 3.393 veículos e 4.048 pessoas, sendo emitidas 1.501 multas por infrações como o não uso do cinto de segurança (117); ultrapassagens em local proibido (116); falta de cadeirinha (32) e ausência de capacete (23). Foram realizados 1.842 testes com o bafômetro, que resultaram em 46 autuações e sete prisões de motoristas sob o efeito de álcool.

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Varejo pode deixar de faturar R$ 7,6 bi por causa de feriados

(Foto: Ilustração)

Devido aos feriados nacionais, o comércio varejista brasileiro pode deixar de faturar R$ 7,6 bilhões em 2019. A estimativa é da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomércioSP).

O montante, no entanto, representa apenas 0,4% de tudo o que o varejo fatura em um ano ou representa um dia e meio do comércio completamente fechado.

Segundo a entidade, esse valor é 32% inferior ao estimado em 2018 – R$ 11,2 bilhões – porque este ano haverá menos feriados e fins de semana prolongados.

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No ano passado foram 15 dias entre feriados e fins de semana prolongados. Este ano serão dez dias. Nessa conta foram desconsiderados os feriados municipais e estaduais.

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Vendas no Natal crescem 2,66% e têm melhor resultado desde 2014, aponta CNDL Brasil

(Foto: Ilustração)

A expectativa de retomada da economia levaram os brasileiros a presentear mais neste Natal. Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que as consultas para vendas a prazo nos 21 dias anteriores ao Natal (entre 04 e 24 de dezembro) — data comemorativa mais lucrativa para o varejo —, cresceram 2,66% na comparação com o mesmo período de 2017.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, os números refletem   o clima de otimismo quanto aos rumos do país. “Após um período de retração da economia, observa-se uma perspectiva positiva do cenário pós-eleições, que estimulou muitos consumidores a irem às compras neste Natal”, avalia.

De acordo com um levantamento da CNDL e do SPC Brasil, o gasto médio do brasileiro com o total de presentes de Natal foi estimado em R$ 115,9. A previsão era de que a data movimentasse cerca de R$ 53,5 bilhões na economia.

PRF registra acidentes nas rodovias ferais de Pernambuco durante feriado de Natal

(Foto: Divulgação/PRF)

Sete pessoas morreram em acidentes nas rodovias federais de Pernambuco durante o feriado do Natal. O número é da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que divulgou, na manhã desta quarta-feira (26), um balanço da “Operação Rodovida”. Entre os dias 21 e 25 de dezembro, ocorreram 103 acidentes, que deixaram 52 pessoas feridas. No ano passado, quando o feriado teve um dia a menos, foram 90 acidentes, 55 feridos e seis mortes.

De acordo com a PRF, a média de acidentes por dia de feriado em 2018 foi inferior em relação ao ano passado. As colisões mais graves ocorreram na sexta-feira (21) e no domingo (23). Na sexta, uma ambulância que trafegava pela BR-232, em Moreno (PE), colidiu com dois carros. Três pessoas morreram e três ficaram feridas no acidente. Já no domingo, um condutor sob efeito de álcool atropelou dois ciclistas, na BR-428. Os dois faleceram na hora e o motorista foi encaminhado para a delegacia.

A PRF fiscalizou 4.478 pessoas e 3.194 veículos, que resultou na emissão de 2.411 multas por infrações como ultrapassagem em local proibido (154); não uso do cinto de segurança (189); falta de cadeirinha (30) e condução de motocicleta sem capacete (22). A PRF ainda realizou o teste do bafômetro em 2.325 condutores. Foram emitidas 87 autuações, sendo 28 por constatação e 59 por recusa de fazer o teste. Seis motoristas foram presos por terem ingerido bebida alcoólica.

Irregularidades

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Cai para 76% o percentual de brasileiros que ‘vivem no limite do orçamento’, revela indicador CNDL/SPC Brasil

A maior parte dos brasileiros chega às vésperas do fim de ano sem sobras no orçamento, embora tenha diminuído a quantidade de consumidores que se encontram em situação de aperto. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revelam que caiu de 82% em outubro para 76% em novembro o percentual de consumidores que ‘vivem no limite do orçamento’. De acordo com o levantamento, 43% dos entrevistados terminaram o mês no ‘zero a zero’, ou seja, até conseguiram pagar as contas, mas não restou nada de seus rendimentos e, 33% encerram o mês ‘no vermelho’, isso quer dizer que eles deixaram de pagar alguma conta por falta de recursos. Os brasileiros que se encontram ‘no azul’ somam 16%.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o percentual de brasileiros que vivem sem sobras no orçamento segue elevado, mas o consumidor tem uma chance de melhorar esse quadro com as rendas extras de final de ano. “O pagamento do 13º salário pode aliviar a situação do consumidor, mas vale lembrar que se trata de um aumento de renda temporário. Uma vez restaurado o equilíbrio do orçamento, o consumidor precisa manter o controle dos gastos, estabelecendo prioridades e fazendo ajustes quando necessário. É uma tarefa constante, que exige disciplina, mas que faz diferença no bem-estar financeiro do consumidor”, afirma a economista.

Com muitos brasileiros ainda vivendo no limite das finanças, 45% dos consumidores planejavam diminuir o nível de gastos durante o mês de novembro, número inferior ao constatado em outubro (51%). Entre os que planejavam cortar despesas, a principal razão é a busca constante por economizar (34%), os preços elevados (28%), o desemprego (26%) e o endividamento (15%).

Número de usuários de internet cresce 10 milhões em um ano no Brasil

(Foto: Internet)

Passou de 64,7% para 69,8% o número de brasileiros com 10 anos ou mais (181 milhões da população) que acessaram a internet de 2016 para 2017. São quase 10 milhões de novos usuários na comparação entre o último trimestre de cada ano.

Os dados constam no suplemento Tecnologias da Informação e Comunicação da Pnad Contínua, divulgado nesta quinta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A edição foi divulgada pela primeira vez trazendo informações relativas a 2016.

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Pesquisa da CNDL e SPC Brasil aponta que dois em cada dez consumidores gastam mais do que podem nas compras de Natal

Atitudes impensadas levaram 23% dos que presentearam em 2017 a ficar com nome sujo. Valor total médio das dívidas é de R$ 1.070,53 (Foto: Internet)

A emoção das festas de Natal e Ano Novo faz com que muitas pessoas tomem decisões financeiras impensadas nesta época e, consequentemente, comprometam o orçamento. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que dois em cada dez (19%) consumidores costumam gastar mais do que podem com as compras de Natal — percentual maior entre as mulheres (23%) e nas classes C, D e E (22%).

O levantamento também mostra que 5% dos brasileiros que vão presentear no Natal pretendem deixar de pagar alguma conta para fazer suas compras de fim de ano, enquanto 5% devem adiar o pagamento de algumas despesas para realizar as comemorações de Natal e outros 5% para participar das festas de Ano Novo. Entre as principais contas que devem ser postergadas estão: TV por assinatura (20%), cartão de crédito (16%), internet (16%), água e luz (8%).

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Inadimplência do consumidor cresce 6,03% em novembro, apontam CNDL/SPC Brasil

(Foto: Internet)

O encerramento do ano se aproxima e a inadimplência do consumidor segue em patamares recordes. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apontam que o volume de consumidores com contas em atraso e registrados em listas de inadimplentes cresceu 6,03% no último mês de novembro na comparação com igual mês do ano passado. Esse é o crescimento mais acentuado para os meses de novembro desde 2011, quando a alta observada fora de 8,10%. Nos demais anos as altas haviam sido de 0,2% em 2017; 0,7% em 2016; 4,4% em 2015; 3,4% em 2014; 4,0% em 2013 e 3,9% em 2012.

Na variação mensal, isto é, na passagem de outubro para novembro, sem ajuste sazonal, também houve uma aceleração no volume de atrasos, com crescimento de 1,9% no período. O país encerrou novembro com aproximadamente 63,1 milhões de brasileiros com o CPF negativado em virtude de atrasos no pagamento de contas. Isso faz com todo esse contingente de consumidores enfrente dificuldades para obter crédito, seja por meio de financiamentos e empréstimos em instituições financeiras ou compras a prazo no comércio, por exemplo.

Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, apesar de a recessão ter chegado ao seu fim, a inadimplência do consumidor continua elevada, já que a recuperação econômica segue lenta e não se refletiu em melhora nos níveis de renda e nem em queda considerável do desemprego. “Os dois pilares fundamentais, que são emprego e renda, ainda enfrentam percalços. Por isso que o fim da recessão não foi o suficiente para melhorar as finanças do brasileiro. O ambiente econômico vem esboçando uma retomada gradual e bastante lenta e frustrou as expectativas de que o ano de 2018 seria o da consolidação dessa recuperação”, explica o presidente

Trânsito mata mais de 1,3 milhão de pessoas todos os anos, diz OMS

(Foto: Ilustração)

Estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado hoje (07), mostra o aumento contínuo das mortes no trânsito. Pelos dados do relatório, mais de 1,35 milhão de pessoas perdem a vida todos os anos em decorrência de acidentes de trânsito. Os dados mais alarmantes estão na África. Para especialistas, os governos reduziram os esforços na busca por solução para o problema.

O Relatório da Situação Global da OMS sobre segurança no trânsito de 2018 destaca que as lesões causadas pelo trânsito são hoje a principal causa de morte de crianças e jovens entre 5 e 29 anos. O documento inclui informações sobre o aumento no número total de mortes e diz que as taxas de mortalidade da população mundial se estabilizaram nos últimos anos.

“Essas mortes são um preço inaceitável a pagar pela mobilidade”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Este relatório é um apelo aos governos e parceiros para que tomem medidas muito maiores”, acrescentou.

Os relatórios de status global da OMS sobre segurança no trânsito são divulgados a cada dois ou três anos e servem como ferramenta de monitoramento para a Década de Ação para Segurança Viária 2011-2020.

Mortes

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Extrema pobreza aumenta e chega a 15,2 milhões de pessoas em 2017

(Foto: Arquivo/Agência Brasil)

O número de pessoas na faixa de extrema pobreza no Brasil aumentou de 6,6% da população em 2016 para 7,4% em 2017, ao passar de 13,5 milhões para 15,2 milhões. De acordo com definição do Banco Mundial, são pessoas com renda inferior a R$ 140 por mês. Segundo o IBGE, o crescimento do percentual nessa faixa subiu em todo o país, com exceção da Região Norte onde ficou estável.

Os dados fazem parte da Síntese dos Indicadores Sociais 2018, divulgada hoje (05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que entende o estudo como “um conjunto de informações sobre a realidade social do país”. O trabalho elaborado por pesquisadores da instituição tem como principal fonte de dados para a construção dos indicadores, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) de 2012 a 2017.

O estudo mostra ainda que também aumentou a proporção de pessoas abaixo da linha de rendimentos. Em 2017, era de 26,5%, enquanto no ano anterior ficou em 25,7%. Os percentuais significam a variação de 52,8 milhões de pessoas para 54,8 milhões. De acordo com definição do Banco Mundial, são pessoas com rendimento até R$ 406 por mês. A maior parte dessas pessoas, mais de 25 milhões, estava na Região Nordeste.

Com informações da Agência Brasil

Juazeiro bate recorde na geração de empregos em 2018 com criação de mais de 4 mil novas vagas de trabalho

Mais uma vez, Juazeiro se destaca na geração de emprego. (Foto: Divulgação/ASCOM)

Apesar da grave crise financeira que continua impedindo o crescimento e minando gestões de estados e municípios pelo Brasil afora, Juazeiro (BA) mantém uma gestão equilibrada pagando servidores em dia e entregando obras toda semana. E como já se tornou rotina nos últimos anos, os números do Ministério do Trabalho, através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), colocam mais uma vez o município em destaque na geração de emprego.

A partir da gestão do ex-prefeito Isaac Carvalho (PCdoB) foi implantada uma política perene de desenvolvimento econômico que continua ainda mais forte na gestão do atual prefeito, Paulo Bomfim (PCdoB). Conforme atesta o ranking de empregos formais do Caged, somente no ano de 2018 já são mais de 4.200 vagas no saldo em relação ao ano anterior, um recorde na geração de empregos, com destaque para a agropecuária e indústria de transformação, o que leva Juazeiro ao 1° lugar no interior da Bahia.

Paulo Bomfim lembra que Juazeiro tem se destacado mesmo diante de uma situação alarmante de elevado índice de desemprego que assola diversas cidades brasileiras. “Estamos vencendo a crise buscando alternativas em todas as frentes. É por isso que temos tocado obras em todo o município, atraído a chegada de novas empresas para abertura de mais vagas de empregos, investido em educação e na qualificação profissional das pessoas para formar mão de obra especializada. Nada vem de graça, tudo é fruto de muito trabalho, organização e planejamento. E vamos continuar firmes nessa missão de melhorar cada vez mais a vida de nossa gente”, frisou Paulo Bomfim.

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