Em nota, SESAU afirma que falta de regularização tributária do Sanatório de Juazeiro inviabiliza cumprimento de contrato 

(Foto: Ascom/PMJ)

Após vereadores de Petrolina (PE) se posicionarem em defesa do Sanatório Nossa Senhora de Fátima de Juazeiro, contra o fechamento da unidade que historicamente atende a população de Juazeiro, Petrolina e demais municípios da Rede PEBA, a prefeitura de Juazeiro emitiu uma nota na tarde desta quinta-feira (8) esclarecendo a sua relação com a situação que se encontra o Hospital Psiquiátrico.

Diante de situações ocorridas no final do ano de 2018, em dezembro daquele ano a gestão municipal foi chamada junto ao Ministério Público Federal, recebendo algumas orientações sobre a estruturação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e sua participação na rede Pernambuco-Bahia (PEBA). Juazeiro, por ser um dos municípios da Macro-região do Estado da Bahia, mantenedor e que executa o contrato com o Sanatório, adotou ações de estruturação da rede própria de saúde mental e organizou o processo de regulação no controle de leitos, em conjunto com a Central de Regulação Interestadual de Leitos (CRIL) e, assim, garantir qualidade na assistência e maior transparência para todos os envolvidos”, diz o texto.

No decorrer da nota, a gestão municipal listou as mais diversas ações e mudanças feitas em consonância com o previsto pela CRIL: redirecionamento da porta de entrada das urgências psiquiátricas; demandas espontâneas passaram a ser encaminhadas para a UPA, Hospital Materno Infantil e Hospital Regional, aos pacientes em surto de urgência e emergência. Além da realização das capacitações nos serviços municipais, elaboração de um protocolo municipal para atendimento às urgências psiquiátricas, e reestruturação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), para que os usuários pudessem ser acolhidos nos CAPS.

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Vereadores de Petrolina buscam evitar fechamento do Sanatório de Juazeiro

Vereadores durante reunião com direção do Sanatório.

Os vereadores de Petrolina, Major Enfermeiro, Zenildo do Alto do Cocar, Gilberto Melo e Cristina Costa se reuniram, nesta quarta-feira (07), com a direção do Sanatório Nossa Senhora de Fátima, que fica em Juazeiro (BA), para buscar soluções e evitar o fechamento da unidade.

O sanatório atende pacientes da Rede PEBA, do SUS, envolvendo 53 municípios dos Estados da Bahia, Pernambuco e Piauí. Dos 82 pacientes internados, de julho para cá, 25 foram dispensados por falta de recursos. Os 57 restantes podem ser dispensados porque o sanatório não tem como se manter apenas com os recursos atuais. Desses, 15% são de Petrolina (PE).

Para cobrir as despesas de folha de pagamento, remédios e empréstimos feitos, o sanatório gasta em médias R$ 250.000 por mês. Desses recursos, R$ 113.000 são provenientes do Governo Federal. O restante era repassado até janeiro de 2019 pela Prefeitura de Juazeiro.

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Correios fecham 41 agências de 15 estados do Brasil

(Foto: Arquivo)

Nesta terça-feira (16), os Correios encerraram as atividades em 41 agências de 15 estados do país. De acordo com a estatal, as unidades que serão desativadas estão em imóveis alugados, localizadas muito próximas a outras agências (menos de dois quilômetros) e não geram lucros. A empresa informou que os funcionários que trabalham nesses locais serão realocados.

Atualmente, os Correios têm pouco mais de 6,3 mil agências próprias em todo o país, além de 4,3 mil comunitárias, 1 mil franqueadas e 127 permissionárias. Segundo a empresa, o encerramento das atividades dessas agências faz parte do processo de remodelagem da rede de atendimento, que prevê a substituição gradativa de unidades convencionais “por soluções diferenciadas e mais adequadas às necessidades dos clientes”.

“O processo de remodelagem prevê a ampliação dos pontos de atendimento, dos atuais 12 mil para 15 mil, em todo o país, até 2021, melhorando os serviços para a população”, informou a estatal, em nota.

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Bancos em Juazeiro fecham nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro de 2018

(Foto: Arquivo)

Um acordo realizado entre o Sindicato dos Bancários de Juazeiro e a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), possibilitou o fechamento das agências bancárias da cidade nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro de 2018.

Segundo o sindicato, a população pode utilizar os canais alternativos de atendimento para operações bancárias, como caixas eletrônicos, internet banking e correspondentes – casas lotéricas, agências dos Correios e redes de supermercado.

As contas de consumo – água, luz, telefone e TV a cabo, por exemplo – e os carnês que vencem nas datas em que os bancos estarão fechados poderão ser pagos, sem multa, no próximo dia útil, em 26 de dezembro e 2 de janeiro.

Prefeito Miguel Coelho afirma que Nova Semente não vai acabar em Petrolina e lamenta boataria

O prefeito de Petrolina Miguel lamentou os comentários que reputou de mentirosos sobre os boatos de fechamento das unidades do programa Nova Semente na cidade. “A gente viu isso na campanha e foi extremamente rechaçado e a população falou que não aceitava mais esse tipo de mentira e muito menos de fazer do Nova Semente uma moeda de política, uma moeda de troca, e agora a gente está vendo novamente essa especulação voltar”.

O prefeito reafirmou que ao contrário do que andam espalhando o  programa não vai acabar na cidade, muito pelo contrário, será ampliado. “Estamos reformulando é para ampliar o Nova Semente, para trazer a secretaria de Saúde para dentro, a secretaria de Desenvolvimento Social também para dentro, para que a gente possa fazer um programa do leite interconectado, para que a gente possa ter um programa de maternidade para as mães também, até mesmo que o Nova Semente, repito, é destinado para aquelas famílias que estão em estado vulnerável , social, então aquelas pessoas que precisam de fato da creche, não é para quem tem condições de pagar”, salientou Miguel.

O gestor apelou para que as pessoas acabem com este tipo de boato. “Petrolina já está cansada e já deu esse recado nas eleições e não vai cair mais nesse tipo de provocação, muito menos a gente”, disse.

Governo Federal vai desativar farmácias populares; Petrolina pode perder unidade

(Foto: Ilustração)

Programa do governo em parceria com os municípios, o Farmácia Popular será cortado. Criado em 2004, ele disponibiliza uma série de medicamentos gratuitos ou com até 90% de desconto para a população. A liberação dos remédios é sujeita à receita médica. Também estão entre os produtos oferecidos fraldas geriátricas.

As 504 unidades farmacêuticas habilitadas, sendo 393 delas ativas, custam R$ 100 milhões ao ano aos cofres da União. Segundo o Ministério da Saúde, todo o valor continuará sendo repassado aos municípios com o propósito de “aumentar o número de medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica”. Além disso, “os estados e municípios possuem autonomia para dar continuidade às farmácias, provendo o financiamento completo ou com parte dos valores transferidos, caso julguem adequado”.

Ainda de acordo o Ministério da Saúde, hoje, todas as cidades do Brasil recebem R$ 5,18 por cidadão para compra de medicamentos de assistência básica. A partir de agora, com o “incremento” do valor que seria gasto com o programa Farmácia Popular, esse valor vai aumentar para R$ 5,58.

“O custo administrativo para a manutenção das farmácias da rede própria chegava a 80% do orçamento do programa, que é de quase R$ 100 milhões por ano, e apenas cerca de R$ 18 milhões, de fato, estavam sendo utilizados na compra e distribuição de medicamentos”, argumenta o ministério através da assessoria.

Pernambuco

Em Pernambuco, são 15 farmácias habilitadas, sendo Olinda e Petrolina as duas únicas cidades a acomodarem mais de uma unidade. O secretário de Saúde de Olinda, Eud Johnson, disse que “sempre que fala-se em fechamento na saúde não é bom, até por ser uma área que já tem um déficit grande de investimentos”, ele ainda ponderou sobre o aumento nos investimentos nos medicamentos, “é uma alternativa mas não compensar a perda de duas unidades, a população vai sentir”.

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Retrospectiva 2016: Niéde Guidon determina a paralisação de todos os serviços no Parque Nacional da Serra da Capivara

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O simbolismo desse caso leva a pensar que a meta do ICMBIO é: se não podemos manter o exemplo que é a Capivara, então vamos deixá-lo exatamente como os outros parques nacionais, largados, entregues à própria sorte”. Foto: Internet

O Parque Nacional da Serra da Capivara, localizado nos municípios piauienses de Canto do Buriti, Coronel José Dias, São João do Piauí e São Raimundo Nonato, há tempos vem funcionando em situação precária por falta de recursos financeiros.

Agora no entanto, a situação parece ter chegado ao extremo, ou seja, não existe mais nenhuma fonte de recursos disponível, pelo contrário, teria ocorrido um bloqueio de aproximadamente 4 milhões, por falta de interesse do Governo Federal em manter oficialmente o convênio com a Fundação Museu do Homem Americano (FUDHAM), o valor estaria depositado na Caixa Econômica Federal.

Ambientalistas foram tomados de surpresa com a situação drástica de fechamento do Parque Nacional da Serra da Capivara, principalmente porque no dia 1 de junho deste ano, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, esteve em São Raimundo Nonato para visitar o Parque e se reunir com Niéde Guidon, na pauta um dos principais assuntos era a escassez de recursos que por diversas vezes, tivera sido denunciada pela própria arqueóloga.

A visita teria sido uma completa frustração, justamente porque na ocasião o ministro se comprometeu com a liberação dos recursos bloqueados, na ordem de cerca de 4 milhões de reais, para a manutenção e preservação do Parque Nacional da Serra da Capivara, bem como do seu patrimônio histórico, ambiental e cultural.

Ademais, Sarney Filho sequer conseguiu  a assinatura para a renovação do termo de cogestão já existente desde a década de 1990, entre FUNDHAM e  ICMBIO, resultando no bloqueio da referida verba.

Niéde Guidon disse que comunicou à UNESCO sua saída das ações de conservação e manutenção do parque. Com isso, todo o patrimônio cultural da humanidade ficará ameaçado, sujeito aos riscos e insegurança de um parque no papel, como estão quase todas as unidades de conservação do país. “O simbolismo desse caso leva a pensar que a meta do ICMBIO é: se não podemos manter o exemplo que é a Capivara, então vamos deixá-lo exatamente como os outros parques nacionais, largados, entregues à própria sorte”, finalizou a arqueóloga.

 

Sem ajuste, BB teria que pedir aporte ao governo em 2017, diz presidente

(Foto: Internet)

(Foto: Internet)

Paulo Rogério Caffarelli, presidente do Banco do Brasil, diz que, sem o corte de gastos na instituição, ele teria de pedir socorro ao governo federal em julho de 2017 para atender as exigências de capital de Basileia 3.

O banco anunciou no dia 20 de novembro a extinção de 9.300 cargos, o fechamento de 402 agências e a transformação de 379 delas em postos avançados.

“Não posso achar que chegarei a ter o custo de Bradesco e Itaú porque temos capilaridade muito maior, mas tentaremos reduzir ao máximo esse valor.”

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Número de empresas no país cai pela primeira vez desde 2007

A estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi alterada de 3,89% para 3,86%/Imagem ilustrativa

Foto: ilustração 

O Brasil perdeu 289 mil empresas em 2014, uma queda de 5,4% em relação a 2013 e a primeira desde o início da série histórica, em 2007, do Cadastro Central de Empresas (Cempre) divulgado hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As organizações formais ativas, 5,1 milhões, ocupavam 55,3 milhões de pessoas. O número representa aumento de pessoal ocupado de 0,2% (97,5 mil) e de pessoal ocupado assalariado de 0,8% (381,3 mil), comparado a 2013.

Uma das coordenadoras da pesquisa, Kátia Cilene Medeiros de Carvalho, explicou que a maioria das empresas que não resistiram à crise era de pequeno porte. “A maioria das empresas que fecharam era dos setores de comércio e da indústria de transformação, com até nove pessoas ocupadas. O aumento, embora pequeno, do pessoal ocupado sugere que, provavelmente, os trabalhadores que perderam seus empregos nas empresas que fecharam foram absorvidos por empresas maiores, já consolidadas, que têm mais condições de sobreviver a períodos de crise”, comentou Kátia.

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Governo baiano fecha 35 lojas da Cesta do Povo

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Até ontem (22), foram fechadas  35 lojas da Cesta do Povo pela Empresa Baiana de Alimentos (Ebal). Desde o início de dezembro passado  até o final de janeiro, o governo baiano já havia fechado 20 lojas.

Segundo comunicado feito pela Ebal quatro das 15 lojas da Cesta do Povo a serem fechadas estão ligadas à central de distribuição de Buerarema. São as unidades de Itaju do Colônia, Itambé, Caatiba e Potiraguá. Também vão ser fechadas as unidades em Iguaí, Nova Canaã, Poções, Queimadas, Monte Santo, Esplanada, Entre Rios, Cardeal da Silva, Acajutiba, Itanagra e Salvador (Jardim Nova Esperança).

A Ebal/Cesta do Povo deverá ir a leilão, na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), em março. A data ainda não foi divulgada. O preço mínimo divulgado pelo Governo Baiano foi R$ 81 milhões.

Demissões e incertezas quanto ao futuro têm deixado funcionários apreensivos, mesmo aqueles concursados. A maior queixa de quem ainda não foi demitido é a falta de transparência no processo.

Reunião discute fechamento do Matadouro de Petrolina na próxima terça

Matadouro Petrolina

Na manhã desta terça-feira, 5, o vereador da oposição Ronaldo Souza reuniu os marchantes na Câmara  de Vereadores de Petrolina, na pauta o fechamento do Matadouro Público Municipal previsto para acontecer no próximo dia 2 de fevereiro.

De acordo com os marchantes presentes, a reunião, participaram do encontro os vereadores Edilsão do trânsito, Geraldo da Acerola, Zé Batista da Gama, e feirantes.

Os trabalhadores esperam contar com a sensibilidade da Prefeitura de Petrolina para a construção de um novo local de abate no município e não querem realizar o serviço do outro lodo do Rio São Francisco, na cidade de Juazeiro da Bahia.

Durante o encontro ficou encaminhado a realização de uma nova reunião na próxima terça-feira (12) às 9h, na Câmara de Vereadores, com a presença de políticos petrolinenses e a representante do MPPE, promotora Ana Cláudia de Sena Carvalho.

Marchantes temem dobrar preço da carne caso prefeitura de Petrolina feche o matadouro

Caminhão do Matadouro de Petrolina (Foto: Jean Brito)

A polêmica do fechamento de mais um entreposto comercial em Petrolina (PE) está causando preocupação na cidade. Depois do CEAPE, a menina dos olhos da prefeitura agora é a área do Matadouro público da cidade, localizado no bairro Jatobá, não se sabe até agora o que será feito naquela área, mas há quem acredite que o terreno do matadouro irá cair nas mãos das construtoras imobiliárias, o que representará uma boa grana aos cofres do município.

Marchante há 11 anos, Ítalo da Silva (27) acredita que caso a prefeitura feche o abatedouro público, previsto para acontecer em 2 de fevereiro de 2016, vai causar um impacto negativo na economia de Petrolina e, principalmente, às famílias dos trabalhadores marchantes. “Se isso acontecer a gente vai ficar no prejuízo, por exemplo, o abate de carne de bode aqui em Petrolina custa R$ 9,0, em Juazeiro o marchante terá que pagar R$ 30,00, além disso vai perder o couro, vísceras, transportar a carne congelada e pagar uma taxa a ADAB, ou seja, para sobreviver o marchante terá que dobrar o preço da carne vendido ao consumidor petrolinense e isso nós não queremos”, destacou.

A nossa reportagem entrou em contato com o setor de comunicação da prefeitura e aguarda respostas sobre o assunto. A assessoria informou,  ainda,  que está apurando o caso e vai se pronunciar no decorrer desta semana.