Inflação tem alta, impulsionada por combustíveis e alimentação

(Foto: Internet)

A inflação de setembro foi a mais alta já registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para o mês, desde 2015 O preço dos combustíveis e alimentos foram os principais responsáveis por essa alta, que também supera a meta oficial do governo para o ano.

Os dados foram divulgados nessa sexta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, a inflação acumulada em 12 meses acelerou a 4,53 por cento, de 4,19 por cento até agosto e estimativa de 4,45 por cento.

Apesar da alta, o Banco Central não deve elevar a taxa básica de juros. Segundo o IBGE, os combustíveis saíram de uma deflação e alcançaram 4,18%, pressionando a alta na inflação.

Com 2,8 milhões de cabeças, Bahia ultrapassa o Rio Grande do Sul e tem o maior rebanho ovino do País, segundo o IBGE

(Foto: Reprodução/TV TEM)

Em 2017, a Bahia ultrapassou o Rio Grande do Sul e assumiu o 1º lugar no ranking nacional com o maior rebanho de ovinos: 2,860 milhões de cabeças. Na comparação com 2006, o rebanho de ovinos no estado cresceu 7,0% e, assim, aumentou a participação no rebanho nacional, de 18,8% para 20,7%.

Os dados são do Censo Agropecuário divulgado nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Censo Agro reune dados sobre a produção agropecuária, florestal e aquícola brasileira e foi realizado pelo IBGE, em todo o território nacional, entre outubro de 2017 e fevereiro de 2018.

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População brasileira deve chegar a 233,2 milhões em 2047, diz IBGE

O IBGE informou que, em 2018, o Brasil tem 160,9 milhões potenciais eleitores.

A população do Brasil vai continuar em crescimento até atingir 233,2 milhões de pessoas em 2047. A partir deste ano, entrará em declínio gradual chegando a 228,3 milhões em 2060. A expectativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), faz parte da Revisão 2018 da Projeção de População, que estima demograficamente os padrões de crescimento da população do país ano a ano, por sexo e idade para os próximos 42 anos.

Antes de 2048, 12 estados (Piauí, Bahia, Rio Grande do Sul, Alagoas, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco, Maranhão, Paraná e Rio Grande do Norte) deverão ter redução na sua população. Segundo o IBGE, a principal característica dessas unidades da federação é o saldo migratório negativo.

No limite da projeção em 2060, oito estados (Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Amapá, Roraima, Amazonas e Acre) não terão queda nas suas populações. O IBGE explicou que eles apresentam saltos migratórios positivos e/ou têm taxas de fecundidade total mais elevadas.

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Taxa de desemprego no Brasil atinge 12,7% em maio

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (29) os números do desemprego no país em maio. A taxa chegou a 12,7% no trimestre março-abril-maio, superando o período anterior.

No entanto, em comparação ao mesmo trimestre de 2017 o número representa uma queda de 0,6%, quando a taxa alcançou 13,3%. Segundo o levantamento, o trabalho com carteira assinada continua em queda e cresce a demanda por trabalhos informais.

O IBGE registrou ainda aumento da população fora da força de trabalho, formado por pessoas em idade para atuar no mercado e que por algum motivo não estão empregadas e nem procurando emprego. Esse grupo representa 65,4 milhões de pessoas, o maior nível da série histórica iniciada 2012.

Taxa de desemprego fica em 12,9%, afirma IBGE

(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O desemprego no Brasil teve um leve crescimento, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No trimestre encerrado em abril desse ano, o índice chegou a 12,9% ficando acima dos 12,2% no período encerrado em janeiro.

Ainda de acordo com o IBGE, o número de pessoas que buscam emprego e não encontram alcançou 13,4 milhões no trimestre finalizado no mês passado. Dessa forma, houve um aumento de 5,7% em relação aos 12,7 milhões de desocupados no final de janeiro.

No entanto, em comparação ao mesmo período de 2017 houve uma queda de 4,5% no número de desempregados. Já os que trabalham com carteira assinada apresentou uma redução de 1,7%.

Segundo o IBGE, até abril houve geração de emprego apenas nos segmentos de Outros Serviços e Administração Pública (9,1%) e Administração Pública (3,8%).

Inflação tem nova alta e atinge 2,76% em 12 meses

(Foto: Agência Brasil)

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve alta de 0,22% em abril. Responsável por medir a inflação oficial no Brasil, a taxa supera março (0,09%) e abril de 2017 (0,14%). Os dados foram apresentados nessa quinta-feira (10), pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e no acumulado, atingiu 2,76% em 12 meses.

Segundo o IBGE, a taxa de 0,92% acumulada em 2018 é a maior para o período de janeiro a abril desde a implantação do Plano Real, em 1994. O aumento da inflação foi puxado pelos gastos com a saúde 0,91%), vestuário (0,62%), habitação (0,17%) e alimentação e bebidas (0,09%).

Apesar de os gastos com a alimentação terem crescidos, o IBGE afirma que comer fora de casa ficou mais barato no mês passado. Houve uma queda nos preços de 0,22%.

Desemprego tem alta no primeiro trimestre de 2018, afirma IBGE

A taxa de desemprego no Brasil teve alta nos primeiros três meses desse ano. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta foi de 11,8%. No entanto, essa taxa é menor quando comparada ao mesmo período de 2017, quando o o número ficou em 13,7%.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nessa sexta-feira (27). Segundo o IBGE, o Brasil tem hoje 13,7 milhões de desempregados, esse número representa uma alta de 11,2 ao trimestre passado.

Houve uma queda em relação a população ocupada (90,6 milhões), com baixa de 1,7% em relação ao último trimestre do ano passado (92,1 milhões). Se comparada ao mesmo período de 2017, houve alta de 1,8%.

Carteira assinada

Em relação ao número de empregados com carteira de trabalho assinada, o levantamento mais recente do IBGE aponta que 32,9 milhões de pessoas ocupam postos formais de trabalho. Isso representa queda de 1,2% em relação ao trimestre passado.

Taxa de desemprego tem alta no Brasil e ultrapassa 12%, segundo IBGE

O levantamento da PNAD Contínua apontou um crescimento de 0,6% na taxa de desemprego do país no trimestre entre dezembro de 2017 e fevereiro de 2018.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa chegou a 12,6%. O IBGE apresentou os dados nessa quinta-feira e segundo o levantamento, apesar de ter crescido, a taxa de desemprego, se comparada ao mesmo período (dezembro de 2016 e fevereiro de 2017) teve queda de 0,6 ponto percentual.

No estudo mais recente do Instituto, a população desocupada no período chegou a 13,1 milhões, 4,4% a mais do que no trimestre anterior. Houve um acréscimo de 550 mil pessoas. Por outro lado, a população ocupada – 91,1 milhões – recuou para 858 mil pessoas.

Analfabetismo é maior entre negros e pardos, aponta IBGE

(Foto: Ilustração)

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada hoje (21) revela que, em 2016, a taxa de analfabetismo no país caiu para 7,2%. A pesquisa também aponta que o número de analfabetos é superior entre as pessoas pretas ou pardas.

O levantamento foi feito ao longo de 2016 por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD). Naquele ano, o total de analfabetos foi estimado em 11,8 milhões de pessoas e “apresentou relação direta com a idade, aumentando à medida que a idade avançava até atingir 20,4% entre as pessoas de 60 anos ou mais”.

A pesquisa também aponta que o número é superior entre as pessoas pretas ou pardas. Se considerados apenas os autodeclarados brancos, a taxa total de analfabetismo é de 4,2%, enquanto entre as que se declaravam pretas ou pardas o índice foi de 9,9%. Em um recorte que considera as pessoas com 60 anos ou mais, o percentual entre os dois grupos é de, respectivamente, 11,7% e 30,7%.

Com informações do G1

Número de idosos cresce 16% no Brasil, aponta IBGE

(Foto: Internet)

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) revelados nesta sexta-feira (24), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na passagem de 2015 para o ano passado, 1 milhão de brasileiros entrou na faixa etária de 60 anos ou mais.

Atualmente, eles são 14,4% dos 205,5 milhões da população nacional estimada pela Pnad Contínua. Em 2012, quando começa a série estatística da pesquisa, essa faixa etária respondia por 12,8% da população. Em quatro anos, são 4 milhões de brasileiros a mais na faixa de 60 anos ou mais (idosos), aumento de 16%.

Regionalmente, o Norte é onde a população é mais jovem. Pessoas com 60 anos ou mais representam 9,2% do total, comparado aos 17% da faixa etária de zero a 9 anos, conforme os dados de 2016. Só que a região Norte tem apenas 8,5% do total da população brasileira, com 17,427 milhões de habitantes. O menor contingente populacional está no Centro-Oeste, com 15,545 milhões de habitantes, ou 7,6% do total em 2016. A maior parte dos brasileiros (86,361 milhões de pessoas) vive no Sudeste.

Com informações do JC

IBGE abre seleção para recenseador temporário com 1.152 mil vagas

(Foto: Divulgação)

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu seleção, até 6 de novembro, para preenchimento de 1.152 mil vagas de recenseador temporário. As oportunidades visam suprir as vagas nos estados ou áreas de trabalho que tiveram candidatos inscritos em número inferior à da oferta, esgotamento dos candidatos aprovados ou a falta de inscritos.

Os interessados vão poder se inscrever gratuitamente no site da instituição. O cargo exige nível fundamental completo e a remuneração será por meio da produção, calculada por setor censitário, conforme taxa fixada e de conhecimento prévio pelo recenseador.

A carga horária mínima é de 25 h semanais, além da participação integral e obrigatória no treinamento. Será obrigatório o comparecimento do Recenseador ao Posto de Coleta nos dias e horários estipulados pelo Agente Censitário Municipal (ACM) ou supervisor (ACS).

Os contratos terão duração de trinta dias, podendo haver prorrogação por apostilamento, por iguais períodos, segundo a necessidade do trabalho e/ou disponibilidade de recursos orçamentários.

O processo seletivo vai constar de análise de títulos, sendo de caráter classificatório, que valerá até 10 pontos e, será realizada observada a pontuação por formação do candidato, sendo: ensino Fundamental – um ponto, ensino médio incompleto – três pontos, ensino médio completo – cinco pontos, ensino superior incompleto – sete pontos e ensino superior completo – 10 pontos. O resultado final será divulgada no dia 9 de novembro.

Brasil tem mais de 207 milhões de habitantes e São Paulo continua sendo o mais populoso

O levantamento aponta que projeção demográfica daqui a 26 anos é de que a população brasileira vai atingir seu limite máximo. (Foto: Ilustrativa)

Dados divulgados pelo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (30) revela que o Brasil tem 207.660.929 habitantes. O crescimento de 2016 para 2017 foi de 0,77% (cerca de 1,6 milhão de pessoas a mais).

Os dados revelam que 25% dos municípios brasileiros tiveram suas populações reduzidas. De acordo com o IBGE, a taxa de crescimento populacional vem desacelerando nos últimos anos. No período de 2015 a 2016, a taxa de crescimento foi de 0,80%. A razão principal da redução no ritmo de crescimento, segundo o instituto, é a queda na taxa de fecundidade.

Segundo o IBGE, para 2017, a projeção mostra que a taxa de fecundidade era de 1,67 filho por mulher, a taxa bruta de mortalidade era de 6,15 mortes por mil habitantes e o saldo migratório (pessoas que entraram menos as que saíram do país) foi de 8.304 pessoas.

O levantamento aponta que projeção demográfica daqui a 26 anos (entre 2042 e 2043) é de que a população brasileira vai atingir seu limite máximo, estimado em 228,4 milhões. Em seguida, deverá decrescer.

Com informações do G1

Dados do IBGE revelam que mulheres receberam 23,6% menos que os homens em 2015

(Foto: Ilustração)

Dados divulgados hoje (5) pelo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que as trabalhadoras brasileiras ganhavam, em 2015, 23,6% menos que os trabalhadores. Dados do Cadastro Central de Empresas (Cempre) levaram em consideração, o universo de pessoas ocupadas assalariadas, os homens receberam em média R$2.708,22 e as mulheres R$2.191,59.

Em 2015, o país tinha 5,1 milhões de empresas e outras organizações ativas que empregavam 53,3 milhões de pessoas, sendo 46,6 milhões (87%) assalariados e 7 milhões (13%) sócias ou proprietárias. Do total de assalariados, 56% eram homens e 44% mulheres. Em relação a 2014, o número de assalariados recuou 3,6%, sendo a queda entre os homens de 4,5% e entre as mulheres de 2,4%.

Em cinco anos, entre 2010 e 2015, o percentual de mulheres ocupadas assalariadas aumentou 1,9 ponto percentual. A maior participação feminina nesse período estava na administração pública e nas entidades sem fins lucrativos. Neste último ambiente, por exemplo, a participação das mulheres passou de 53,3% para 55,8% e a dos homens caiu de 46,7% par 44,2%, no período.

Os dados do Cempre revelam ainda que, nas entidades empresariais, embora os homens sejam maioria, a diferença entre o número de pessoal ocupado do sexo masculino e feminino vem caindo de 2010 para cá. No período, a diferença diminuiu 5,2 pontos percentuais.

Com informações do EBC

Presidente do IBGE assumirá o BNDES após saída de Maria Silvia

(Foto: ASCOM)

O presidente Michel Temer convidou o presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Paulo Rabello de Castro, para assumir o comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no lugar da economista Maria Silvia Bastos Marques, que entregou o cargo na tarde de hoje (26).

Maria Silvia alegou razões pessoais para deixar a presidência do BNDES. Menos de cinco horas depois da oficialização da saída da agora ex-presidente do banco, o governo confirmou o nome de Castro, também economista, para substituí-la. A posse deve ocorrer na semana que vem. O Planalto ainda não informou quem ocupará a presidência do IBGE.

Maria Silvia esteve no Palácio do Planalto no início da tarde, por volta de 14h30, para conversar com Temer sobre sua saída. Ela estava no cargo desde maio do ano passado.

Concurso IBGE 2017: Edital terá 26.440 vagas para o Censo Agropecuário

A Fundação Cesgranrio deverá ser novamente a banca contratada para coordenar os seletivos, ainda a ser confirmada

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançará até o mês de maio o edital de abertura do processo seletivo simplificado que busca a contratação temporária de servidores para atuação no próximo censo. O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão autorizou na sexta-feira, 17 de março, a contratação de 26.440 pessoas para a realização do próximo Censo Agropecuário que acontecerá em todos os estados do país. A banca organizadora do certame sairá até o mês de abril, com posterior divulgação do edital de abertura da seleção.

Segundo a Portaria de Nº 45, o prazo de duração dos contratos deverá ser de até um ano, com possibilidade de prorrogação até o limite máximo de três anos, desde que a prorrogação seja devidamente justificada, com base nas necessidades de conclusão das atividades.

A publicação da Lei Orçamentária Anual de 2017 já havia informado das previsões de arrecadação oriundas do pagamento das taxas de participação dos candidatos interessados nas vagas que serão novamente disponibilizadas pelo IBGE.

A previsão inicial era da abertura de 82.050 vagas para a realização do próximo Censo Agropecuário, que já aconteceria por meio dos seletivos que haviam sido aprovados pelo Ministério do Planejamento em 2015, para o ano de 2016. Uma das seleções, já estava, inclusive em andamento, para 1.409 vagas, porém cortes no orçamento da União culminaram em seu cancelamento. Agora, as seleções serão retomadas.

Cargos

De acordo com o novo documento, serão 26.440 vagas ofertadas em todos os estados do país, sendo 266 para Analista Censitário, 375 para Agente Censitário Regional, 381 na função de Agente Censitário Administrativo, 1.285 de Agente Censitário Municipal, 4.946 no cargo de Agente Censitário Supervisor, 174 servidores para atuação como Agente Censitário de Informática e por fim, 19.013 trabalhadores na função de Recenseador.

Salários

Segundo a tabela vigente de remunerações do IBGE, o Analista Censitário, cargo de nível superior, tem vencimentos de R$ 7.624,00. Os demais cargos de nível médio completo – Agente Censitário Regional, Agente Censitário Administrativo, Agente Censitário Municipal, Agente Censitário de Informática e Agente Censitário Supervisor, terão remunerações entre R$ 2.100,00 e R$ 3.520,00. Já a função de Recenseador tem requisito de ensino fundamental completo e os salários são variáveis de acordo com o número de domicílios pesquisados, partindo de R$ 1.400,00.

Como a taxa de inscrição não pode ser superior a 2,5% do valor dos futuros salários de cada cargo, as participações devem ficar nos valores de R$ 179,00 para Analista Censitário, R$ 78,00 para Agente Censitário Regional, R$ 40,00 para Agente Censitário Administrativo, R$ 59,00 para Agente Censitário Municipal, R$ 53,00 para Agente Censitário Supervisor e Agente Censitário de Informática; e R$ 28,00 para Recenseador. A estimativa é de que sejam arrecadados cerca de R$ 10 milhões somente em taxas.

A contratação dos servidores temporários, que acontecerá após a aprovação no processo seletivo simplificado, terá duração de até 1 ano, podendo ser prorrogado até o limite máximo de 3 anos e a suas remunerações se darão de acordo com o constante nos planos de retribuição ou dos quadros de salários do IBGE. Veja a tabela de salários do IBGE.

Caso se mantenha a metodologia de avaliação das últimas seleções, a Cesgranrio aplicará provas com 60 questões sobre Língua Portuguesa, Conhecimentos Específicos, Raciocínio Lógico Quantitativo e Noções de Administração, dependendo do cargo. O candidato que não acertar, pelo menos, uma questão de cada disciplina ou obtiver aproveitamento inferior a 40% (Analistas) ou 30% (Agentes) do total de pontos das provas será automaticamente eliminado do Processo Seletivo.

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