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Julho Amarelo: lei institui campanha de combate a hepatites virais

(Foto: Reprodução/Internet)

Foi sancionada nessa sexta-feira (11) pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), no Diário Oficial da União, a lei que institui o Julho Amarelo, mês dedicado ao combate das hepatites virais. A campanha tem caráter nacional e deverá ser realizada nos 26 estados e no Distrito Federal.

A hepatite viral é um problema global, transmitida por um vírus ou uso de remédio, álcool e drogas, provocando inflamação no fígado. Por ser uma doença silenciosa o Ministério da Saúde faz o alerta aos brasileiros, que devem ficar atentos aos sintomas.

Cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras são alguns dos indícios de que o fígado não vai bem e requer atenção médica. As hepatites mais comuns no Brasil são A, B e C.

“Elas correm o risco de as doenças evoluírem (tornarem-se crônicas) e causarem danos mais graves ao fígado, como cirrose e câncer. Por isso, é importante ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam a hepatite”, destaca o ministério.

Com informações de A Tarde

Juazeiro: profissionais da saúde bucal recebem capacitação dentro do Julho Amarelo

O mês de julho é marcado pelo combate das Hepatites Virais e a Secretaria de Saúde de Juazeiro (SESAU) promove nesta quarta e quinta-feira (18 e 19) uma capacitação a profissionais da saúde bucal, a fim de orientar esse grupo sobre a maneira de diagnosticar esses problemas de saúde.

A capacitação acontecerá no auditório do Centro de Saúde III, localizado no Bairro Angary no período da manhã. No dia 26 de julho, a Praça 15 de Julho (ao lado do Paço Municipal) recebe o dia D de ações com testes rápidos, distribuição de preservativos e orientações.

Febre, cansaço, tontura, enjoo e vômito são alguns dos sintomas das hepatites e devem servir de alerta aos pacientes.

“Reforçamos ainda os cuidados como o não compartilhamento de seringas, agulhas, lâminas de barbear, pinças ou escovas de dentes e o uso de camisinha durante a relação sexual”, afirmou a Superintendente de Vigilância em Saúde, Tatiane Malta.