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Justiça do Paraná determina bloqueio de R$ 3,57 bilhões de partidos

Decisão atinge MDB, PSB e políticos (Foto: Ilustração)

A Justiça Federal do Paraná bloqueou cerca de R$ 3,57 bilhões do MDB, do PSB, de políticos e empresas. O bloqueio foi divulgado nesta sexta-feira (24), pelo Ministério Público Federal (MPF), referente a uma ação de improbidade administrativa da Operação Lava Jato.

Segundo o G1, entre os acusados que respondem ao processo, estão os parlamentares Valdir Raupp (MDB-RO), Eduardo da Fonte (PP-PE) e Fernando Bezerra (MDB-PE) – atualmente líder do governo no Senado – que já foi do PSB.

O bloqueio também atinge os espólios de Sérgio Guerra (PSDB-PE) e Eduardo Campos (PSB-PE), políticos que já morreram. Quanto às empresas, duas foram acusadas: Queiroz Galvão e a Vital Engenharia Ambiental.  Os R$ 3,57 bilhões são o resultado da soma dos limites máximo de valores que devem ser bloqueados nas contas dos investigados.

Anteriormente o MPF já havia solicitado o bloqueio, negado na 1ª instância.Os promotores recorreram e o TRF-4 autorizou. Nossa produção entrou em contato com a assessoria de comunicação do Fernando Bezerra e estamos aguardando um retorno.

Lóssio não descarta retorno ao MDB

Lóssio pode retornar ao partido pelo qual foi eleito prefeito de Petrolina (Foto: Blog Waldiney Passos)

O futuro político de Julio Lóssio, ex-prefeito de Petrolina e candidato a governador de Pernambuco em 2018 é uma incógnita. Ele foi filiado na Rede Sustentabilidade, mas acabou expulso durante a campanha de outubro passado e agora deve deve retornar ao MDB.

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“Essa questão de partido pra mim é muito pouco relevante. Eu não conheço mais ninguém que votou em partido, você acha que alguém votou no PSL? Não, votou em Bolsonaro. Tenho recebido alguns convites, tenho conversado com algumas pessoas. Só vou começar a avançar nessas conversas a partir de janeiro, fevereiro“, disse.

O MDB em Petrolina pertence ao reduto político do ex-prefeito, cujo presidente da executiva municipal é de Paulo Valgueiro, aliado de Lóssio, o que facilitaria seu ingresso na sigla. “O MDB é nosso em Petrolina, [a diretoria] municipal é de Paulo Valgueiro, a executiva agora foi renovada”, destacou.

MDB decide pela neutralidade no segundo turno

(Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

A exemplo de outros partidos, o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de Michel Temer, atual presidente da República, também decidiu liberar seus filiados para apoiar os candidatos Fernando Haddad (PT) ou Jair Bolsonaro (PSL) na disputa no segundo turno das eleições presidenciais. De acordo com a Agência Brasil, o presidente nacional do MDB, senador Romero Jucá (RR), disse que a legenda se posicionou pela neutralidade na corrida pelo Palácio do Planalto. “Estamos liberando os membros do MDB de votar com sua consciência e sua conjuntura estadual”.

Perguntado como o MDB se posicionará em relação ao próximo governo, Jucá disse que o partido ficará “independente” e que a legenda votará de acordo com os interesses do país. “O partido vai se colocar em cada situação defendendo aquilo em que acredita, defendendo o melhor para o Brasil. Não vamos jogar no quanto pior melhor. Ao contrário, vamos procurar ajudar com a experiência que o MDB tem”, disse Jucá, acrescentando que “ser oposição é ficar contra o Brasil”.

O MDB teve no primeiro turno o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles como candidato à Presidência. Ele recebeu 1.288.948 votos, o correspondente a 1,2% da votação, ficando em 7º lugar na disputa.

Com informações da Agência Brasil

Amigos de Temer incentivam presidente a se candidatar na vaga de Meirelles, afirma colunista

(Foto: Reprodução)

O presidente Michel Temer (MDB) pode sair como candidato à reeleição em outubro. Pelo menos é o que amigos próximos a ele tentam argumentar. Segundo a colunista Mônica Bérgamo, do jornal Folha de São Paulo, um dos motivos para tomar a vaga de Henrique Meirelles (MDB), escolha do partido, é a não menção a Temer na propaganda eleitoral.

Pessoas próximas ao atual presidente não ficaram contentes com a postura de Meirelles de lembrar apenas seu tempo como ministro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pedem a Temer que busque manter seu legado.

O fato de Meirelles não empolgar nas pesquisas também contribui para o pedido de amigos. Pela legislação eleitoral, o partido tem até o dia 17 desse mês para trocar de candidato e assim como o PT espera lançar Fernando Haddad na vaga de Lula, a cúpula do MDB pode fazer o mesmo com Temer no lugar de Meirelles.

Decisão final sobre disputa interna do MDB será de Ricardo Lewandowski

Henry e Jarbas devem ser beneficiados com decisão (Foto: Divulgação)

A disputa interna pelo controle do MDB em Pernambuco ganhou mais um episódio, quando a presidente do Superior Tribunal Federal (STF), a ministra Cármen Lúcia deixou a decisão final para o ministro relator do caso, Ricardo Lewandowski, que retorna aos trabalhos hoje (31).

Anteriormente Lewandowski já tinha decidido favoravelmente ao grupo de Raul Henry, que é vice-governador, e Jarbas Vasconcelos, deixando o senador Fernando Bezerra Coelho (FBC) sem o controle da legenda no estado.

Henry e Jarbas são da base do governo Paulo Câmara (PSB), enquanto FBC é da oposição, por isso a disputa é crucial em Pernambuco.

Os partidos aguardam uma decisão, já que o prazo das convenções partidárias termina neste final de semana e as siglas precisam definir seus candidatos e apoios políticos.

Temer desiste de candidatura e lança Meirelles pelo MDB

(Foto: Reprodução)

O presidente Michel Temer anunciou nessa terça-feira (22) a desistência de concorrer nas eleições de outubro. Vice na chapa de Dilma Rousseff, Temer lançou o nome de Henrique Meirelles como pré-candidato do MDB à Presidência da República.

A desistência de Temer foi confirmada em um evento do partido, na cidade de Brasília, para o lançamento do documento “Encontro com o Futuro”. Durante sua fala, o atual presidente convidou o ministro da Fazenda para disputar as eleições. “Nós chamamos você para ser presidente do Brasil”, disse Temer.

Temer discursou durante 15 minutos e elogiou Meirelles. “Digo sem errar que o Meirelles é o melhor entre os melhores“, afirmou.

Fernando Bezerra afirma que “continua como pré-candidato”

(Foto: Brenda Alcântara/Folha de Pernambuco)

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) afirmou que continua como pré-candidato ao Governo de Pernambuco, apesar dos problemas internos no partido. Durante uma entrevista ao jornal Folha de Pernambuco, FBC garantiu que mesmo com os “embaraços” a corrida para outubro continua.

“A gente continua como pré-candidato. Evidente que a questão do PMDB cria alguns embaraços, porque gera uma certa insegurança, sobre a definição do controle partidário. Mas existe toda uma expectativa de que essa questão seja resolvida em um espaço muito curto”, disse o senador nessa segunda-feira (7).

Fernando Bezerra ingressou no MDB em 2017, mas a disputa pelo poder estadual da sigla se arrasta por meses. O vice-governador de Pernambuco, Raul Henry e o deputado federal Jarbas Vasconcellos conseguiram na Justiça a retomada da liderança no MDB de Pernambuco.

Retomada do partido

Mesmo com o revés no Supremo Tribunal Federal (STF), Fernando garante que a situação será resolvida em breve. “Renovamos nossa expectativa e nosso otimismo de que a situação será resolvida em favor daquilo que prevê a Constituição Federal e a legislação partidária. Os partidos têm autonomia para decidir suas questões internas. E ao final de toda essa discussão jurídica, acho que o PMDB nacional terá reconhecido seu direito de poder constituir seus diretórios estaduais”, afirmou.

Sobre a decisão de quem será o candidato da oposição, o senador afirmou que o grupo não aguardará a decisão do PT para planejar as estratégias eleitorais.  “O Anúncio está muito próximo. Tem toda essa expectativa. É natural. Mas estamos trabalhando para dentro de um espaço muito curto estaremos em condições de anunciar o nome que vai liderar essa frente”, finalizou.

Exclusiva: para senador Humberto Costa briga interna no MDB de Pernambuco enfraquece partido

Humberto Costa falou com exclusividade ao Blog Waldiney Passos sobre eleições 2018 (Foto: Reprodução)

A briga interna do vice-governador Raul Henry e o senador Fernando Bezerra Coelho pelo poder no diretório estadual do MDB continua nos bastidores. A última decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) foi favorável a Henry, mas o presidente nacional, o senador Romero Jucá já afirmou que não desistiu de dar a Fernando o comando da sigla.

O líder do PT no Senado Federal, Humberto Costa deu sua opinião sobre a celeuma interna do MDB em Pernambuco. Para o senador, é provável que o partido acabe se enfraquecendo com a briga entre Henry e Fernando.

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“Isso na verdade é uma disputa que eu acho que ainda vai rolar, é um problema de ordem interna do MDB, acho o MDB nacional e Michel Temer estão decididos a entregar o partido a Fernando Bezerra, mas eu acho que essa disputa não vai se receber tão rapidamente. Vai terminar o MDB sem ter a certeza de que vai disputar a eleição com chance de eleger alguém, eu acho que essa pendenga vai continuar indefinidamente”, opinou o senador.

No final de semana Humberto Costa visitou o Sertão de Pernambuco, onde cumpriu agenda política em Granito, Salgueiro, Parnamirim, Serra Talhada e Petrolina, onde esteve no domingo e falou com exclusividade a nossa equipe.

Jucá não descarta volta de Fernando Bezerra ao comando do MDB estadual

Jucá ainda acredita na volta de Fernando ao comando da sigla (Foto: Reprodução)

Presidente nacional do MDB, o senador Romero Jucá afirmou que lutará até o fim para que o comando do partido em Pernambuco volte para as mãos do também senador, Fernando Bezerra Coelho. Questionado pela Rádio Jornal, nessa quinta-feira (12), Jucá criticou a postura adotada pelo vice-governador e presidente do MDB em Pernambuco, Raul Henry.

“Não queremos expulsar ninguém do partido. Política não se faz dessa forma”, comentou. No último dia 20, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, devolveu o comando do MDB a Raul Henry, que quer manter a sigla na chapa do governador Paulo Câmara (PSB).

Oposição

Na visão de Jucá, o partido deve sair do governo estadual – oposicionista a Temer – e se tornar oposição a Paulo Câmara. “Não vamos marchar com o atual governador, pois ele é do PSB e o partido vive agredindo o MDB”, afirmou o senador.

Jucá revelou ainda que o deputado Jarbas Vasconcelos sabia desde o começo que FBC seria o candidato ao governo do estado, lhe estando assegurada a candidatura ao Senado, mas Jarbas recuou após pressão de Henry. O presidente nacional do MDB não descartou a volta de Fernando ao comando do partido em Pernambuco, com Jarbas sendo candidato a senador pela sigla: “tudo é possível”.

Raul Henry critica Jucá sobre brigas no MDB em Pernambuco

Henry e Jarbas têm decisão favorável, mas MDB Nacional vai recorrer (Foto: Felipe Ribeiro/JC Imagem)

O vice-governador de Pernambuco, Raul Henry voltou a ter o comando do Diretório Estadual do MDB. A decisão favorável a Henry foi tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, na última semana.

Na terça-feira (20) o senador Fernando Bezerra Coelho assumiu o comando da legenda, mas a disputa política interna continua. Em entrevista à Rádio Jornal do Recife, Henry criticou Romero Jucá, presidente nacional do MDB.

“Jucá esculhambou a Justiça de Pernambuco, disse que era uma Justiça de amigos. Quero ver agora o que eles vão dizer do ministro Lewandowski”, disparou Henry.

Questionado sobre o futuro de Fernando Bezerra, Henry foi curto e grosso: “O que ele vai fazer da filiação e da vida dele é problema dele”.

A disputa interna pelo poder do MDB em Pernambuco teve início com a filiação do senador Fernando Bezerra Coelho, ex-PSB. O Diretório Nacional já afirmou que entrará com um recurso contra a decisão de Lewandowski.

Atual Ministro da Educação, Mendonça Filho deixará cargo para disputar eleições de outubro

Mendonça Filho também opinou sobre disputa interna no MDB de Pernambuco (Foto: Arquivo)

O ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM) não descartou disputar as eleições de 2018. À frente do MEC, Mendonça afirmou que deixará a pasta no dia 5 de abril, porém ainda não decidiu para qual cargo focará sua campanha.

Em entrevista ao programa Super Manhã, na Rádio Jornal Petrolina, Mendonça também opinou sobre a disputa interna pelo comando do MDB em Pernambuco.

“É uma discussão que está exclusivamente dentro do próprio MDB, tenho naturalmente respeito a liderança de Fernando Bezerra e ele está lidando com esses embates hoje no Judiciário e espero que em pouco tempo tenha uma solução clara em relação a e esse quadro que envolve a disputa do MDB local”, disse o ministro.

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Executiva Nacional do MDB vai recorrer de decisão que favorece Raul Henry

(Foto: Reprodução/Facebok)

A executiva nacional do MDB anunciou no sábado (24) que irá recorrer da decisão tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que favoreceu o vice-governador de Pernambuco, Raul Henry.

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A presidência da legenda no Estado havia sido retirada de Henry pelo comando nacional e entregue ao senador Fernando Bezerra Coelho, na última terça-feira (20). Com a liminar cedida pelo STF, nenhum processo de intervenção poderá ser instaurado até que o mérito do pedido do vice-governador seja analisado.

Em nota, o MDB disse que respeita a decisão de Lewandowski, mas afirmou que irá recorrer da decisão aos 11 ministros do STF. Na última terça-feira (20), o Tribunal Superior Eleitoral deu permissão à executiva nacional do MDB para interferir no diretório local.

Para deputado estadual Rodrigo Novaes, MDB perde base política com disputas internas

(Foto: Blog Waldiney Passos)

Na visão do deputado estadual Rodrigo Novaes (PSD) o imbróglio no MDB de Pernambuco vai enfraquecer o partido. Na última terça-feira (20) o senador Fernando Bezerra Coelho venceu a queda de braço e assumiu o comando da legenda, deixando o deputado federal Jarbas Vasconcellos em segundo plano.

Durante entrevista ao programa Super Manhã, Novaes que é líder do governo Paulo Câmara na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) afirmou que o MDB perde sua base política.

“Saiu o vice-governador do estado, saiu o deputado federal e entra o senador que tem uma força naturalmente e a gente respeita, mas o partido perde a base que foi construída na história”, afirmou Rodrigo Novaes.

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“Mesmo com Fernando Bezerra na presidência estadual eu continuarei no MDB, mas votando no grupo de Júlio Lossio”, garante vereador Paulo Valgueiro

Vereador Paulo Valgueiro, MDB. (Foto: Blog Waldiney Passos)

O vereador Paulo Valgueiro, presidente municipal do MDB em Petrolina (PE) e opositor ao grupo de Fernando Bezerra Coelho afirmou nesta quinta-feira (22), durante sessão na Câmara Municipal, que vai continuar no partido. “Continuarei presidente do partido em Petrolina até me expulsarem. Continuo no MDB e votando no grupo do ex-prefeito Júlio Lossio”, garantiu Valgueiro.

O vereador disse também que o senador Fernando Bezerra Coelho assumiu de direito, mas de fato ele jamais vai assumir e garantiu que a briga pela presidência da legenda em Pernambuco ainda não terminou. “Da forma como ele entrou nunca será de direito. O nosso presidente Raul Henry é presidente eleito e não presidente biônico indicado por pessoas indiciadas na Lava Jato”, alfinetou Paulo Valgueiro.

O senador Fernando Bezerra Coelho assumiu a presidência do MDB no estado nesta quarta-feira (21), durante uma reunião da executiva nacional em Brasília, depois de travar uma disputa na justiça com a executiva estadual.

Na segunda-feira (19), o Tribunal Superior Eleitoral derrubou liminar até então concedida pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco ao Diretório Regional do MDB.

O TSE entendeu que a questão da dissolução em curso cabia à Executiva Nacional do partido (o que se define juridicamente como assunto “interna corporis”) permitindo, portanto, a realização da reunião de hoje e a continuidade do processo.

Fernando Filho segue passos do pai e se filia ao MDB

O ministro de Minas e Energia, Fernando Filho se filiou na tarde dessa quarta-feira (21) ao MDB. A filiação ocorreu em Brasília, um dia após o senador Fernando Bezerra Coelho assumir a presidência da sigla em Pernambuco.

Há cinco meses o deputado-federal licenciado se desligou do PSB e estava sem partido. Fernando Filho deve deixar o Ministério de Minas e Energia no próximo dia 5, para concorrer à reeleição em outubro.

No ato de filiação, o deputado comentou sobre a disputa interna no partido. “Não estamos para que ninguém possa sair, a gente não quer tirar ninguém do partido”, disse.

A filiação foi acompanhada pelo agora presidente estadual do MDB, Fernando Coelho, pelo presidente nacional da sigla, Romero Jucá e lideranças do partido.

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