Presidente do Senado divulga nomes dos integrantes da CPI da Covid-19

Rodrigo Pacheco, presidente do Senado.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), designou oficialmente os integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19, que vai investigar a conduta do governo federal na pandemia e o repasse de verbas para Estados e municípios.

Na prática, o ato formal libera Pacheco para convocar a reunião de instalação da CPI, ainda sem data para ocorrer. Mais cedo, o líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou que a instalação poderá ser marcada para a próxima quinta-feira (22). Veja os escolhidos.

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Ao lado do presidente do Senado, chefe da Caixa anuncia Superintendência Regional em Petrolina

Solenidade contou com participação de Davi Alcolumbre na manhã de hoje (Foto: Blog Waldiney Passos)

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães anunciou na manhã dessa quinta-feira (20), em Petrolina a nova Superintendência do banco na cidade. A solenidade realizada na Fundação Nilo Coelho – que na segunda recebeu o ministro da Educação – também contou com a presença do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM).

Alcolumbre desembarcou em Petrolina na tarde de ontem (19), para conhecer o São João, numa comitiva formada pelo senador e líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (DEM), o senador Marcos Rogério (RO) e o deputado federal Fernando Filho (DEM).

Superintendência em Petrolina será polo no Sertão

Anfitrião, o prefeito Miguel Coelho saudou a presença do “amigo e presidente do Senado”, bem como de Pedro, que em sua terceira visita “faz um anúncio que há muito tempo Petrolina aguardava”. “Petrolina tem que ter o seu polo, sua referência, não apenas para atender os interesses da Prefeitura que são muitos. A distância e a burocracia muitas vezes gera empecilho”, comemorou o gestor.

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Presidentes da Caixa Econômica Federal e do Senado cumprem agenda em Petrolina

(Foto: Jonas Santos)

Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, desembarcam em Petrolina nesta quarta-feira (19) para uma agenda de dois dias. O principal compromisso será o anúncio da abertura de uma nova Superintendência da Caixa no município.

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Cármen Lúcia marca para 3 de novembro julgamento que pode ameaçar cargo de Renan

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No dia 3 de novembro o STF analisará uma ação apresentada pelo partido Rede Sustentabilidade  (Foto: internet)

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, marcou para a quinta-feira, 3 de novembro, o julgamento de uma ação que pode ameaçar o cargo do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Os dois entraram em rota de colisão após as declarações de Renan contra uma operação de busca e apreensão na sede da Polícia Legislativa no Congresso Nacional na sexta-feira.
O presidente do Senado chamou de “juizeco” o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília, que autorizou, na sexta-feira passada, a prisão de quatro policiais legislativos. Na terça-feira, Cármen rebateu as críticas de Renan e disse que “onde um juiz for destratado, eu também sou”.
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Renan Calheiros tem sigilo fiscal e telefônico quebrado

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Poupado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de ver seu nome na lista de buscas e apreensões da Operação Catilinárias, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) teve seus sigilos fiscal e telefônico quebrados a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). A ação cautelar, que corre em segredo de Justiça, determina a abertura dos dados do senador entre 2010 e 2014. A informação foi divulgada pela revista Época.

Os pedidos de afastamento de sigilo teriam como base a suspeita de que Transpetro firmou contrato superfaturado, no valor de R$ 240 milhões, para a construção de 20 comboios de barcaças em agosto de 2010 para abastecer o diretório do PMDB de Alagoas, presidido por Renan. Na ocasião, a empresa, uma subsidiária da Petrobras, era comandada por Sérgio Machado, apadrinhado do presidente do Senado e alvo da operação de busca e apreensão da última terça-feira (15).

Conforme dados de prestação de contas no Tribunal Superior Eleitoral, ao menos duas empresas que faziam parte do consórcio sob suspeita fizeram doações de R$ 400 mil ao diretório do PMDB de Alagoas que, por sua vez, abasteceu a campanha de Renan ao Senado em 2010. Na ocasião, Renan arrecadou R$ 5,4 milhões.

O advogado Eugênio Pacelli, que defende o presidente do Senado nas investigações da Lava Jato, disse que não foi oficialmente informado sobre a decisão da quebra de sigilo e que ela causa “indignação”. “Gostaria de registrar a perplexidade da defesa”, afirmou. O advogado, que está de férias em Pipa (RN), disse que estava sendo comunicado da decisão pela imprensa. “Como vocês estão noticiando, desconfio que essa informação seja verdadeira. E se for causa indignação”, afirmou.