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Estudantes e professores de Universidades de Petrolina e Juazeiro realizam Ato em Defesa da Educação

Um grupo de professores e estudantes de universidades públicas de Petrolina e Juazeiro se reuniram durante toda a manhã desta sexta-feira (29) na praça do Bambuzinho, no centro de Petrolina, em um ato em defesa da educação. O evento reuniu discentes e docentes da Univasf, Uneb, UPE Campus Petrolina e IF-Sertão Petrolina.

Fazendo uso de uma caixa de som, os manifestantes discursaram em protesto contra os cortes que os governos federal e estaduais vem fazendo nos orçamentos das Universidades. De acordo com a estudante Ludmila Barbosa, uma das organizadoras, somente a Univasf sofreu um corte de 37% em seu orçamento.

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MEC diz que liberou todo o recurso de custeio para universidades federais

100% do custeio para a rede federal de ensino foi garantida pelo segundo ano consecutivo. (Foto: Internet)

O Ministério da Educação anunciou nesta quarta-feira (29) a liberação de R$ 1,023 bilhão para universidades, institutos federais de todo o país e instituições vinculadas à pasta. Segundo o MEC, esse é o segundo ano consecutivo que a pasta garante 100% do custeio para a rede federal de ensino.

Do total liberado hoje, R$ 497,04 milhões são referentes a recursos financeiros discricionários, quantia que, somada ao que já foi repassado este ano, chega a R$ 7 bilhões. Os outros R$ 525,6 milhões liberados referem-se ao limite de empenho para custeio das instituições federais de ensino.

A maior parte do orçamento de custeio liberado (R$ 366,7 milhões), será repassada às universidades federais, cujo total de recursos chegará a R$ 5,1 bilhões liberados neste ano. Já a rede federal de educação profissional, científica e tecnológica receberá R$ 158,9 milhões, chegando a R$ 2,21 bilhões de orçamento para custeio.

Durante este ano, a falta de recursos para custeio e o contingenciamento feito pelo governo fez com que diversas universidades federais relatassem dificuldades financeiras.

Apenas 1,5% das instituições de ensino superior têm nota 5 em avaliação do MEC

(Foto: Ilustrativa)

Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apenas 1,9% dos 4.196 cursos do país obtiveram nota máxima no Conceito Preliminar de Curso (CPC) e o Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC). A pesquisa foi divulgada sexta-feira (24).

Ambas avaliações são referentes a 2016 e servem de instrumentos de informação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), responsável por promover melhoria no mérito de faculdades, centros universitários e universidades do país.

Entram na estatística as graduações em agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmáca, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição odontologia, serviço social e zootecnia. O índice revela que apenas 1,9 % dos cursos avaliados atingiram nota 5.

Para a avaliação, são levados em conta notas do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade); o Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD); as características do corpo docente e a infraestrutura.

As instituições privadas, de forma geral, estão em maior número de cursos e estudantes contabilizados (1.027 e 49.549) e em relação às instituições públicas (3.169 e 166.495). Enquanto a primeira tem 54,2% das observações com nota 3, aquelas financiadas pelo estado obtiveram nota superior, com, também 54,2% com nota 4.

Governo Federal autoriza 1,9 mil vagas de trabalho em universidades; PE tem oportunidades

A efetivação da ampliação de vagas previstas para o ano de 2018 dependerá ainda de confirmação orçamentária. (Foto: Arquivo)

Os ministérios da Educação (MEC) e do Planejamento autorizaram nesta quinta-feira (19) a criação de 1,9 mil vagas, a serem incluídas em 2017 e 2018, para bancos de professor e para o quadro técnico-administrativo das universidades federais. Há vagas para Pernambuco. A Portaria Interministerial 316, de 9/10/2017, foi publicada no Diário Oficial da União.

Segundo o MEC, em Pernambuco haverá vagas paras as Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf).

A Universidade Federal de Pernambuco terá, este ano, seis novas vagas para professor de nível superior na instituição e mais três para as unidades de ensino básico, técnico e tecnológico ligadas à UFPE. Já a Universidade Federal Rural de Pernambuco terá, para 2018, mais 43 vagas para professor. 

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Nota do Enem é aceita para ingresso em 27 universidades de Portugal

(Foto: Internet)

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) fechou recentemente um convênio com o Instituto Politécnico da Maia (Ipmai), de Portugal, para que estudantes brasileiros possam usar as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério de ingresso na instituição. Com isso, já são 27 as instituições de ensino superior portuguesas que aceitam o Enem.

As instituições portuguesas que usam o exame podem definir qual será a nota de corte para o acesso dos estudantes brasileiros aos cursos ofertados. A revalidação de diplomas e o exercício profissional no Brasil dos estudantes que cursarem o ensino superior em Portugal estão sujeitos à legislação brasileira aplicável à matéria.

O primeiro convênio interinstitucional foi firmado em 2014, com a Universidade de Coimbra. Os convênios não envolvem transferência de recursos e não preveem financiamento estudantil por parte do governo brasileiro.

O Inep já tem 27 convênios com as seguintes instituições portuguesas

Universidade de Coimbra

Universidade de Algarve

Instituto Politécnico de Leiria

Instituto Politécnico de Beja

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Inep: Pernambuco abriga as piores instituições de ensino superior do país

(Foto: Ilustrativa)

Dados divulgados pelo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), na última semana, revelaram que 25 instituições particulares de ensino superior obtiveram notas 2 e 1 na avaliação de desempenho.

Entre as instituições que não alcançaram a média desejada estão a Escola Superior de Marketing, a Faculdade de Tecnologia e Ciência de Pernambuco e a Faculdade Santa Maria. Todas obtiveram conceito 2 (regular), com exceção da Faculdade de Ciências Agrárias de Araripina (Faciagra) que obteve conceito 1.

A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), obtive conceito 4, considerado bom pelo MEC. A Universidade de Pernambuco (UPE) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) alcançaram conceito 3, alcançando na média. As conclusões são relativas a dados coletados no ano de 2015, que foram originalmente divulgados em março deste ano.

Com informações do JC Online

Universidades baianas fazem paralisação de 24 horas

Os profissionais, juntos com estudantes, darão um ?abraço simbólico? no campus da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) de Salvador

Em defesa dos direitos trabalhistas e da educação superior pública de qualidade, professores e servidores das quatro universidades estaduais baianas realizam paralisação de 24 horas nesta terça-feira (30).

Os profissionais, juntos com estudantes, darão um “abraço simbólico” no campus da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) de Salvador, a partir das 8h30.

Composta por 24 campi distribuídos em todo o estado, a Uneb resolveu aderir à paralisação depois de uma assembleia geral dos professores realizada no último dia 15. Segundo os docentes, o governo estadual não tem demonstrado disposição para negociação. De acordo com a diretoria da Associação dos Docentes da Uneb (Aduneb) existem 489 processos travados na Secretaria de Administração (Saeb) relacionados a direitos trabalhistas, como 234 progressões, 150 promoções e 105 alterações de regime de trabalho.

O sindicato ainda cita o acúmulo da inflação dos últimos dois anos. Em 2017, a reivindicação é de 30,5%, considerando a soma das perdas salariais geradas pela inflação de 2015 e 2016, além da recomposição salarial.

Bahia: universidades estaduais paralisam atividades nesta terça-feira

Nesta terça-feira (18), as universidades estaduais – Uneb, Uefs e Uesc – vão paralisar as atividades. De acordo com a Associação dos Docentes da Universidade do Estado da Bahia (Aduneb), a pauta de reivindicação inclui melhoria salarial para docentes e funcionários, além da garantia dos direitos trabalhistas.

O movimento reivindica um aumento salarial de 30,5% e o repasse de 7% da Receita Líquida de Impostos para as universidades estaduais. O percentual, que atualmente chega a cerca de 5%, é um pleito antigo que se arrasta desde 2012, segundo a Aduneb.

Após acordo, ocupações de estudantes em Pernambuco não serão criminalizadas

(Foto: Ilustração)

(Foto: Ilustração)

Um acordo realizado em reunião com o Ministério Público Federal de Pernambuco (MPF-PE), nesta segunda-feira (28), estabeleceu que as ocupações realizadas por estudantes em instituições de ensino do Estado de Pernambuco não serão tratadas como crime. O documento determina que as ocupações sejam tratadas como evento político-constitucional.

A reunião contou com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), a Defensoria Pública da União (DPU), o Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e diretores gerais do campi do IFPE na Região Metropolitana e no interior do Estado.

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Professores de 27 universidades federais aprovam greve a partir de quinta-feira

(Foto: Internet)

(Foto: Internet)

Segundo a Associação Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), principal sindicato da categoria, professores de ao menos 27 universidades federais de Estados como Pernambuco, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, aprovaram greve por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira (24).

A mobilização critica a PEC do Teto de Gastos e a Medida Provisória que reforma o ensino médio, que foi proposta pelo governo Michel Temer (PMDB).

“A conjuntura política está cada vez mais acirrada, a PEC foi aprovada na câmara sem discussão nenhuma com a sociedade. Por isso, sentimos a necessidade de ampliar a mobilização contra essas medidas”, disse Eblin Farage, presidente da Andes.

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Governo deve cortar até 45% das verbas para as universidades federais

Instituição diz que "reforça o coro das instituições que lutam pela restauração e fortalecimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação/Foto:arquivo

O MEC não detalha as cifras específicas de custeio e investimento/Foto:arquivo

O governo federal prevê cortar até 45% dos recursos previstos para investimentos nas universidades federais em 2017, na comparação com o orçamento deste ano. Já o montante estimado para custeio deve ter queda de cerca de 18%. Segundo cálculos de gestores, serão cerca de R$ 350 milhões a menos em investimentos para as 63 federais – na comparação com os R$ 900 milhões previstos para o setor neste ano. As instituições já vivem grave crise financeira, com redução de programas, contratos e até dificuldades para pagar contas.

A previsão de recursos para 2017 foi publicada nesta semana no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle, portal do Ministério da Educação (MEC) que trata do orçamento. Os valores – que ainda podem passar por revisão – devem ser incorporados ao Projeto de Lei Orçamentária Anual, que o Executivo enviará ao Congresso Nacional até o fim de agosto.

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Professores das universidade estaduais da Bahia protestam e paralisam atividades por 24h

A paralisação nas universidades ocorrem em protesto ao “reajuste zero” do servidor público no estado e à redução no orçamento da universidades. Foto: internet

Na Bahia nesta terça-feira(24), os professores das universidades estaduais (Uneb), de Santa Cruz (Uesc) e do Sudoeste Baiano (Uesb),  insatisfeitos com a falta de reajuste nos salários e  e à redução no orçamento da universidades, resolveram paralisar suas atividades por 24h.

Em várias cidades do Estado foram feitas bloqueando pistas e usando faixas com dizeres: “Contra os ataques do governo Ruim Corta”, ironizam os manifestantes.

Segundo dados foram cortados R$ 73 milhões  do custeio e investimento das universidades estaduais desde de 2012.

Em Juazeiro, Norte da Bahia, a Uneb informou a nossa redação que houve paralisação apenas de alguns professores, a maioria compareceu ao campus e deu aula normalmente.

A única universidade que não aderiu ao protesto foi a Universidade Estadual de Feira de Santana.