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Apesar da boa avaliação da atual gestão, Dr. Pérsio acredita que eleição de 2020 está aberta

Ex-vereador afirma que extinção do Ministério do Trabalho não afeta trabalhador (Foto: Blog Waldiney Passos)

Durante uma participação no programa Super Manhã com Waldiney Passos o ex-vereador de Petrolina, Dr. Pérsio analisou o cenário político na cidade. Na opinião de Pérsio, a reeleição de Miguel Coelho depende de vários fatores, apesar da boa avaliação do atual prefeito.

“A eleição municipal é diferente da eleição estadual e federal. Tem uma lógica, mas a matemática, na hora ela pode mudar alguns índices. Por exemplo, o atual prefeito teve respaldo nas ruas pra família que veio com deputado federal e estadual”, disse o ex-vereador.

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Segundo Pérsio, apesar de conseguir emplacar seus dois irmãos nas eleições de outubro, a aceitação de Miguel acaba sendo inferior à sua rejeição. “19,8% para o federal e 20,1% para estadual, ou seja, dos 100% dos votos válidos, apenas 20% reconheceram que o grupo que está no poder atualmente merecia o voto e 80% votou contra o que demonstra que o atual governo está fragilizado, ele vai ter que se recompor se quiser ganhar as eleições daqui a dois anos”, analisou.

Eleições 2020

Para o ex-vereador, se houver segundo turno as eleições terão um cenário diferente, já que há vários outros grupos políticos na disputa. “Eu acredito que Odacy [Amorim], Lucas Ramos e Gonzaga Patriota estão no mesmo time, porque Odacy deverá sair do PT, ele saiu fortalecido com a eleição da esposa e provavelmente deve ter um alinhamento com o governador até porque está sem mandato e o partido dele apoiou o governador”, disse Pérsio.

Mas apesar da força dos socialistas e petistas, o ex-vereador acredita que o “peso da balança” no pleito municipal deverá ser o ex-prefeito Julio Lóssio, apesar do fraco desempenho em outubro como candidato a governador de Pernambuco.

“Ele poderá sair candidato ou não,  ele saindo candidato é um candidato forte, ele saiu fragilizado dessas eleições, é bem verdade. Ele saiu enfraquecido porque não elegeu a esposa dele. Hoje ele está sozinho, mas é um político nato, ele tem a história dele e eu acredito que vai pesar muito”, avaliou.

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