Após assembleia PMs e bombeiros decidem trabalhar em operação padrão até a sexta-feira

(Foto: Diego Nigro/JC Imagem)

Um dos pontos alegado nas reivindicações é o requisito do nível superior para ingresso na carreira de praças. (Foto: Diego Nigro/JC Imagem)

Os Policiais Militares e bombeiros decidiram pressionar o governo por não receber as respostas aguardadas após entrega de pauta com reivindicações no Palácio do Campo das Princesas. A categoria afirmou que vai trabalhar em operação padrão até a sexta-feira (9), que foi o prazo estabelecido para aguardar uma resposta do governo em acordo com as reivindicações.

Segundo os trabalhadores da categoria, os PMs e bombeiros não irão exercer suas funções nas condições atuais, sem os equipamentos de segurança e apenas dentro dos limites da lei, o que não estaria acontecendo. As reivindicações giram entorno de reajuste salarial, Plano de Cargos e Carreiras e mudanças no pagamento e contratação da categoria.

O reajuste sugerido pela categoria varia de acordo com os cargos. No caso dos soldados, que hoje recebem R$ 2. 319, 89 a proposta é de R$ 4. 497,84, valor aproximado ao piso da categoria em Sergipe. Os coronéis, que hoje recebem R$ 13.160,95, passariam a ter um salário de R$ 22. 498,82.

Além disso a pauta traz a mudança na forma de pagamento do salário. A categoria pede que isso aconteça em forma de subsídio, e não mais de soldo, incorporando as gratificações. Segundo eles, dessa maneira, o recebimento de tais gratificações, que hoje podem ser cortadas sem maiores justificativas pelo estado, fica garantido. Outro ponto alegado nas reivindicações é o requisito do nível superior para ingresso na carreira de praças.

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