Oficina do Artesão de Petrolina é inaugurada após obras de requalificação

Um dos mais relevantes espaços culturais do Sertão está repaginado. A Oficina do Artesão Mestre Quincas foi reinaugurado pelo prefeito Miguel Coelho, nesta sexta (7), após receber obras de requalificação, que deixaram o tradicional centro de artesanato mais moderno e confortável.

Para requalificar a Oficina do Artesão, a Prefeitura de Petrolina investiu R$ 941 mil. O equipamento cultural foi redesenhado para garantir mais espaço tanto para os artistas quanto para os visitantes. Foram criados cinco ateliês temáticos (madeira, pedra, barro, esculturas e tecidos).

Outra novidade foi a construção de uma sala multiuso para cursos, capacitações e fomento a novos artistas. O projeto ainda reestruturou o acesso, calçadas e estacionamento da Oficina e promoveu a decoração com cores e desenhos em referência a elementos da cultura do Vale do São Francisco.

Essa foi a primeira grande requalificação realizada no centro de artesanato criado em 1989. Para o prefeito Miguel Coelho, a intervenção no espaço cultural demonstra o compromisso da gestão municipal com a tradição e o fomento à arte do povo sertanejo. “A requalificação da Oficina do Artesão é uma das mais importantes intervenções que tivemos em Petrolina.

Esta não foi apenas uma obra de pedra e cal, é a oportunidade do talento do nosso povo florescer. Daqui saem belas produções que levam o nome de Petrolina para todos os cantos do Brasil e do mundo, apresentando um pouco do que nossa cidade tem de criativo e belo”, ressaltou o prefeito.

A Oficina do Artesão leva o nome de Mestre Quincas, apontado como o pioneiro do artesanato de Petrolina. Além de patrimônio cultural do Sertão, hoje com 20 produtores ativos, o local é um marcante ponto de visitação de turistas de todo o Brasil.

Manaus é a metáfora do saneamento privatizado; por Roberto Malvezzi (Gogó)

Roberto Malvezzi (Gogó).(Foto: CPT/arquivo)

O Filósofo e Sociólogo Roberto Malvezzi, mais conhecido como Gogó, divulgou um novo artigo de sua autoria. Dessa vez sobre a privatização do saneamento básico.

Roberto Malvezzi (“Gogó”), nasceu em 1953, no município de Potirendaba, São Paulo. É graduado em Estudos Sociais e em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena, em São Paulo. Também é graduado em Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo.

Casado, teve com sua esposa dois filhos e duas filhas, todos baianos. Atualmente, reside em Juazeiro (BA) e atua na equipe da Comissão Pastoral dos Pescadores (CPP) e Comissão Pastoral da Terra (CPT) do São Francisco.

Segue o artigo:

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Eco-nomia e Eco-logia; por Roberto Malvezzi (Gogó)

Roberto Malvezzi (Gogó).(Foto: CPT/arquivo)

O Filósofo e Sociólogo Roberto Malvezzi, mais conhecido como Gogó, divulgou um novo artigo de sua autoria. Dessa vez ele faz um paralelo entre economia e ecologia.

Roberto Malvezzi (“Gogó”), nasceu em 1953, no município de Potirendaba, São Paulo. É graduado em Estudos Sociais e em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena, em São Paulo. Também é graduado em Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo.

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A LIBERDADE DE EXPRESSÃO… o novo artigo do professor Moisés Almeida

(Foto: arquivo)

Por Moisés Almeida, professor da UPE/Petrolina, Facape e Doutorando em História do Brasil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Há algum tempo escrevi um texto sobre os limites da liberdade de expressão, citando, inclusive, artigos do Código Penal brasileiro que prevê penalidades para o abuso de expressões e também de ações não coniventes com a convivência harmônica na sociedade. Intitulei o texto de “Canalhas, Canalhas, Canalhas”, devido a expressão está sendo muito utilizada para xingar políticos, personalidades e magistrados em diversas instâncias.

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Em busca da “sustentabilidade total”: Francisco propõe mais sete anos de Laudato Si’. Por Roberto Malvezzi (Gogó)

Roberto Malvezzi (Gogó).(Foto: CPT/arquivo)

O Filósofo e Sociólogo Roberto Malvezzi, mais conhecido como Gogó, divulgou um novo artigo de sua autoria. Dessa vez ele aborda um documento do Papa Francisco para as questões socioambientais.

Roberto Malvezzi (“Gogó”), nasceu em 1953, no município de Potirendaba, São Paulo. É graduado em Estudos Sociais e em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena, em São Paulo. Também é graduado em Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo.

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Todos perdem com a Pandemia? Artigo do professor Moisés Almeida

(Foto: Arquivo)

Por Moisés Almeida – Professor da UPE/Petrolina, Facape e Doutorando em História do Brasil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

TODOS PERDEM COM A PANDEMIA?

Tenho escutado frequentemente essa frase: “Todos estão perdendo com a pandemia”. Essa narrativa tem sido rotineira, numa tentativa de nivelar toda a sociedade. O discurso de que ricos e pobres estão na mesma situação se propaga e consegue adeptos em todo o planeta.

Na crise, seja ela em função de uma doença, de catástrofes ecológicas e até mesmo em situação de guerra, existem três tipos de categorias sociais: as que ganham, as que nem ganham e nem perdem e as que perdem. Então, não há como nivelar no mesmo patamar a sociedade, até porque a desigualdade existe e ela vem sendo cada vez mais escancarada com as sucessivas crises econômicas.

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Primeiro de maio, dia de luta de todos (as) trabalhadores (as)

(Foto: arquivo pessoal)

Por Moisés Almeida – Professor da UPE/Petrolina e Doutorando em História do Brasil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Infelizmente o servidor público vem ao longo dos últimos anos sendo atacado. Os direitos conquistados com muita luta estão sendo questionados e até mesmo retirados, como se fossem regalias. A narrativa tão bem construída tenta criar um conflito entre a classe trabalhadora, parametrizando as atividades no mundo do trabalho entre o setor privado e setor público. É isso que se escuta por aí: “O trabalhador do setor privado trabalha e o trabalhador do setor público enrola”. Ouvimos todos os dias que “se você não quer trabalhar, passe num concurso público”. Esse tipo de narrativa tem colaborado para que os direitos conquistados sejam cada vez mais atacados.

Vejamos a situação dos docentes da educação básica que são acusados de “doutrinar” seus alunos através do projeto “escola sem partido”. Essa estratégia da classe dominante representa também um ataque ao trabalhador(a) da educação. Os docentes do ensino superior estão sendo chamados de “esquerdopatas” e as ciências humanas sendo tratadas como lixo na sociedade. Cada vez mais vem diminuindo o mercado de trabalho para profissionais em educação, como por exemplo, da Geografia, da História, da Sociologia e da Filosofia. Universidades públicas sendo acusadas de espaço para tráfico de drogas, prostituições etc.

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Secretária de Saúde de Petrolina celebra cura de paciente com covid-19

Secretária de Saúde de Petrolina celebra cura de paciente (Foto: Blog Waldiney Passos)

Diariamente a imprensa mundial tem veiculado notícias sobre o número de mortes causadas pelo novo coronavírus. Mas a cada vida salva renasce a esperança. E a secretária de Saúde de Petrolina, Magnilde Albuquerque escreveu um artigo para celebrar a recuperação de uma paciente internada no Hospital Universitário (HU).

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Ela é a mesma que aparece em um vídeo dançando com um médico, imagem que viralizou em todo país. Segundo Magnilde, essa situação é sem precedentes na saúde mundial e por isso os profissionais merecem todos os agradecimentos.

“Em nome de todos que fazem a Secretaria de saúde, quero expressar nossa felicidade em termos a nossa primeira cura hospitalar/UTI, hoje (22/04/2020). Podemos dizer que temos nossa primeira CONVIDA-20”, celebrou a secretária.

Leia a seguir a íntegra do texto:

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De Mussolini a Bolsonaro: trabalhando com os porões da alma humana. Artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

De Mussolini a Bolsonaro: trabalhando com os porões da alma humana.

Roberto Malvezzi (Gogó)*

– Io non ho creato il fascismo, l’ho tratto dall’inconscio degli italiani. Se non fosse stato così, non mi avrebbero seguito per venti anni (Mussolini) –

Em livre tradução pessoal: “não criei o fascismo, tirei-o do inconsciente dos italianos. Se não fosse assim, eles não teriam me seguido por vinte anos”.

Há um belo filme italiano – Estou de Volta – que diz respeito à ressurreição de Mussolini na Itália nos dias atuais. É uma metáfora do retorno do fascismo – e seus fascínios – nos dias de hoje na Itália carregada de negros, egípcios, latinos, do povo de saco cheio de tantos partidos, da classe política, da saudades de um comandante autoritário, enfim, de Benito Mussolini. Feito em tom de comédia e farsa, vai fundo na alma italiana saudosista de um ditador.

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Em artigo, Maurício Dias Cordeiro questiona onde está Juazeiro e fala sobre perca de identidade da cidade

O compositor Maurício Dias Cordeiro enviou ao nosso blog um artigo de interessante leitura. No texto, o artista de Juazeiro questiona a perca de identidade da cidade baiana que tanto contribuiu – e contribui – com a cultura brasileira.

Maurício fala sobre a saída de João Gilberto do município e faz uma crítica àqueles que desclassificam seus trabalhos sobre Juazeiro, o Rio São Francisco, João Gilberto e a “bossa nova”.

Confira o artigo completo

Estorvo!!

Hoje, 23 de agosto, estreia nacionalmente o filme do diretor Franco-suíço Georges Gachot, baseado no livro “Onde está você João Gilberto?” do jornalista alemão Marc Fischer.

João nasceu em Juazeiro, 1931, 87 anos. Continua recluso, avesso. Saiu de Juazeiro para revolucionar a música brasileira, influenciar o “jazz” americano e, ao lado de Tom Jobim, continua sendo o músico brasileiro mais respeitado no mundo até hoje.

A Juazeiro mágica dos tempos de João não existe mais? Ele saiu de vez aos 18 anos.

Com seus mais de 230 mil habitantes, Juazeiro hoje, pouco se interessa por seus valores históricos/humanos/culturais? Os poucos da resistência vivem, às vezes, ridicularizados no contexto da inversão de valores existenciais.

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O roubo da Flor da Cohab Massangano; por Eduardo Zanazi

O leitor Eduardo Zanani, Técnico de Suporte Ti, morador do Bairro Cohab Massangano, em Petrolina (PE), escreveu um artigo ao Blog Waldiney Passos, através do qual mostra sua indignação pelo roubo de uma planta, que ostentava uma bela flor no jardim da sua residência.

Para o leitor, roubar uma flor pode até ser romântico, mas arrancar uma planta com todas as suas raízes chega a ser ridículo.

Leia a íntegra do artigo

“Saindo hoje de casa, na Cohab Massangano, Rua 81 tive uma triste surpresa. Ao abrir o portão e sair de casa, senti um vazio, senti a falta de cor, de vida, de energia.

Olhei a minha volta, me deparei com um buraco no jardim de casa.

Jardim esse, que fica do lado de fora da nossa casa. O que havia acontecido lá?

Até onde vai a capacidade de contemplação do ser humano??? Ahhh… Realmente, isso não existe!!!

O que existe é a incapacidade de se deslumbrar com a natureza, que apesar de simples, é uma das mais belas criações de Deus…

Se fazem isso com uma inocente plantinha, como acreditar que podem se importar com o próximo???

Muitas pessoas, como esse pobre assaltante de plantas, fazem questão de serem: erradas, desonestas e corruptas. São pessoas invejosas, infelizes e mal amadas.

O recado que, pessoas assim nos deixam, é que tudo são provações e acrescento que não vamos deixar o mal nos destruir. Somos pessoas do bem e nossa missão é sempre continuar em frente, ajudando sem esperar que alguém nos ajude.

Vamos plantar outra flor, uma bem bonita que vai atrair muita paz e alegria pra vida daqueles que sabem contemplar a natureza. A plantinha roubada, infelizmente, não vai vingar e sabemos o porquê.

Somos guerreiros, trabalhadores, temos nossa consciência tranquila e somos felizes com o pouco que temos. E o pouco com Deus é muito. Sorria, a vida é bela.”

Atenciosamente,

Eduardo Zanazi

Técnico de Suporte Ti

Há algo errado em um país que proíbe os alimentos orgânicos e libera o veneno (Miguel Rossetto)

Miguel Rossetto. (Foto: Reprodução/ Facebook)

Por Miguel Rossetto no facebook
Há algo errado em um país que proíbe os alimentos orgânicos e libera o veneno. É exatamente o que está acontecendo ao apagar das luzes dos mandatos no Congresso Nacional. Primeiro, foi o pacote do veneno que visa facilitar ainda mais as regras para registro, fabricação, comercialização e utilização dos agrotóxicos no país e retira a competência do Ministério do Meio Ambiente e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para avaliar o seu impacto nos ecossistemas e na saúde pública. Surge a notícia, agora, que um projeto prevê a restrição da venda de produtos orgânicos em supermercados ou lojas de varejos. É um retrocesso monstruoso. O que precisamos é exatamente o oposto: ter cada vez mais alimentos saudáveis, sustentáveis ambientalmente e criar uma rede de políticas públicas para estimular sua produção e comercialização. Um triste retrato do país do golpe que mudaremos em outubro!

Miguel Rossetto, além de outras funções, ocupou o Ministério do Desenvolvimento Agrário nos Governos Lula e Dilma e é pré-candidato a Governador do RS.

Pior do que tá…pode ficar? – por Otoniel Gondim

O professor, escritor e compositor Otoniel Gondim publicou nessa semana um novo artigo de opinião. No texto, ele que é filho de caminhoneiro, comentou a greve de 10 dias e os próximos capítulos que virão no Brasil.

Confira o texto:

Pode apostar que sim, querido Leitor.

 *Saudades de vosmecê, amigo. Estás bem bem (desejo-lhe que sim) ou indo como índio e o país tropical em que moras vai? Bom estarmos juntinhos novamente. Otonce, aquele abraçaço.

Um desgoverno imposto ao povo por um maquiavélico golpe orquestrado pelos poderes esdrúxulos a serviço das elites dominantes – Direita, Evangelismo ortodoxo, Judiciário partidário e Imprensa maniqueísta – somente descambaria num final apocalíptico de direito: Perdidão na auto malevolência, sem norte e sul, encurralado nas próprias amarras da crueldade.

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As boas coisas da paralisação dos caminhoneiros; por Roberto Malvezzi (Gogó)

Roberto Malvezzi (Gogó).(Foto: CPT/arquivo)

O filósofo e sociólogo Roberto Malvezzi, mais conhecido como Gogó, divulgou um novo artigo de sua autoria. Dessa vez ele aborda a crise do combustível causada pela a greve dos caminhoneiros.

Roberto Malvezzi (“Gogó”), nasceu em 1953, no município de Potirendaba, São Paulo. É graduado em Estudos Sociais e em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena, em São Paulo. Também é graduado em Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo.

Casado, teve com sua esposa dois filhos e duas filhas, todos baianos. Atualmente, reside em Juazeiro-BA e atua na equipe da Comissão Pastoral dos Pescadores (CPP) e Comissão Pastoral da Terra (CPT) do São Francisco.

Segue o artigo:

As boas coisas da paralisação dos caminhoneiros

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Artigo: Lula nos livrou dos generais; por Roberto Malvezzi (Gogó)

Roberto Malvezzi (Gogó).(Foto: CPT/arquivo)

O julgamento do habeas corpus pedido pela defesa do ex-presidente Lula, no STF, para que o mesmo não fosse preso após os recursos esgotados em segunda instância, repercutiu em todo o mundo. O assunto também foi tema do novo artigo do filósofo e sociólogo Roberto Malvezzi, mais conhecido como Gogó, que traz como título Lula nos livrou dos generais.

Segue à íntegra do artigo.

Lula nos livrou dos generais 

Roberto Malvezzi (Gogó)

Lula nos livrou dos generais, ao menos por hora. Sua prisão sacia o rancor da classe média, o interesse dos empresários, a vingança da velha mídia (Globo, Folha, Veja, etc.), a ética hipócrita de juízes e promotores, principalmente, a honra dos generais.

Mas, o problema é que a questão não está resolvida, o golpe ainda não fechou. É preciso julgar o mérito dessa questão, isto é, se a prisão em segunda instância vai ser sempre automática ou vai depender do Supremo Tribunal Federal a última palavra, como está na Constituição. Então, o Supremo terá que decidir novamente sobre a questão.

Mais uma vez a mídia, uma parte dos juízes e promotores, a classe média e os generais vão pôr a espada no pescoço do Supremo, particularmente da ministra Rosa Weber, que tem suas convicções, mas não tem coragem de enfrentar essa turba. Parece que a questão será pautada para Setembro.

Na Quaresma, para nós cristãos, sempre volta aquela frase de Caifás: “é preciso que um só homem morra por todos” (João 11,45-46). Jesus era o bode expiatório da sede de rancor do povo e das autoridades de Israel, sobretudo, o pavor de perder ou dividir o poder. Pilatos vacila, tem até pena de condenar aquele inocente, mas, temendo o povo, o entrega para ser crucificado. Esse exemplo não serve apenas como metáfora, mas tem sua pertinência histórica, já que o bode expiatório veio antes de Jesus, tornou-se Nele “cordeiro de Deus”, mas segue pelos meandros da história.

E nosso povo? “Sangrado e ressangrado, capado e recapado” (Capistrano de Abreu) age sempre com pragmatismo. O silêncio muitas vezes é a arte da sobrevivência. A espera pelo tempo mais oportuno. As artimanhas para sobreviver, como dizia Paulo Freire. Nossos índios, negros e empobrecidos conhecem essa arte como ninguém, por isso estão vivos.

O povo sabe onde está o poder e engole a seco. Rumina.

Quanto a Lula, vai para a cadeia – vai saber por quanto tempo! -, mas, estará para sempre nos pesadelos de seus algozes e na perigosa memória do povo.

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