Russia anuncia vacinação em massa contra Covid-19 para outubro

(Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

O ministro da Saúde russo, Mikhail Murashko, anunciou neste sábado (1º) que a Russia deve iniciar vacinação em massa contra o novo coronavírus em outubro.

Murashko anunciou na última semana que profissionais da saúde serão vacinados ainda em agosto, antes dos resultados do ensaio clínico da vacina, segundo informações do Moscow Times.

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OMS identifica países na ‘direção errada’ no combate a Covid e prevê piora da pandemia

(Foto: Ilustração)

Na avaliação do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, muitos países estão da “direção errada” no combate ao novo coronavírus. Diante disso, a previsão que a OMS faz é de que a pandemia ainda pode piorar. A declaração foi feita por Tedros nesta segunda-feira (13).

“Deixe-me ser direto: muitos países estão na direção errada. O vírus permanece como inimigo público número 1, mas a ação de muitas pessoas e governos não reflete isso”, disse Tedros. “Se as medidas básicas não forem seguidas, a única direção que essa pandemia pode seguir é piorar, piorar e piorar”.

Os dados de novos casos da Covid-19 registrados no último domingo (12) foram vistos pelo diretor-geral. A entidade recebeu a notificação de 230 mil novos infectados, com destaque para o fato de que 50% do total foram apenas em dois países: Estados Unidos e Brasil.

De acordo com reportagem do Estadão, Tedros ressaltou a necessidade de uma estratégia focada na supressão da transmissão e comunicação clara com sua população por parte dos governos. Também destacou que todo cidadão não deve deixar de seguir os princípios básicos: distanciamento social, higienização constante das mãos, uso de máscara, etiqueta respiratória e permanência em casa, se estiver doente. “Não tem atalhos nessa pandemia. Todos nós queremos uma vacina, mas precisamos usar as ferramentar que temos”.

EUA iniciam retirada formal da OMS, diz Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (7), ao Congresso do país e às Organizações das Nações Unidas (ONU), o início do processo de retirada formal norte-americana da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o G1, portal de notícias das Organizações Globo, esta saída terá efeito a partir de 6 de julho de 2021.

De acordo com o Departamento de Estado americano, “o aviso de retirada dos Estados Unidos, em 6 de julho de 2021, foi submetido ao Secretário-Geral da ONU, que é o depositário da OMS”.

No dia 29 de maio, Trump já havia indicado a que os EUA iriam encerrar as relações com a OMS, e que iria realocar os investimentos na instituição para outros órgãos.

À época, ele acusou a China de estar à frente das decisões da OMS mesmo, apesar de o país asiático financiar menos que os EUA a organização.

Escolas na Itália só reabrem em setembro, anuncia governo

Giuseppe Conte e Lucia Azzolina. (Foto: Divulgação)

As escolas na Itália vão reabrir em 14 de setembro, usando medidas de distanciamento social, anunciaram na sexta-feira (26) o primeiro-ministro Giuseppe Conte e a ministra da Educação, Lucia Azzolina.

Segundo o governo, as escolas terão que escalonar a entrada dos alunos de manhã e os estudantes terão de se sentar mantendo um metro de distância entre eles. Eles também terão de comer a merenda dentro da classe, em vez de ir à lanchonete da escola.

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Pacientes recuperados da Covid-19 têm queda nos anticorpos após três meses, diz estudo

Pacientes que se recuperaram da Covid-19 tiveram uma queda brusca no nível de anticorpos entre dois e três meses após o registro da infecção. A constatação foi feita por um estudo da Universidade Médica de Chogqing, na China, publicado no periódico cinetífico Nature Medicine no dia 18 de junho, e vale tanto para pacientes sintomáticos como assintomáticos.

De acordo com a pesquisa, a ideia de “imunidade” após a recuperação da Covid-19, ainda é frágil. Portanto, medidas como o distanciamento social e o isolamento dos grupos de risco são necessários mesmo após a onda de contaminação. As informações são do jornal O Globo.

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Pesquisa inglesa feita com corticosteroide indica redução na taxa de mortalidade da covid-19

Pesquisa ainda não foi divulgada por completo, mas apresenta dados satisfatórios (Foto: CDC/Divulgação)

Enquanto a vacina para imunizar contra o novo coronavírus não fica pronta, pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, identificaram um remédio corticosteroide capaz de reduzir a mortalidade das pessoas infectadas pela covid-19.

Testes feitos com a dexametasona apresentaram resultados satisfatórios. Dois mil pacientes diagnosticados com a covid-19 foram submetidos ao tratamento com esse remédio e a taxa de mortalidade nos casos graves caiu de 40% para 28%. A comparação foi feita tendo como base 4.300 pessoas as quais receberam os cuidados comuns.

“Os resultados preliminares do estudo Recovery são muito claros – o remédio reduz o risco de morte em pacientes com complicações respiratórias graves. A Covid-19 é uma doença global – é fantástico que o primeiro tratamento que demonstradamente reduz a mortalidade esteja instantaneamente disponível em todo o mundo”, afirmou Martin Landray, professor de medicina e epidemiologia do Departamento de Saúde da População da Universidade de Oxford. (Com informações do Poder 360).

Após polêmica, OMS esclarece que assintomáticos podem transmitir covid-19

Após afirmar que a contaminação a partir de pessoas assintomáticas seria “rara”, a infectologista Maria Van Kerkhove, responsável técnica pelo time de combate à covid-19 da Organização Mundial da Saúde (OMS), esclareceu nesta terça-feira (9), em uma entrevista especial, que houve um mal-entendido sobre a fala.

“Recebi muitas mensagens pedindo esclarecimentos sobre alguns argumentos que usei ontem durante a coletiva de imprensa. Acho importante esclarecer alguns mal-entendidos sobre minha fala de ontem. O que sabemos sobre transmissão é que [das] pessoas que estão infectadas com covid-19, muitas desenvolvem sintomas. Mas muitas não. A maior parte da transmissão conhecida vem de pessoas que apresentam sintomas do vírus e passam para outras através de gotículas infectadas. Mas há um subgrupo de pessoas que não desenvolvem sintomas. E para entender verdadeiramente esse grupo, não temos uma resposta concreta ainda. Há estimativas de que o número gire entre 6 a 41% da população. Mas sabemos que pessoas que não tem sintomas podem transmitir o vírus”, reiterou.

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Donald Trump diz que se EUA seguissem exemplo do Brasil, mais de 2,5 milhões de americanos teriam morrido

(Foto: Internet)

Aliado do presidente Jair Bolsonaro e uma das referências políticas do chefe de Estado brasileiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (5), em Whashington, que o país poderia ter tido mais de 2,5 milhões de mortos por coronavírus se seguisse o exemplo brasileiro de combate à disseminação da doença.

“Se você olha para o Brasil, eles estão num momento bem difícil. E, falando nisso, continuam falando da Suécia. Voltou a assombrar a Suécia. A Suécia também está passando por dificuldades terríveis. Se tivéssemos agido assim, teríamos perdido um milhão, 1,5 milhão, talvez 2,5 milhões ou até mais”, afirmou.

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Ministério da Saúde da Rússia anuncia 1º antiviral eficaz contra covid-19

O Ministério da Saúde da Rússia anunciou nesse domingo (31) o registro do primeiro antiviral eficaz no combate ao novo coronavírus. O Afivavir apresentou, segundo os russos, grande eficácia nos ensaios clínicos. A informação foi confirmada pelo Fundo de Investimento Direto da Rússia (Frid).

“O afivavir não é apenas o primeiro medicamento antiviral registrado na Rússia para tratar o coronavírus, mas talvez o medicamento mais promissor para curar a covid-19 em todo o mundo“, disse o diretor-geral da Frid, Kiril Dmítriev.

O medicamento foi desenvolvido em “tempo recorde”. Ele é contraindicado a mulheres grávidas e pessoas em processo de planejamento familiar. Apesar da boa notícia, o antiviral não está à venda em farmácias. (Com informações do R7).

OMS suspende teste com cloroquina em pacientes com covid-19

(Foto: Reuters)

Um ensaio clínico do medicamento contra malária cloroquina em pacientes com a covid-19 foi suspenso por questões de segurança, informou nesta segunda-feira o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.

“O grupo executivo implementou uma pausa temporária do braço da hidroxicloroquina no ensaio Solidariedade, enquanto os dados de segurança são revisados pelo conselho de monitoramento de segurança dos dados. Os outros braços do ensaio continuam”, disse Tedros em entrevista online.

A decisão acontece após a revista The Lancet, uma das mais importantes publicações científicias do mundo, publicar um estudo alertando sobre os riscos da utilização do medicamento.

Estudo feito na Coreia do Sul indica que pacientes que já pegaram covid e se recuperaram não transmitem vírus

Um estudo feito na Coreia do Sul apontou que os pacientes que já testaram positivo pra o coronavírus semanas após se recuperarem da covid-19, provavelmente não são capazes de transmitir o vírus. A pesquisa foi divulgada no site Bloomberg.

Segundo os pesquisadores do Centro Coreano de Controle e Prevenção de Doenças analisaram 285 sobreviventes da Covid-19 que deram positivo para o coronavírus após estarem curados, conforme havia indicado um resultado negativo anterior.

Alguns desses pacientes testaram positivo para coronavírus novamente cerca de 82 dias após serem infectados. Contudo, quase todos tinham anticorpos contra o vírus. Com isso os cientistas concluíram que os re-positivos não espalharam nenhuma nova infecção. Ou seja, quem se contaminou e recuperou não apresenta risco de espalhar o vírus. (Com informações da Veja).

Teste em humanos de vacina contra coronavírus tem resultados positivos preliminares, diz empresa

(Foto: CDC/Unsplash)

A empresa americana de biotecnologia Moderna anunciou nesta segunda-feira (18) ter obtido resultados “positivos preliminares” na fase inicial de ensaios clínicos de sua vacina contra o novo coronavírus. Os testes foram feitos em um pequeno número de voluntários. Segundo a empresa, a vacina produziu resposta imune em oito pacientes que a receberam, afirmou a agência de notícias France Presse.

Há atualmente 118 vacinas contra o coronavírus sendo desenvolvidas, de acordo com um balanço da sexta-feira (15) da Organização Mundial de Saúde (OMS). Entre elas, 8 estão em fase clínica (entre elas, a da empresa Moderna) e 110 em fase pré-clínica (leia mais abaixo sobre o processo de produção de vacinas). No Brasil, começam nesta semana os testes de vacina em animais feitos pelo Incor.

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Brasil pode chegar a 2º país com mais casos de Covid-19 com 14 vezes menos testes que EUA

Em meio à segunda troca de ministros em menos de um mês, o Brasil deve chegar nas próximas semanas ao segundo lugar no número de casos confirmados da Covid-19. O problema é que, mesmo sendo um número alto, o país realizou quatorze vezes menos testes que o primeiro lugar, os Estados Unidos.

Com 330 milhões de habitantes, os EUA adotaram uma política intensa de testes em todo o território nacional, chegando a mais 10,7 milhões de análises concluídas até esta sexta-feira (15). A informação está disponível no site Worldometers, que faz o acompanhamento de dados da doença em todo o mundo.

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Vacina para Covid-19 nem existe ainda e já gera disputas entre países e empresas

(Foto: CDC/Unsplash)

Antes mesmo de existir, a vacina para a Covid-19 tem gerado desentendimentos entre países e empresas e também grupos contrários à obrigatoriedade de vacinas no mundo. Há estudos para o desenvolvimento de vacinas nos Estados Unidos e na China, e esses dois países têm se acusado de um tentar espionar a pesquisas.

A França e a União Europeia protestaram contra uma farmacêutica que afirmou que daria prioridade aos EUA na eventual distribuição de vacinas.

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Em teste, professor de Oxford diz que vacina contra Covid-19 pode estar pronta em junho

(Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

Centenas de pessoas na Inglaterra foram vacinadas em um teste para encontrar uma maneira de combate ao novo coronavírus. Segundo o portal Uol, a informação foi divulgada pelo professor de medicina da Universidade de Oxford, Sir John Bell, em entrevista ao programa “Today”, da Rádio 4 da BBC. O médico disse que o desafio será a produção em grade escala, caso o resultado seja positivo.

“Também queremos garantir que o resto do mundo esteja pronto para fazer esta vacina em larga escala para chegar às populações dos países em desenvolvimento, por exemplo, onde a necessidade é muito grande”, contou. A previsão é que os resultados dos testes estejam disponíveis em junho.

O teste contra a Covid-19 começou a ser feito em voluntários humanos no fim de abril, por uma equipe de pesquisadores da universidade.  Uma equipe do Imperial College também deve começar testes em humanos no próximo mês. Enquanto a vacina de Oxford tem o objetivo de estimular o sistema imunológico usando um vírus da gripe comum, o Imperial College usará gotículas de líquido para transportar o material genético necessário para a corrente sanguínea.

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