Codevasf e Compesa fazem reunião para definir operação de sistemas de abastecimento

A Compesa vai acompanhar o recebimento desses sistemas, para indicar possíveis ajustes necessários, e se colocará à disposição para recebê-los do município, respeitando o processo legalmente necessário/Foto: Assessoria

A Compesa vai acompanhar o recebimento desses sistemas, para indicar possíveis ajustes necessários, e se colocará à disposição para recebê-los do município, respeitando o processo legalmente necessário/Foto: Assessoria

O gerente regional da Compesa, João Raphael Queiroz, esteve na sede da Codevasf em Petrolina, para tratar da transferência à Compesa dos sistemas de abastecimento de água construídos pela Companhia nos municípios de Petrolina e Lagoa Grande.

Legalmente, a Codevasf, como Companhia que promove o desenvolvimento regional, não pode operar este tipo de abastecimento, função que deve ficar a cargo da prefeitura municipal. Em Pernambuco, entretanto, existe uma lei que define que as prefeituras devem passar essa gestão à Companhia estadual de saneamento, desde que esta esteja disposta a aceitá-la.

De acordo com o superintendente regional da Codevasf em Pernambuco, Expedito Pereira, durante a reunião ficou definido que até o final do mês de maio, a Companhia ligada ao Ministério da Integração irá finalizar pequenos ajustes nos sistemas de Pedrinhas e da Agrovila Massangano, em Petrolina, e irá passá-los à prefeitura municipal.

A Compesa vai acompanhar o recebimento desses sistemas, para indicar possíveis ajustes necessários, e se colocará à disposição para recebê-los do município, respeitando o processo legalmente necessário.

A expectativa da Codevasf é que, já em junho, outros dois sistemas passem pelo mesmo processo, desta vez, em Lagoa Grande, nos abastecimentos de Gado Bravo e Malhada Real, e, em agosto, os sistemas de Cristália e Nova Descoberta passem pelo mesmo processo de transferência.

Todos eles têm pequenos detalhes a serem ajustados para finalização da obra. A maioria é devido ao baixo nível do Rio São Francisco, que tem feito com que a lâmina de água onde é feita a captação esteja demasiadamente pequena. As obras de reparação farão com que os locais de captação tenham uma lâmina maior e possam atender às comunidades, mesmo com mínimas vazões históricas do Rio São Francisco.

Com informações da 3ª SR Codevasf

 

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