Comércio em alta de água mineral pode comprometer a qualidade do produto

As características das águas minerais são determinadas pelo contato que elas sofrem com as rochas do subsolo, de onde normalmente são captadas.Foto:ilustração

Em Petrolina, como em muitas cidades, grande parte da população optou por consumir água mineral, por acreditar principalmente, que se trata de um produto 100% confiável, já que a qualidade da água de “torneiras” são em alguns aspectos duvidosos.

Tudo isso somado a sua escassez fez com que as vendas subissem significativamente, e isso vem colocando em xeque a qualidade do produto. Foi o que ocorreu em Patos(PB), onde o Procon  em parceria com a Vigilância Sanitária estão intensificando a fiscalização, por ter sido detectados esquemas de falsificação da água mineral comercializada na cidade.

Ao adquirir a água mineral, normalmente, o consumidor não tem o hábito de verificar a procedência, inclusive há quem desconheça que existe diferença não somente na marca mas na qualidade do líquido. É sempre importante verificar dentre outros elementos a quantidade de sódio e o PH (potencial hidrogeniônico) indicados no rótulo.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária a quantidade de sódio indicada é de 600 mg/l, para o PH a recomendação da American Public Health Association é que  varie de 7 a 10, o que caracteriza uma água neutra ou alcalina.

De acordo com o professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Luiz Olinto Monteggia, “a qualidade da água é determinada pela quantidade e pela qualidade dos minerais que ela contém. O ideal é sempre analisar os elementos de cada água para saber se você está comprando um bom produto”.

Com informações Vida e Estilo

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