“Desde que rompi com FBC estou independente na Câmara”, diz Pedro Felipe, apontado como vereador da situação

Vereador Pedro Felipe (PSL/PE), nos corredores da Câmara Municipal de Petrolina. Foto: Jean Brito

Vereador Pedro Felipe (PSL/PE), nos corredores da Câmara Municipal de Petrolina. (Foto: Jean Brito)

Ainda integrando a fileira do Partido Social Liberal (PSL/PE), o vereador Pedro Felipe que também é advogado e estudante de medicina em Maceió (AL), em recente entrevista à imprensa no corredor da Câmara Municipal de Petrolina (PE), falou sobre seu destino político no município e sua posição favorável a alguns projetos do Executivo petrolinense na Casa do Povo.

Questionado se já faz parte da bancada de situação, já que o PSL, segundo rumores do tabuleiro político, vai marchar com o PMDB do prefeito Julio Lossio, Felipe ressalta que, “ não disse que iria marchar com o prefeito, pode ser que eu fique no PSL pode ser que não, caso fique no partido acredito que o partido deve deixar eu à vontade como ocorreu nas eleições de 2012. Há 15 dias votei na questão da AMMPLA, contra o prefeito, marcho ao lado do povo”, afirma.

O parlamentar destaca ainda que mesmo votando na maioria das vezes a favor de projetos oriundos do Poder Executivo, administra um mandato independente na Câmara de vereadores de Petrolina. “Desde que rompi como o grupo de Fernando Bezerra (PSB), estou independente aqui na Casa, marchando sempre a favor do povo. Na maioria das vezes os projetos do prefeito eram para beneficiar a população e consequentemente votei do lado do prefeito, mas isso não significa que estou na situação. Quando eu estiver na situação vou comunicar a vocês, caso não esteja, também comunicarei”, pontua o vereador.

Concluindo a sua fala sobre a retomada de uma possível aliança com o PSB, capitaneado pelo senador Fernando Bezerra, Pedro Felipe argumenta que, “ na política tudo é possível, inclusive nada, é como os colegas vereadores dizem quem tem tempo não tem pressa, deixar as coisas acontecerem naturalmente, a gente tem até o dia 2 de abril, para decidir, até agora só tivemos conversa de bastidores”, destaca o parlamentar.

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