Em artigo radialista questiona honestidade de muitos contemplados em programas sociais

Marcelo DamascenoA Caixa Econômica Federal (CEF), através dos governos do PT, fez a maior distribuição de moradias em seu programa social na cidade de Petrolina, extremo Oeste de Pernambuco. Essa pauta urbana veiculada pelo prefeito de Petrolina, Júlio Lossio (PMDB) possibilitou a construção de onze mil unidades habitacionais. As pessoas de baixa renda construindo seu sonho. E esse governo Lossio correu atrás e trouxe. O benefício cidadão mais reluzente e emblemático de um casal, de uma mãe “carregada de filhos” é o aconchego da casa própria.

Aqui é muito revoltante a colateral verdade das denúncias que entopem nosso “email” revelando gente sem o perfil e sem verdade contemplada com essas chaves. Carros reluzentes na porta. Casas “pra alugar” ao valor médio de 250 reais por mês. E também registro de “festinhas” ao fim de semana invariavelmente. E ainda um expressivo contingente de mães solteiras e trabalhadores que mesmo cadastrados e pesquisados revelam o perfil exigido pelo programa “Minha Casa Minha Vida”. As denúncias de avolumam às vésperas ou durante sorteio para esse básico benefício.

Petrolina vem dessa tradição das casas populares desde 1969 durante a instalação das primeiras vilas residenciais públicas. Surgiram AREIA BRANCA e KM 02. Daí, essa consecução benéfica para uma cidade aquinhoada com perspectivas de vida com qualidade.

Em meio a todos problemas e situações de explosão demográfica. As demandas sociais para o ensino público e na rede da saúde dão esse substrato político. Os cadastros se avolumam nas mesas e gavetas da Prefeitura e Caixa. As evidências apontam falhas ou esperteza má em certas situações que produzem uma injustiça inabitada. Alguém que não foi beneficiado em favor do cadastro feito com mentira ou apropriação indébita.

Mesmo com o rigor que cataliza esse cadastro é provável que “alguém mentiu”. Houve má fé ou “empurrão fisiológico” ou “tráfico influente”? Certamente que numa investigação mais adequada ou um “flagrante delito” é possível “chegar” nessa gente nem um pouco humilde. Deve se chamar o japonês da Federal?

Escrevi, Marcelo Damasceno.

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