Empresa que administra terminal alfandegado de Petrolina pretende agilizar liberação de cargas

(Foto: Divulgação)

O processo de liberação de cargas e os incentivos à importação e exportação sempre são motivos de discussões entre empresários e o poder público, em Petrolina (PE). A mudança da concessionária que administra o terminal de cargas do aeroporto regional e o funcionamento da nova logística para o Vale do São Francisco repercutiram ainda mais junto ao setor produtivo.

No auditório da unidade regional da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), nesta quarta-feira (19), conselheiros da entidade, o empresariado local e colaboradores se reuniram com o gerente Comercial e Operacional da empresa Ponta Negra Logísticas, Rodrigo Vieira, para entender a atual situação do modal aeroportuário de Petrolina, bem como discutir o desenvolvimento econômico, através de novas tecnologias e insumos para a região.

“A casa não só estava cheia, como também os empresários interagiram bastante, demonstrando como eles estão interessados em debater as propostas da Ponta Negra. E o nosso objetivo é tirar todas as dúvidas e fazer um trabalho mais próximo ao empresariado local”, ressaltou Rodrigo Vieira.

Tendo ganhado a licitação para administrar sete terminais alfandegados da Infraero no Norte, Nordeste e Sul do país, a Ponta Negra Logísticas assumiu o aeroporto de Petrolina em novembro de 2018, com a proposta de incrementar a importação regional, a desburocratização das cargas e a diminuição dos custos.

“Estamos conversando com a Receita Federal, por exemplo, e uma de nossas ideias é conseguirmos liberar a carga do empresário em 48 horas ou até no mesmo dia”, adiantou o gerente comercial. Caso se concretiza, segundo a FIEPE, essa agilização deve viabilizar novos negócios para o Vale.

O gestor regional da entidade, Flávio Guimarães, acredita ainda que a inciativa trará ganhos gerais. “Isso possibilitará que a aeronave que antes vinha [para a cidade] sem mercadorias, possa então trazer tecnologias, componentes eletrônicos e produtos agrícolas, promovendo o desenvolvimento da economia da região e da indústria do Vale do São Francisco”, concluiu.

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