Energia mais cara

(Foto: Divulgação)

Mês de março será com bandeira tarifária amarela, com custo de R$ 2 a cada 100 quilowatts (kWh). A justificativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é que o custo de produção com o acionamento das usinas térmicas ficará mais caro.

Desde 2013, o País enfrenta sérias dificuldades no armazenamento de água nos principais reservatórios. A capacidade hídrica de Sobradinho, o mais importante do Nordeste, está em 13,78%. Por conta disso, o intercâmbio de energia de outras partes do Brasil para a Região tem virado rotina.

Segundo o relatório do Programa Mensal de Operação (PMO) do Operador Nacional do Sistema (ONS), em março, o CVU da última usina a ser despachada ficou em R$ 279,04/MWh.

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia, possibilitando aos consumidores seu uso consciente. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

De dezembro até o mês passado, não houve cobrança da taxa, pois a bandeira verde estava em vigor e nenhuma cobrança adicional foi feita. Em fevereiro, a agência reguladora aprovou a mudança nos valores da taxa extra. Com isso, a cobrança da bandeira amarela subiu de R$ 1,50 para R$ 2 a cada 100 kWh consumidos, enquanto a da bandeira vermelha caiu de R$ 4,50 para R$ 3,50 a cada 100 kWh.

Com informações do FolhaPE

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