Follmann é o último sobrevivente do voo da Chapecoense a receber alta

(Foto: AFP)

Nesta terça-feira (24) Jackson Follmann recebeu alta do hospital, após quase dois meses do acidente aéreo com a delegação da Chapecoense, que deixou 71 mortos.

Em entrevista coletiva, o sobrevivente comentou sobre a recuperação e principalmente sobre o futuro. Com um discurso otimista, o goleiro não mostrou qualquer abalo por ter amputado a perna direita e expressou a vontade de seguir ligado à Chapecoense. Ele demonstrou também muita gratidão, a ponto de pedir uma salva de palmas aos médicos que o ajudaram na recuperação.

Dos três atletas da Chapecoense que sobreviveram na tragédia, Follmann foi o que precisou de cuidados médicos maiores e recebeu depois de quase dois meses do acidente ocorrido em 28 de novembro. Alan Ruschel foi o primeiro a ser liberado em 16 de dezembro, seis dias antes de Neto deixar o hospital.

“Primeira coisa quero fazer é comer meu churrasco (risos). Quero respirar o ar, sentir o carinho das pessoas, quero estar com minha família, passear. Primeira coisa que quero fazer é isso, porque com certeza fez muita falta”, declarou o goleiro, que agora irá começar uma nova vida.

“Tenho um carinho muito grande pela Chapecoense, quero construir muita coisa pelo clube. É isso o que vou buscar, vou buscar me aprimorar, o que eu sabia era jogar futebol. Na Chapecoense vou estar dentro de esporte, vou procurar coisas grandes dentro do clube. É um momento de aprendizado, e é isso o que vou buscar”, afirmou o atleta.

 Com informações do Espn

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