“A gente não trabalha olhando para o retrovisor, a gente trabalha com consequências do retrovisor”, diz Magnilde Albuquerque sobre trabalho na secretaria de Saúde

(Foto: Blog Waldiney Passos)

A secretária de Saúde de Petrolina (PE), Magnilde Albuquerque, esteve na sessão ordinária da Câmara Municipal, nesta terça-feira (17), para apresentar o Relatório Detalhado Quadrimestral (RDQ) referente ao 2º quadrimestre do ano de 2017.

Em entrevista à imprensa, Magnilde rebateu as críticas feitas à secretária a respeito de citar constantemente as ações da gestão passada e previu melhora na pasta a partir do ano de 2018.

“A gente não trabalha olhando para o retrovisor, a gente trabalha com consequências do retrovisor. Elas precisão ser colocadas para as pessoas saberem por que certas coisas não foram feitas. Depois que a gente conseguir eliminar as dívidas, recuperar a secretaria, voltar para o prédio da secretária, que está dividida, trabalhando sem se comunicar com os funcionários, é claro que vamos fazer muito mais”, disse.

Reforma e construção de unidades de saúde

A secretária aproveitou a oportunidade para falar sobre as ações realizadas nas unidades de saúde da cidade. Dentre as realizações está a implantação do Sistema Nacional de Regulação (Sisreg), que regula consultas e exames, além do investimento de R$ 2 milhões.

(Foto: Blog Waldiney Passos)

“Em todas as unidades da Zona Rural e Urbana, a gente está investindo em organização da condição de trabalho do profissional, manutenções nas unidades, investimos em compra de material médico hospitalar, medicamentos, com mais de R$ 2 milhões, compramos equipamentos básicos que estavam faltando. Além disso, implantamos o Sisreg (Sistema Nacional de Regulação), que é um sistema de regulação de consultas e exames em todas as unidades. Enfim, conseguimos deixar 21 unidades prontas, organizadas, com condições de trabalho e de atendimento à população. Nossa previsão é terminar todas até o fim do próximo ano”, complementou.

Distribuição de medicações

Magnilde afirmou que o problema com as medicações já está resolvido. “Medicação era o grande caos quando a gente chegou aqui e conseguimos fazer uma compra emergencial, que não supria toda a medicação, e depois que fechamos a licitação começamos a solicitar as medicações para as unidades de saúde”, finalizou.

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