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Início das obras do Parque Fluvial em Juazeiro é autorizado pela a Superintendência de Patrimônio da União

A intervenção prevê a implantação de academias da saúde, parques infantis, pista de Cooper e ciclovia em toda a extensão do parque, recuperação do campo de esportes… (Foto: Divulgação)

A Superintendência de Patrimônio da União (SPU) autorizou a Prefeitura de Juazeiro a realizar as obras do Parque Fluvial, conforme a portaria Nº 13, publicada no Diário Oficial da União (DOU), dessa sexta-feira (04). O projeto vai promover a revitalização física e paisagística de toda a área considerada como degradada da orla fluvial no trecho entre o muro da Marinha e o Angari.

Para o prefeito Paulo Bonfim (PC do B) a notícia representa a conquista de mais uma etapa de um projeto que já nasceu vitorioso. “Essa é uma obra muito esperada pelo juazeirense, pois vai promover uma verdadeira transformação em um dos mais belos cartões postais da nossa cidade. Com o Parque Fluvial vamos prevenir a ocupação desordenada da margem do rio, recuperar a vegetação preservando os recursos naturais da região e ainda favorecer o desenvolvimento de diversas atividades voltadas para a cultura, lazer, esporte e turismo. Em breve daremos Ordem de Serviço para o início das obras”, finalizou o prefeito Paulo Bonfim.

Apoiado por uma parceria do Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA) do Ministério do Meio Ambiente e do Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal (CEF), o projeto da Prefeitura de Juazeiro concorreu com outros 12 municípios localizados às margens do Rio São Francisco onde somente 4 foram selecionados: Juazeiro, Petrolina, Pirapora e Januária.

A intervenção prevê a implantação de academias da saúde, parques infantis, pista de Cooper e ciclovia em toda a extensão do parque, recuperação do campo de esportes, das quadras poliesportivas e de areia, estruturação e ordenamento do mirante e criação de um atracadouro náutico, reaproveitamento da cobertura do espaço onde estão localizados os bares do M para a criação de um terminal hidroviário e as barracas que hoje ficam próximas à Marinha, serão retiradas da margem do rio por questões ambientais e ordenadas e padronizadas na área da calçada.

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