Juazeiro: Mais de 500 testes rápidos são realizados no Dia da Luta às Hepatites Virais

Juazeiro tem o registro de 183 usuários da rede municipal com Hepatite B e outros 315 com Hepatite C. (Foto: ASCOM)

O ajudante geral, Roberto Carlos Batista (50), foi ao Centro de Juazeiro nesta sexta-feira (28) com um objetivo: fazer testes rápidos gratuitos para diagnóstico das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). É que, em virtude do Dia Mundial da Luta Contra as Hepatites Virais, a Secretaria de Saúde municipal ofertou o serviço na Praça Barão do Rio Branco, encerrando a programação do Julho Amarelo. Na ocasião, 508 exames foram realizados. A ação aconteceu em parceria com o Rotary Club de Juazeiro.

“É muito bom fazer esses testes para ficar com a saúde em dia”, destaca Roberto Carlos. Já a agricultora, Elismar dos Santos (60), conta que estava de passagem quando resolveu entrar na fila para realizar os exames. “É muito bom pra população esse tipo de ação no Centro da cidade, porque quem está de passagem já aproveita e faz. Também achei interessante as informações sobre essas doenças, que recebi enquanto estava na fila”, diz.

A secretária de Saúde de Juazeiro, Fabíola Ribeiro, lembra que estes exames também são ofertados diariamente em 10 Unidades Básicas de Saúde do Município e no Centro de Informações em IST/HIV/AIDS (CIDHA), temporariamente localizado na Rua Sete, do Maringá.

“Ofertamos não só as testagens rápidas das Hepatites, como também de Sífilis e Aids. Nosso objetivo maior é proporcionar mais informações para a comunidade, visto que as hepatites são doenças crônicas, potenciais causadoras de câncer e cirrose, por isto o diagnóstico precoce é essencial”, destaca.

A superintendente de Vigilância em Saúde, Tatiane Malta, destaca que Juazeiro tem o registro de 183 usuários da rede municipal com Hepatite B e outros 315 com Hepatite C, os dois tipos mais comuns no Brasil. “O diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento das hepatites são gratuitos pela rede SUS, e, inclusive, as medicações são fornecidas exclusivamente pelo Ministério da Saúde”, afirma.

Deixe uma resposta