Leitor reclama de pó de cana queimada da Agrovale que invade residências do Loteamento Terras do Barão, em Juazeiro

“Até quando vamos ter que viver dessa maneira?”, questiona leitor. (Foto: Breno Fonseca)

Um leitor procurou o blog, nesta terça-feira (22), para reclamar da sujeira causada pela fuligem liberada pela queima de cana da Agrovale, em Juazeiro. Além da sujeira, preocupa os problemas respiratórios causados pelo o pó de cana.

Veja o texto na íntegra:

“Venho por meio deste, pedir providência ao Ministério Público, políticos e autoridades, por um problema que aflige a população de Juazeiro, em especial ao Bairro Expedito de Almeida Nascimento, (Loteamento Terras do Barão), que é o bairro ao qual resido.  Com a queima da cana-de-açúcar da Empresa Agrovale é liberado no meio ambiente uma partícula chamada FULIGEM, uma matéria preta, gordurosa, na forma de diminutas partículas, oriunda da queima de combustível que se desprende e adere aos canos de chaminés e às superfícies em geral. Essa partícula está invadindo nossas residências todos os dias.

Pagamos para limpar nossas casas e 2, 3 horas depois se encontra tudo sujo novamente, sendo impossível viver dessa forma. Sem falar nos impactos sociais e ambientais que são causados por essas partículas. De acordo com estudos realizados por universidades paulistas, doenças respiratórias e circulatórias, tais como: asma, hipertensão, câncer de pulmão e até mesmo o raro câncer peniano, estão entre as consequências causadas por elas, além da fuligem ser o segundo fator humano causador do aquecimento global, depois do dióxido de carbono. Peço encarecidamente a atenção devida ao Ministério Público e demais autoridades. Até quando vamos ter que viver dessa maneira?

Breno Fonseca”

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