Nova eleição da FACAPE deve ser convocada ainda em 2018, afirma presidente

Habib conversou com exclusividade e colocou seu nome na disputa (Foto: Blog Waldiney Passos)

Em agosto desse ano a Justiça de Petrolina concedeu uma liminar favorável à Chapa 2 na eleição da Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Petrolina (FACAPE), pedindo anulação do pleito que terminou com a vitória de Antônio Habib. Apesar de ter o direito de recorrer, o atual presidente afirmou que o melhor caminho é a convocação de uma nova votação.

“Nós estamos discutindo a possibilidade de não entrar com embargo nenhum. A gente pode entrar com um embargo cautelar para que a gente ganhe tempo, mas o objetivo maior é a instituição. Estamos discutindo a possibilidade de estartarmos imediatamente um novo processo eleitoral”, disse em entrevista exclusiva ao Blog.

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Sendo convocado um novo processo eleitoral, Habib confirmou que disputará o pleito em busca de dar continuidade ao seu trabalho e dos membros eleitos com ele na primeira eleição, realizada em 2016.

“Temos uma série de projetos encaminhados e precisaríamos de mais tempo para implementarmos esses projetos. Projetos de cursos na área de saúde, projetos junto ao Governo Federal. Estamos pleiteando uma vaga no Conselho Nacional de Educação, agora assumo uma cadeira no Conselho Estadual de Educação. Nós temos vários projetos e precisamos de tempo para concluirmos. Nossa gestão, toda equipe da diretoria e coordenadores nós estaremos candidatos sim”, destacou.

A convocação deverá acontecer ainda em 2018, entre o final de novembro e o início de dezembro, antecipa Habib. Sobre a primeira decisão de anular a votação, ele rebater as acusações e disse que a eleição ocorreu conforme prevê o Estatuto da Facape.

“Nossa direção, junto com os coordenadores, nós estamos discutindo sobre a decisão do tribunal que alega há uma omissão no Estatuto com relação a quem deveria conduzir o processo eleitoral. No nosso entendimento a gente entende que não, porque o Estatuto é muito claro quando ele fala que o presidente da autarquia indica dois membros para a comissão eleitoral e o prefeito municipal indica um membro. Isso foi feito com o presidente à época e todos os procedimentos foram dados”, finaliza.

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