Pernambuco: Investigadas por vender comida podre são proibidas de participar de licitações

Izaías Novaes (delegado do DECASP) fala sobre a Operação Comunheiro II. (Foto: Ed Machado/Folha de Pernambuco)

Uma empresa que fornecia carne com prazo de validade vencido a hospitais e escolas públicas de Pernambuco é o alvo principal da Operação Comunheiro II, deflagrada na última sexta-feira (21) pela Polícia Civil de Pernambuco.

Ao todo, nove companhias que atuam nos ramos alimentícios, de material de escritório e de prestação de serviços são investigadas por lavagem de dinheiro e crimes licitatórios. Em coletiva de imprensa, os investigadores informaram que teve Medida Cautelar aceita pela Justiça proibindo as nove empresas de contratar com o Poder Público.

O delegado Izaias Novares alertou para a existência de vinte caixas de carne estragada fornecidas pela WJR Comercial e que podem estar em qualquer lugar e pediu atenção a gestores públicos para que verifiquem todo o material recebido. 

Além dela, também estão envolvidas no esquema a Comercial Ribeiro e Santos; Onix Comércio e Representações; F. Araújo Distribuidora; Comercial Américo – Produtos Alimentícios, Higiene e Variedades; Martins e Andrade; WJR Comercial; Neomax Comércio e Serviços LTDA.; Mega Fácil Empreendimentos LTDA; Nutrinor; Pride Comércio e Papelaria e Embalagens.

Segundo a Polícia Civil, além de fornecer carne com prazo de validade vencido a hospitais e escolas públicas de todo o Estado, “do litoral ao Sertão”, as empresas funcionavam tipo “guarda-chuva”, atendendo a todo tipo de serviço.

Fonte FolhaPE

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