Pernambuco lança tabela própria para o salário mínimo

O Gerente de Relações com Assessorias Governamentais, Gilberto Prazeres, informou que, independente do aumento nacional do salário mínimo, o governo estadual negocia os salários a partir de faixas próprias e pisos de diferentes categorias. Entrou em vigor nesta sexta-feira (1) o novo mínimo, de R$ 880, o que representa um aumento de R$ 92 em relação ao piso atual e, em termos percentuais, de 11,6%.

O piso dos professores, por exemplo, é negociado de uma forma diferente do piso dos policiais. De acordo com o gerente, não tem como organizar uma tabela discriminando o salário por categoria porque são muitas e nem todas já possuem reajustes para 2016.

O novo salário mínimo beneficiará cerca de 40 milhões de trabalhadores e aposentados que recebem o piso nacional. De acordo com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a medida causará impacto de R$ 30,2 bilhões nas contas públicas em 2016.

Outros estados, como São Paulo, também possuem tabela própria, mas ainda não há decisão sobre reajuste em 2016. Domésticos, agropecuários, ascensoristas e motoboys, por exemplo, ganham R$ 905. Operadores de máquinas, carteiros, cabeleireiros, trabalhadores de turismo e telemarketing recebem R$ 920.

O Rio de Janeiro também possui tabela própria. Ainda não existe um acordo sobre os reajustes para este ano. Categorias como motorista de ambulância; maqueios; cozinheiros; operadores de caixa, inclusive de supermercados, ganham R$ 988,60.

Trabalhadores da construção civil; despachantes; fiscais; trabalhadores de fabricação de produtos de borracha e plástico, recebem R$ 1.023,70. O salário aumenta para R$ 1.058,89, beneficiando categorias como administradores; capatazes de explorações agropecuárias, florestais; trabalhadores de usinagem de metais; encanadores; soldadores; porteiros noturnos e zeladores de edifícios e condomínios.

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