Pernambuco tem 38 Lulas; 1,5 mil Dilmas e 258 Aécios

Homenagens a políticos são comuns no Brasil/Foto: arquivo

Homenagens a políticos são comuns no Brasil/Foto: arquivo

Terra natal do ex-presidente petista, Pernambuco é o Estado do País que mais tem “Lulas”. Das 231 pessoas chamadas “Lula” que existem no Brasil, 38 estão em terras pernambucanas, segundo o site Nomes do Brasil, plataforma do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que usa os dados do Censo Demográfico de 2010. “Lula” é um nome que ficou popular entre os pais nos anos 70, mesma década em que o ex-presidente, natural de Caetés (Agreste pernambucano), liderou as greves do ABC Paulista.

“Dilma” é um nome ainda mais comum. Há 40.632 xarás da presidente Dilma Rousseff (PT) no país; sendo 1.587 em Pernambuco. Nesse caso, porém, o Estado é apenas o 15º no ranking do IBGE, que calcula a proporção entre a presença do nome e a população total da unidade federativa. A Bahia é o nome “Dilma” é mais popular: são 5.827.

“Aécios”, existem 5.190 no Brasil. Mas apenas 258 estão em Pernambuco, nono lugar no ranking. Minas Gerais, base política do senador Aécio Neves (PSDB), ocupa o segundo lugar na lista, com 1.158 homônimos.

Homenagens a políticos são comuns no Brasil. Existem 1.484 “Tancredos” e 86 “Ulysses” no País. O ápice do nascimento de bebês com esses nomes ocorre nos anos oitenta, quando os peemedebistas Ulysses Guimarães e Tancredo Neves se tornaram icônes da redemocratização.

Pelo menos 5.595 brasileiros podem dizer que seu nome é “Eneas”. Assim como 28,019 pernambucanos são “Eduardos”. “Michel”, assim como o vice-presidente Michel Temer (PMDB), são 78.975 em todo o Brasil.

INTERNACIONAL – Alguns nomes de políticos internacionais também aparecem na lista do IBGE. Curiosamente, há 188 pessoas chamadas “Hitler” no censo de 2010. O registro de pessoas com esse nome, entretanto, caí bastante nos anos 40, período da Segunda Guerra.

“Fidel” é bem mais popular. É o nome de 1.039 brasileiros; 52 só em Pernambuco. A grande maioria deles nasceram nos anos 80 e 90, décadas em que o guerrilheiro estava no auge da sua gestão em Cuba. Talvez por ser uma figura mais recente, o site do IBGE não registra nenhum “Obama” entre as 200 milhões de pessoas no país.

Com informações do Blog de Jamildo

 

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