PF conclui pela 2ª vez que Adélio Bispo agiu sozinho no atentado contra Bolsonaro

Adélio Bispo tentou matar Bolsonaro durante a campanha eleitoral no ano passado.

Adélio Bispo agiu sozinho. Foi esse o entendimento da Polícia Federal (PF) no segundo inquérito que investiga o atentado contra Jair Bolsonaro (sem partido), na campanha eleitoral de 2018. A PF concluiu novamente que Adélio atuou por iniciativa própria, sendo o único responsável pelo planejamento da ação.

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O inquérito, entregue ontem (13) à Justiça Federal, foi presidido pelo delegado Rodrigo Morais. No entendimento de Morais, Adélio não contou com apoio de terceiros e tinha intenção de matar Bolsonaro. “O que a investigação comprovou foi que o perpetrador, de modo inédito, atentou contra a vida de um então candidato à Presidência da República, com o claro propósito de tirar-lhe a vida“, destaca o delegado.

Participação do PT?

Morais também não encontrou provas, por exemplo, da participação de partidos políticos na trama. Há poucos dias o advogado do presidente Bolsonaro havia dito ter provas de que o PT foi o mandante da facada. De acordo com o G1, a PF fez uma investigação minuciosa no computador, aparelhos de celular e documentos de Adélio.

Foram elaborados 23 laudos periciais, 102 pessoas foram entrevistadas em campo e 89 testemunhas ouvidas no inquérito. A PF também teve acesso a emails de Adélio e apurou vídeos e teorias de uma suposta ajuda recebida por ele no atentado.

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