Polícia Militar, em Juazeiro, realiza formatura de crianças do Proerd

pmba-sargento

465 Crianças dos Quintos e Sétimos Anos, das Escolas da área de atribuição administrativa da 75ª CIPM se formaram hoje (Foto: ilustrativa)

O Programa Educacional de Resistência às Drogas e a Violência – PROERD, da 75ª Companhia Independente de Polícia Militar da Bahia– 75ª CIPM – realizou solenidade de Formatura de 465 Crianças dos Quintos e Sétimos Anos, das Escolas da área de atribuição administrativa da 75ª CIPM: José Pereira da Silva, Dinoráh Albernaz Melo Da Silva, José Padilha da Silva, Terezinha Ferreira Oliveira, Rotary Clube, Lomanto Junior e Helena Celestina Magalhães, todas em Juazeiro, na manhã de hoje, dia 25.

As aulas foram ministradas pelo SGT PM Rubenildo e pela SGT PM Ana Lúcia, com o objetivo de eliminar o uso de álcool, cigarro e outras drogas pelos jovens, além de prevenir comportamentos violentos por parte das crianças. Durante o evento, as crianças mostraram sintonia com a estratégia do Programa e principalmente os resultados positivos, como o testemunho de uma criança que conseguiu fazer com que o pai parasse de fumar, além de cantar de forma respeitosa o Hino Nacional Brasileiro, participando ainda de brincadeiras e recebendo medalhas e brindes.

O Proerd teve sua origem em 1983, do Drogas, Resistência e Educação – d.a.r.e., do Departamento de Polícia de Los Angeles, no Estados Unidos da América, com estruturação em forma de pirâmide, cujos vértices são escola, polícia e família. No brasil, o Programa chegou em 1982, no estado do Rio de Janeiro, e a partir da Academia de Polícia de Militar do Barro Branco, no Estado de São Paulo, expandiu-se para os demais Estados da Federação e Distrito Federal.

Na Bahia, o Proerd chegou em 1998 e ganhou força em 2003, tendo sua institucionalização e estruturação administrativa no ano de 2007. O Programa é mundialmente aplicado com sucesso em mais de 50 países. O escopo do programa é educar as crianças e adolescentes através do modelo sólido de tomada de decisão, para que não ingresse no mundo das drogas, com aplicação de currículos para quartos e sétimos anos do ensino fundamental, assim como para os país das crianças.

Deixe uma resposta