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Presidente da FPF responsabiliza dirigentes do Petrolina e 1º de maio por equipes ficarem fora da segundona do pernambucano

Presidente da FPF, Evandro Carvalho

Desde que a Federação Pernambucana de Futebol (FPF) anunciou a ausência das equipes de Petrolina na Série A2 do Campeonato Estadual 2017, um questionamento ficou no ar sobre a responsabilidade pela não apresentação dos laudos da Polícia Militar e dos Bombeiros, exigidos para liberação dos estádios.

Em entrevista exclusiva à Rádio Jornal, o presidente da FPF, Evandro Carvalho, informou que a federação fez de tudo para reestruturar os times de Petrolina. Quanto ao 1º de maio, ele explicou que a equipe estava excluída da atividade do futebol profissional pelo fato de ter permanecido mais de três anos sem jogar, o que implicaria uma refiliação do clube com custo de R$ 750 mil  recolhidos junto a Caixa Econômica. “Nós conseguimos obter a isenção desse valor junto a CBF, um fato inédito aqui em Pernambuco, conseguimos reabilitar um clube desfiliado e restauramos o registro profissional do 1º de maio”.

Sobre o Petrolina, o presidente informou que o time tinha pendências de natureza financeira com o Tribunal de Justiça Desportiva e com a federação dentro da conta corrente do clube. “A federação conseguiu também em relação ao Petrolina fazer uma operação contábil financeira, onde ele emprestou, revalidou, e com isso conseguiu, mesmo com a lei atual do Profut, manter o clube em dia, postergando a necessidade do clube se reabilitar até 31 de dezembro de 2018”, disse.

Para Evandro, a reabilitação das duas equipes que estavam sem condições de jogo, foi muito bom para a federação e para o futebol de Pernambuco por que ganha dois grandes clubes de uma cidade muito forte economicamente como é Petrolina.

Sobre a questão técnica dos laudos que são exigências da Lei Pelé e do Estatuto do Torcedor, que determina que os clubes têm que apresentar o estádio para jogar e os laudos de segurança, vigilância sanitária, policiamento e dos bombeiros, o presidente eximiu o município de qualquer responsabilidade e atribui a culpa aos dirigentes dos clubes de Petrolina. Ele afirmou que os laudos do policiamento e dos bombeiros não foram apresentados. “Infelizmente o Petrolina e o 1º de maio não conseguiram apresentar os laudos, dos quatro exigidos só apresentaram dois e ainda assim um informando que o estádio apresentava irregularidades, o próprio laudo não validou o estádio”, disse acrescentando que o técnico que preencheu o laudo foi inexperiente e atestou uma condição que inviabilizou o estádio.

De acordo com o presidente, após a apresentação dos laudos a federação não tem mais poder de validar ou interditar o campo. “A federação tem que receber os laudos dos clubes , encaminhar ao Ministério Público, para que este confirme que foi cumprida a lei e então a federação autorize o jogo no estádio”.

Estádio liberados com restrições

Questionado por que alguns estádios aparecem liberados na página da federação, mesmo constando que os respectivos laudos estão indisponíveis, Evandro explicou que o clube tem que apresentar os laudos, se estes sofrerem alguma restrição do Ministério Público ou da autoridade competente, mesmo tendo cumprido a lei, ele fica inativo porque tem que corrigir. “É a chamada aprovação com restrição”, salientou.

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