Segundo Odacy Amorim, Riacho Vitória pode deixar água salgada de novo em Petrolina

(Foto: Internet)

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O deputado estadual Odacy Amorim (PT-PE) fez um alerta sobre a situação do Riacho Vitória, onde fica a principal estação de tratamento da cidade. De acordo com Odacy, a água salobra que incomodou a população petrolinense por um certo período pode voltar a incomodar os moradores de Petrolina após as previsões das chuvas para a região.

O parlamentar informa que a solução já é conhecida e deveria ter sido colocada em prática pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). No começo do ano, o deputado conta que já houve um alerta com as poucas chuvas caídas no município.

“Busquei ajuda na Codevasf que me acompanhou na solicitação que fiz no começo do ano. Também alertei a Compesa, provoquei o Ministério Público que determinou a resolução do problema. Enviei ainda ofício à Prefeitura, solicitando alguma medida. Mas não vi nada ainda ser feito, por isso que fui à Compesa no final da última semana conversar sobre a questão da água tratada para o povoado do Capim, na zona rural, e provoquei a gerência sobre essa situação do Riacho Vitória. Estou realmente preocupado com a falta de uma solução já orientada pelo Ministério Público”, reclamou Odacy.

Conforme o parlamentar, ficou acertado que a Codevasf e a Compesa iriam trabalhar juntos nesta questão com a utilização de um flutuante no Riacho Vitória para transportar a captação da água e assim, manter a qualidade da água mesmo com as chuvas. Os acessos à chácaras e roças situadas na área, provocaram o fechamento da passagem do Riacho e nada foi feito para romper essas paredes.

“Alertei que na reunião que essas paredes que fecharam o Riacho poderão causar danos na qualidade da água que consumimos aqui na cidade. Se não for feita a abertura do Riacho, que se coloque o flutuante o quanto antes. Estou pedindo uma audiência na Codevasf e vou levar a ata da reunião no Ministério Público, porque é simples a solução, fazendo a captação da água mais dentro do rio com o flutuante e assim, evitando que a contaminação volte. As chuvas podem chegar, sem que nada tem sido feito. Isso é preocupante”, concluiu Oacy Amorim.

Com informações da ASCOM

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