Sobreviventes melhoram, mas ainda correm risco; Volta ao BR deve demorar

Para Pagura, médico da CBF (foto), retorno ao Brasil nos próximos dias 'descartado'. (Foto: Internet)

Para Pagura, médico da CBF (foto), retorno ao Brasil nos próximos dias ‘descartado’. (Foto: Internet)

O presidente da Comissão Nacional de Médicos do Futebol (CNMF) da CBF, Jorge Roberto Pagura, fez uma avaliação positiva dos sobreviventes do desastre aéreo do voo da Chapecoense na madrugada de terça-feira, na Colômbia. Nesta sexta-feira, em Medellín, Pagura afirmou que os brasileiros que resistiram à queda passaram para um segundo estágio de recuperação, embora ainda com riscos.

Deles, de acordo com o médico, o pior caso é o do jornalista Rafael Henzel. Embora fosse o melhor caso até quinta-feira, acabou sofrendo um agravamento de sua condição física. Neste momento, sofre com uma pneumonia e com a instabilidade torácica; por isso, tem que ser mantido sedado.

“Ontem, (Henzel) teve uma pequena descompensação da parte pulmonar e por isso foi o primeiro a ser transferido para a Fundação San Vicente. A instabilidade ocorre porque tem sete costelas fraturadas. Quando respira, mexe a caixa torácica e perde o balanço, por isso está sedado”, explicou Pagura.

Segundo ele, Henzel passou por uma endoscopia bronquial para retirada de secreção. “Depois disso, houve melhora”, explicou.

Entre os jogadores, a situação mais grave segue sendo a do goleiro Jackson Follmann. Os exames iniciais ainda não determinam a amputação de parte de sua perna esquerda, mas a intervenção também não está descartada. A perna direita foi amputada na altura do joelho.

Fonte Uol

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